<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:rssdatehelper="urn:rssdatehelper"><channel><title>blog for tag Comunicações</title><link>http://grupotreinar.com.br</link><pubDate></pubDate><generator>grupotreinar</generator><description>Blog do GrupoTreinar</description><language>en</language><item><title>6 segredos para contar sua história de uma maneira que lhe dê um emprego</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2023/12/30/6-segredos-para-contar-sua-história-de-uma-maneira-que-lhe-dê-um-emprego.aspx</link><pubDate>Sat, 30 Dec 2023 12:16:46 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2023/12/30/6-segredos-para-contar-sua-história-de-uma-maneira-que-lhe-dê-um-emprego.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p>&nbsp;<img src="/media/1135666/vagas_de_emprego.jpg" alt="Vagas de emprego"/></p>

<p><a
href="https://www.fastcompany.com/90767529/6-secrets-to-telling-your-story-in-a-way-that-lands-you-a-job"
 title="6 segredos para contar sua história de uma maneira que lhe dê um emprego">
6 segredos para contar sua história de uma maneira que lhe dê um
emprego</a></p>

<p>Contar histórias é essencial - quer você esteja tentando
conseguir uma promoção, um novo emprego ou simplesmente fazer uma
conexão duradoura.</p>

<p>Todo mundo adora uma história.&nbsp;Anedotas pessoais aproximam
as pessoas e fortalecem os laços com seus ouvintes.&nbsp;Esteja
você em uma reunião de equipe, fazendo uma apresentação para um
cliente ou entrevistando para um emprego, contar uma história sobre
você pode criar esse vínculo mágico com seu público.</p>

<p>Mas as histórias podem sair dos trilhos com muita facilidade, e
você pode acabar entediando (ou até mesmo insultando) uma nova
conexão.&nbsp;Para obter o máximo impacto, lembre-se desses seis
segredos de uma boa narrativa.</p>

<h2><strong>1. SEJA BREVE</strong></h2>

<p>&nbsp;</p>

<p>Quantas vezes ouvimos um colega contar uma história que
continua, e continua, com o interlocutor alheio ao fato de que eles
estão divagando?&nbsp;A ciência nos diz que falar sobre nós
mesmos&nbsp;<a
href="https://hbr.org/2015/06/how-to-know-if-you-talk-too-much"
target="_blank">libera dopamina</a>, o hormônio do prazer.&nbsp;Mas
isso pode ser uma droga perigosa.</p>

<p>Suponha que você esteja em uma entrevista de emprego e o
recrutador diga: "Conte-me sobre um problema que você
resolveu".&nbsp;Você fica animado e continua sobre cada faceta do
problema que resolveu.&nbsp;Cinco minutos depois você ainda está
falando - mas agora você perdeu sua audiência (e emprego).</p>

<p>Portanto, mantenha sua narrativa curta.&nbsp;Não transforme um
conto em uma longa e sinuosa estrada
verbal.<strong>&nbsp;</strong></p>

<p><strong>&nbsp;</strong></p>

<p>&nbsp;</p>

<h2><strong>2. ENVOLVA AS EMOÇÕES DO OUVINTE</strong></h2>

<p>&nbsp;</p>

<p>O mestre contador de histórias David Sedaris enfatiza que o
personagem principal de uma boa história é alguém com quem o
público pode se relacionar.&nbsp;As melhores histórias envolvem os
ouvintes emocionalmente no conto.</p>

<p>Suponha que você esteja liderando uma reunião e esteja alguns
minutos atrasado.&nbsp;Você entra sem fôlego.&nbsp;Você poderia
iniciar o primeiro item da agenda, mas em vez disso você se
desculpa e conta uma história sobre como você estava passeando com
seu buldogue francês e alguém tentou pegar aquele cachorrinho em um
parque sem coleira.&nbsp;Você rapidamente pegou seu cachorro e,
após uma breve luta, foi embora com ele em seus braços.&nbsp;Uau,
você ainda está se recuperando do incidente.</p>

<p>Você tem um público cativo - eles estão com você o tempo
todo.&nbsp;E agora você se move para o seu negócio com um público
que ama você.</p>

<h2><strong>3. FAÇA UM PONTO</strong></h2>

<p>&nbsp;</p>

<p>Cada história deve acrescentar algo e marcar um ponto.&nbsp;Caso
contrário, não vai a lugar nenhum e o ouvinte se pergunta por que
você está compartilhando o episódio.&nbsp;E o melhor ponto a fazer
é aquele que é inspirador e edificante.</p>

<p>Suponha que seu colega entre em seu escritório e esteja com o
coração partido porque perdeu um emprego.&nbsp;Uma boa resposta
(juntamente com uma expressão de simpatia) pode ser contar a ela
sobre uma vez em que você perdeu um novo emprego, apenas para
descobrir que o próximo ao qual você se candidatou foi ainda
melhor.</p>

<p>Contar histórias que inspiram com um ponto claro e edificante é
uma grande habilidade.&nbsp;Se sua equipe perdeu uma grande venda,
conte a eles quando você perdeu sua primeira grande venda e o que
aprendeu com isso.&nbsp;Ou, se você estiver prestando homenagem a
um funcionário que está deixando a empresa, conte uma história
sobre como você estava inspirado quando o conheceu e construa seus
comentários a partir daí.</p>

<p>&nbsp;</p>

<h2><strong>4. DEIXE FLUIR</strong></h2>

<p>&nbsp;</p>

<p>Uma boa história tem um fluxo narrativo.&nbsp;A maneira mais
simples de pensar sobre o fluxo é construir sua história
cronologicamente: com passado, presente e futuro.</p>

<p>Se você estiver em uma entrevista de emprego para um cargo de RH
e for perguntado por que deseja o emprego, poderá desenvolver este
fluxo:</p>

<ul>
<li><strong>Passado:</strong>&nbsp;"Sempre amei as pessoas e é por
isso que sou apaixonado por esse trabalho de RH.&nbsp;Eu era
extrovertido e extrovertido mesmo quando jovem."</li>

<li><strong>Presente:</strong>&nbsp;"Nos meus dois últimos cargos
de RH, desenvolvi programas que fazem os funcionários se sentirem
seguros e engajados.&nbsp;Um programa do qual estou particularmente
orgulhoso é a nossa oferta de Saúde Mental."</li>

<li><strong>Futuro:</strong>&nbsp;"Este emprego é o emprego dos
meus sonhos e, como profissional de RH, sei que seria uma ótima
opção para essa
função."<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</em></li>
</ul>

<p>Esse padrão sequencial ou cronológico é ótimo para escolher, mas
você também pode construir sua história em torno de etapas de um
processo, problema/solução ou situação/resposta.</p>

<h2><strong>5. DIGA BEM</strong></h2>

<p>&nbsp;</p>

<p>Contar histórias é uma habilidade e o sucesso vem tanto
do&nbsp;<em>que</em>&nbsp;você diz quanto
de&nbsp;<em>como</em>&nbsp;você diz.&nbsp;Então, como você deve
contar sua história?</p>

<p>Fale com entusiasmo, mas não exagere em suas emoções.&nbsp;Você
quer que seu público se emocione, ria ou se empolgue.&nbsp;Se você
fizer todas essas coisas, eles não vão.</p>

<p>Não apresse sua entrega.&nbsp;Em vez disso, pare com frequência
para dar tempo ao seu público para processar o que você está
dizendo e reagir a isso.&nbsp;Falar devagar também cria uma aura de
suspense.</p>

<p>Por fim, seja genuíno e mostre que está entregando algo
significativo para você.&nbsp;O público responderá na mesma
moeda.</p>

<h2><strong>6. TERMINE COM AÇÃO</strong></h2>

<p>&nbsp;</p>

<p>Toda história que você conta sobre si mesmo deve terminar com
algum tipo de ação ou resolução.&nbsp;Se você está orientando
alguém e está compartilhando uma história sobre o que aprendeu com
seu primeiro chefe, termine com uma ação otimista e
significativa.</p>

<p>Suponha que você tenha aprendido com seu primeiro chefe como
demonstrar confiança ao falar com aqueles que estão no
poder.&nbsp;Você pode concluir: "Então, o que eu aprendi, e o que
eu gostaria de ver você fazer, é liderar, não importa qual seja sua
posição na empresa".</p>

<p>O fim é a ação que incorpora a moral da história - a lição
aprendida.</p>

<p>Autor: J<a
href="https://www.fastcompany.com/user/judith-humphrey">UDITH
HUMPHREY</a></p>

<p>Fonte:
https://www.fastcompany.com/90767529/6-secrets-to-telling-your-story-in-a-way-that-lands-you-a-job?cx_testId=3&amp;cx_testVariant=cx_1&amp;cx_artPos=2&amp;cx_experienceId=EXORRH9XL496#cxrecs_s</p>
]]></description></item><item><title>Programa Comunicação 360</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2021/4/9/programa-comunicação-360.aspx</link><pubDate>Fri, 09 Apr 2021 10:07:19 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2021/4/9/programa-comunicação-360.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/972938/programa_comunica__o_360.jpg" alt="Programa Comunicação 360"/></p>

<p style="text-align: center;"><strong>Como entender o outro e
fazer-me entender?</strong></p>

<p style="text-align: justify;">A comunicação de modo geral e nas
organizações especificamente é um dos fatores que mais impacta,
positivamente ou negativamente, no relacionamento interpessoal, na
performance e nos resultados finais. Assim, as empresas têm
gradativamente se preocupado cada vez mais em fazer a gestão da
comunicação de maneira mais efetiva.</p>

<p style="text-align: justify;">Sendo este o principal motivador
para a criação deste <a
href="/media/971415/programa_comunica__o_360.pdf">Programa
Comunicação 360<sup>o</sup></a>, cujo foco é buscar uma comunicação
assertiva que visa apoiar, capacitando pessoas seja de forma
individual ou em grupos de colaboradores,&nbsp;para desenvolverem
esta competência e suas habilidades tanto orais como escritas.</p>

<p style="text-align: justify;">Desvios de conduta no ambiente de
trabalho e práticas abusivas, muitas vezes, são resultado de
ineficiência na troca de ideias entre os profissionais e repercutem
negativamente na imagem da empresa. Para contornar isso,
especialistas como o psicólogo norte-americano&nbsp;<a
href="https://www.cnvc.org/about/marshall-rosenberg.html">Marshall
Rosenberg</a>&nbsp;passaram a estudar alternativas, como a <a
href="/videos/comunica%C3%A7%C3%B5es/comunica%C3%A7%C3%A3o-n%C3%A3o-violenta-nas-organiza%C3%A7%C3%B5es.aspx">
comunicação não violenta nas organizações</a> que é uma estratégia
para redução de conflitos e aumento da empatia no ambiente de
trabalho, percebida hoje como essencial para a transformação das
organizações.</p>

<p style="text-align: justify;">De acordo com o seu criador, a
técnica visa utilizar a comunicação para criar relações melhores
entre indivíduos. Por isso, ela é essencial para a&nbsp;<a
href="/treinamentos.aspx?a=4265">gestão de pessoas</a>&nbsp;nos
ambientes de trabalho. Neles, ela ajuda a identificar e solucionar
conflitos, determinar quando alguém invade o espaço do outro e a
vocalizar melhor as necessidades de cada um.</p>

<p style="text-align: justify;">O primeiro passo para a construção
de uma comunicação não violenta é ouvir com atenção aquilo que os
indivíduos ao redor dizem e se colocar no lugar deles.</p>

<p style="text-align: justify;">É comum encontrarmos falhas na
comunicação justamente por não sabermos ouvir e não termos empatia,
seja dentro de uma organização ou na vida de qualquer indivíduo,
contudo sabemos que isso provoca uma série de problemas e conflitos
nos relacionamentos.&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Daí incluirmos neste programa um
Curso específico voltado para a Gestão de conflitos e negociação,
justamente porque as habilidades neste sentido são primordiais,
seja na área comercial, seja em qualquer outra atividade humana.
Afinal estamos sendo sempre postos em xeque e negociando.</p>

<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: center;"><strong>Como organizar o meu
dia-a-dia dando prioridades e distribuindo meu tempo no que é
realmente importante?</strong></p>

<p>&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">O único recurso que temos em comum
é o tempo e não há como discordar. Compromissos relacionadas ao
trabalho, relacionamentos, educação, família e saúde competem entre
si. Ainda que todos tenhamos rigorosamente 1.440 minutos todos os
dias existe, sim, uma restrição de tempo para dar conta de tudo -
até porque nossas atividades não envolvem apenas a vida
profissional.&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Tendo em vista a crescente demanda
pelo aumento da produtividade pessoal incluímos neste programa o
Curso Gestão Eficaz do Tempo onde o participante será incentivado a
pensar sua rotina diária e readequar conforme as técnicas de
eliminação de desperdiçadores de tempo. Ganhando, dessa forma,
horas úteis para cumprimento de suas atribuições, entregas no prazo
e alívio do stress.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: center;"><strong>Como conciliar o aprendizado
contínuo com a comunicação e assim potencializar meus conhecimentos
e performance?</strong></p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">A tomada de consciência de nossos
pontos fortes e fracos nos leva ao questionamento e estimula a
nossa capacidade de <a
href="/busca.aspx?search=tomada+de+decis%C3%A3o">tomada de
decisão</a>: como podemos potencializar nossos talentos e, assim,
ter mais sucesso em nossa carreira?</p>

<p style="text-align: justify;">São as situações que nos desafiam
que fazem crescer o grau de complexidade de nossas
experiências.</p>

<p style="text-align: justify;">Por meio do "lifelong
learning"(aprendizagem contínua ou educação continuada) nossa
capacidade de tomada de decisão se fortalece, uma vez que o
conhecimento abre nossas possibilidades de reflexão e pontos de
vista até então não considerados, gerando mais valor à nossa
jornada enquanto indivíduos e profissionais.</p>

<p style="text-align: justify;">Uma das propostas do "lifelong
learning" é transformar a ideia de que o aprendizado não termina
quando o estudante sai da sala de aula ou recebe um diploma. Se bem
entendido, o termo refere-se ao aprendizado de toda vida, caminho
que vai na direção oposta da mentalidade pré-globalização, quando
profissionais se formavam e já estavam aptos para trabalhar nas
suas áreas durante toda a vida.</p>

<p style="text-align: justify;">Entre os benefícios apontados por
pesquisas, como a&nbsp;<a
href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1877042811030023"
 target="_blank">"Lifelong learning; why do we need it?"</a>, da
Universidade de Teerã, estão maiores salários para os profissionais
que se mantêm atualizados e maior capacidade de
adaptação.&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Além do aspecto salarial, o
"lifelong learning" também garante mais oportunidades de emprego,
já que novas carreiras e habilidades são requeridas a todo
tempo.</p>

<p style="text-align: justify;">Para garantir a absorção de
aprendizado, uma das dicas é aplicar a teoria à prática. Na famosa
pirâmide (veja figura a seguir) de William Glasser, que mostra como
aprendemos, as atividades práticas e o ato de ensinar um tema aos
outros é a principal forma de absorver um novo conhecimento.</p>

<p style="text-align: justify;"><img src="/media/972941/taxa_de_reten__o_de_conhecimento.jpg" alt="Taxas de Retenção de Conhecimento"/></p>

<p><span style="text-align: justify;">Essa dinâmica é aplicada no
processo de educação executiva e pode ser potencializada pelo ciclo
do conhecimento associado à</span> <strong
style="text-align: justify;">Comunicação
360<sup>o&nbsp;</sup></strong></p>

<p style="text-align: justify;">Como podemos ver na figura a
seguir:</p>

<p>&nbsp;<img src="/media/972944/ciclo_aprendizado_cont_nuo.jpg" alt="Ciclo Aprendizado Contínuo"/></p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p style="text-align: center;"><strong><a
href="/media/971415/programa_comunica__o_360.pdf">Clique aqui e
acesse o descritivo completo do</a></strong></p>

<p style="text-align: center;"><strong><a
href="/media/971415/programa_comunica__o_360.pdf">Programa
Comunicação 360<sup>o</sup></a></strong></p>
]]></description></item><item><title>Keep Running</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2018/12/31/keep-running.aspx</link><pubDate>Mon, 31 Dec 2018 06:24:49 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2018/12/31/keep-running.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p style="text-align: center;"><img src="/media/815627/_journey_to_mars.jpg" alt="JourneyMars"/></p>

<p><strong>"A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás e
só pode ser vivida olhando-se para
frente."&nbsp;&nbsp;</strong></p>

<p><strong>S. A. Kierkegaard</strong></p>

<p>Existe uma estória<strong>*</strong> que sempre é repetida por
aqueles que gostam de pensamentos baseados no budismo, onde dizem
que antes de um rio entrar no mar, ele treme de medo, assim como a
maioria de nós quando tem que &nbsp;tomar uma decisão que é
inevitável, ou quando tem que aceitar que a vida por fim acaba
passando e tudo é transitório.</p>

<p>O rio "olha" para trás, para toda a jornada que percorreu, para
os cumes, as montanhas, para o longo caminho sinuoso que trilhou
através de florestas e povoados, e vê à sua frente um oceano tão
vasto, que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. &nbsp;Ninguém pode
voltar. Voltar é impossível na existência.</p>

<p>E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece,
porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no
oceano, mas de tornar-se oceano.</p>

<p>Todavia, gradativamente a água do oceano vai se evaporando pela
atmosfera até se tornar uma nuvem e então o vento vai levando esta
nuvem carregada até que por fim começa a chover. A chuva derrama
toda a água sobre a mesma montanha onde nasceu o rio/oceano e agora
novamente realimenta seu nascedouro.</p>

<p>Nós, tentado imitar a natureza, criamos os nossos ciclos
imaginários e os padronizamos com algum tipo de numeração tendo por
base mitos que por nós também foram eleitos, dando um significância
e relevância para a nossa existência relativa e passageira. Talvez
uma tentativa desesperada de não reconhecer a impermanência.</p>

<p>Mas o que realmente nos ensina esta estória do rio?</p>

<p>Você provavelmente irá tirar muitas conclusões, mas para mim o
preponderante é que precisamos sempre estar nascendo de novo e
somente percebemos isso quando realmente nos esquecemos do passado
e passamos a ser uma "nova" pessoa.</p>

<p>Quando vejo pessoas desejando um ano novo sem as mágoas, ódios e
ressentimentos do passado logo vem à minha mente que realmente vão
continuar carregando estes fardos, pois se realmente tivessem
nascido de novo não teriam a memória do passado e simplesmente não
mais teriam este desejo, não?</p>

<p>Bem, você poderá argumentar que perder a memória é uma doença
terrível e, portanto, não se pode prescindir dela ou alterá-la pois
passado é sagrado, sacramentado, justamente porque é imutável.</p>

<p>Se perdermos a nossa memória iremos perder a nossa identidade e
então não seremos ninguém.</p>

<p>Retruco - ser ninguém<strong><strong>**&nbsp;</strong></strong>
tem muito mais a nos ensinar do que podemos imaginar à primeira
vista.</p>

<p>Logo, já que estamos por aqui, o melhor é aceitar a sugestão do
Kierkegaard e ver o "ano novo" como um "olhar para a frente" e
perguntar para os nossos corações para onde ele deseja nos levar,
em seguida perguntar para a Razão e questionar se vale a pena.</p>

<p>Na dúvida, o que sempre é muito salutar e natural, lembre-se o
que disse o Fernando Pessoa:</p>

<p>&nbsp; "Tudo vale a pena quando a Alma não é pequena</p>

<p>&nbsp;&nbsp; Navegar é preciso</p>

<p>&nbsp;&nbsp; Viver não é preciso"</p>

<p><strong>"Onde há vontade (desejo) há um caminho" - &gt;&nbsp;
"Where this a will - Where this a way"</strong></p>

<p><strong>Mãe do Leonard Mlodinow -&gt;&nbsp;</strong></p>

<p><strong>Fonte:&nbsp;</strong> Leonard Mlodinow no Conversa com
Bial (TV Globo) - 27/9/2018-&gt;<a
href="http://bit.ly/2BTZvSi">http://bit.ly/2BTZvSi</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>* Fonte: Osho
-&gt;&nbsp;https://www.pensador.com/frase/NTE2MDM1/</strong></p>

<p><strong><strong>** Fonte:&nbsp;</strong>
http://ibisliteraturaearte.com/revista/edicao_2/emily-dickinson/<br />
</strong></p>

<p><strong>&nbsp;</strong></p>
]]></description></item><item><title>O poder que os gestos de políticos e oradores têm sobre o público</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2018/10/22/o-poder-que-os-gestos-de-políticos-e-oradores-têm-sobre-o-público.aspx</link><pubDate>Mon, 22 Oct 2018 17:16:29 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2018/10/22/o-poder-que-os-gestos-de-políticos-e-oradores-têm-sobre-o-público.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p class="story-bodyintroduction"><img src="/media/769593/_amycuddy.jpg" alt="AmyCuddy"/>&nbsp;</p>

<p class="story-bodyintroduction">Da próxima vez que você assistir
a um&nbsp; <a
href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/75612fa6-147c-4a43-97fa-fcf70d9cced3">
discurso político</a>, preste atenção ao movimento das mãos do
orador. Os gestos são lentos ou enérgicos? Sutis ou expansivos? E
como as mãos estão se movendo - na vertical ou na horizontal?</p>

<p class="story-bodyintroduction">&nbsp;</p>

<p>Sabe-se que sinais não verbais são mais relevantes do que fala
na forma como uma mensagem é recebida. A voz mais grave aumenta,
por exemplo, a percepção de autoridade que os outros têm sobre seu
dono - e isso pode influenciar até o salário de CEOs e quanto tempo
eles permanecem na empresa.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Mais recentemente, uma série de estudos realizados por Markus
Koppensteiner na Universidade de Viena, na Áustria, examinou a
forma como as pessoas gesticulam - e os resultados são
impressionantes.</p>

<p>Mesmo quando todos os outros fatores são levados em conta, os
gestos manuais sinalizam elementos importantes da personalidade,
como extroversão e autoridade. Os gestos podem inclusive mudar a
percepção sobre a altura física das pessoas, fazendo-as parecer
alguns centímetros mais altas ou mais baixas.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>As descobertas de Koppensteiner lembram a famosa pesquisa sobre
as "posturas de poder", de Amy Cuddy, professora da Universidade
Harvard.</p>

<p>Ela desenvolveu a estratégia de ficar de pé, como uma
supermulher, com as mãos nos quadris e os pés separados. Esses
pequenos gestos de confiança parecem enviar mensagens ao cérebro
para que as pessoas se sintam mais assertivas antes de falar em
público. Nas palavras de Cuddy, a ideia é "fingir até aquilo se
tornar verdade".</p>

<p>A pesquisa de Cuddy foi alvo de críticas, que colocaram em
dúvida a confiabilidade dos resultados, mas trabalhos recentes
mostram que o poder da postura de fato tem enorme influência sobre
a autopercepção.</p>

<p>No entanto, há algumas diferenças importantes com relação às
novas pesquisas. Isso porque as posturas de poder devem ser
realizadas em ambientes privados para aumentar a confiança antes de
uma reunião - e elas são posições estáticas em vez de movimentos
fluidos.</p>

<p>A pesquisa de Koppensteiner, ao contrário, examina o movimento
das mãos de oradores à medida que eles falam e a forma como isso
influencia a percepção de outras pessoas.</p>

<p>Em um estudo típico, o pesquisador seleciona vídeos reais de
discursos de políticos e em seguida os transforma em figuras
animadas para evitar que outros fatores - como suas expressões
faciais - sejam visíveis. Assista a um exemplo (<a
href="https://vimeo.com/13100294">neste link</a>).</p>

<p>Os participantes do estudo tiveram de dar notas aos vídeos
animados em relação a alguns traços de personalidade.</p>

<p>Embora algumas características tenham sido difíceis de perceber
a partir dos gestos manuais, outras foram claramente visíveis.
Extroversão, por exemplo, apareceu relacionada a mais movimentos
das mãos, pontuados com apenas alguns momentos de imobilidade.</p>

<p>Percepções de autoridade, enquanto isso, surgiram com movimentos
verticais - se suas mãos se movem a partir do nível da tribuna a,
digamos, a altura do ombro. As pessoas que frequentemente fazem
esse tipo de gesto expansivo tendem a ser vistas como menos
agradáveis, porém mais dominantes. "Esse é um resultado muito
consistente, que se percebe em vários de meus artigos", disse
Koppensteiner.</p>

<p>Em um artigo particularmente surpreendente de 2015, o autor
descobriu que essa avaliação da personalidade, baseadas apenas em
figuras silenciosas dos indivíduos, era capaz de prever a
quantidade de aplausos que os políticos representados na animação
realmente receberam.</p>

<p>Mas essas avaliações também previram se os políticos foram
vaiados ou interpelados - sugerindo que os gestos de autoridade
podem ser percebidos como positivos ou negativos, dependendo do
contexto. Talvez, em circunstâncias equivocadas, esses gestos
possam ser vistos também como arrogantes, agressivos ou
autoritários.</p>

<h2>Histórias irreais</h2>

<p>&nbsp;</p>

<p>Além de alterar a percepção de autoridade, os movimentos
verticais também influenciaram na estimativa da altura do
interlocutor. "Se as figuras movem seus braços para cima e para
baixo com vigor e com vários movimentos expansivos, elas são
percebidas como mais altas", explicou.</p>

<p>O mecanismo psicológico exato por trás desse fenômeno não está
claro. Como estudos anteriores mostraram que pessoas mais altas são
naturalmente consideradas melhores líderes, é possível que os
movimentos criem uma ilusão visual de aumento da altura,
contribuindo para a percepção de autoridade. Mas isso também
poderia funcionar na direção contrária: mais autoridade leva a uma
percepção alterada sobre estatura.</p>

<p>"Sabemos que se as pessoas com posições de status mais elevadas
são percebidas como mais altas", contou Koppensteiner. Ele lembra,
por exemplo, que as pessoas comumente superestimam a altura do ator
Tom Cruise (1,72m). Embora isso possa ocorrer por conta do truques
de câmera, também pode ter relação com a forma como ele projeta sua
confiança.</p>

<p>Os resultados de Koppensteiner parecem reforçar as conclusões de
estudos menos formais. Autora e treinadora de linguagem corporal,
Vanessa Van Edwards, por exemplo, analisou centenas de palestras
TED Talks para compreender por que algumas apresentações viralizam
enquanto outras geram pouco interesse - mesmo quando tratam de
tópicos semelhantes e transmitem mensagens igualmente
atraentes.</p>

<p>Ela descobriu que a maioria dos vídeos bem-sucedidos tinha quase
o dobro de gestos manuais (465 contra 272). Em linha com a pesquisa
de Koppensteiner, o número de gestos expansivos também previa a
avaliação de espectadores ao carisma e à competência dos
oradores.</p>

<p>É bom enfatizar que Koppensteiner ainda não testou se as pessoas
podem imitar estes gestos expansivos para mudar a forma como são
percebidas. Mas ele suspeita que muitas pessoas já empregam esse
recurso em suas performances, embora isso seja mais fácil para
alguns tipos de personalidade do que para outros. "Você pode
produzir certos comportamentos, resultados e impressões nas
pessoas, mas há limites", garante.</p>

<p>Como falar em público é frequentemente apontado como uma de
nossas maiores fobias, qualquer dica para melhorar essa experiência
certamente será bem-vinda. Deixe suas mãos falarem por você, e você
perceberá que as palavras falam por si.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Autor: David Robson</p>

<p>Fonte: <a
href="http://www.bbc.com/capital/story/20180605-does-the-way-you-speak-give-away-how-much-you-earn">
Da BBC Capital</a></p>

<p><strong>Vejam também:</strong></p>

<p><a
href="http://grupotreinar.com.br/treinamentos/comunica%C3%A7%C3%B5es/curso-de-orat%C3%B3ria-a-arte-de-falar-bem-e-fazer-apresenta%C3%A7%C3%B5es-em-p%C3%BAblico.aspx">
Curso de Oratória: A arte&nbsp; de falar&nbsp; bem e fazer&nbsp;
apresentações em público</a>;</p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos.aspx?a=2480&amp;l=&amp;e=&amp;r=&amp;c=&amp;d=">
Técnicas de comunicação escrita para executivos</a>;</p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/desenvolvimento-pessoal/curso-tecnicas-de-apresenta%C3%A7%C3%A3o-falar-para-liderar.aspx">
Curso Técnicas de Apresentação - Falar para liderar</a>;&nbsp;</p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/marketing-vendas/curso-tecnicas-de-vendas-e-negocia%C3%A7%C3%A3o-de-projetos-empresariais.aspx">
Curso Técnicas de Vendas e Negociação de Projetos
Empresariais</a></p>

<p><strong>.</strong></p>

<p>&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>Dicas de filmes para quem gosta de psicologia e filosofia</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2018/7/22/dicas-de-filmes-para-quem-gosta-de-psicologia-e-filosofia.aspx</link><pubDate>Sun, 22 Jul 2018 10:03:30 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2018/7/22/dicas-de-filmes-para-quem-gosta-de-psicologia-e-filosofia.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p style="text-align: center;"><img src="/media/751254/__cinema.jpg" alt="Cinema"/></p>

<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>

<p class="MsoTitle"><span
style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: red;">#dicasgrupotreinar
#psicologia #filosofia #cinema #netflix</span></p>

<p class="MsoTitle">&nbsp;</p>

<p><strong>&lt;&lt;<a
href="/media/898293/dicas_de_filmes_para_que_gosta_de_psicologia_e_filosofia.pdf"
 title="Dicas de filmes para quem gosta de psicologia e filosofia">Clique
aqui</a>&gt;&gt; se preferir obter esta relação no formato
PDF.</strong></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Psicologia.&nbsp;&nbsp;</strong></p>

<p>Netflix*</p>

<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0"
style="width: 257px;">
<tbody>
<tr>
<td width="172">
<p style="text-align: center;">Título / Sinopse e detalhes</p>
</td>
<td width="86">
<p style="text-align: center;">Diretor&nbsp; ou&nbsp; Roteiro</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>O Doce Amanhã&nbsp;</p>

<p><span style="text-decoration: underline;"><a
href="http://bit.ly/2uPCbAt">http://bit.ly/2uPCbAt</a></span></p>
</td>
<td width="86">
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Atom_Egoyan">Atom
Egoyan</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p><a href="http://www.adorocinema.com/filmes/filme-211248/">À
Procura</a></p>

<p><a href="http://bit.ly/2uPCbAt">http://bit.ly/2uPCbAt</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Atom_Egoyan">Atom
Egoyan</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>TOWER</p>

<p><a href="http://bit.ly/2uSq8lT">http://bit.ly/2uSq8lT</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-422901/">
Keith
Maitland&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>NISE - O CORAÇÃO DA
LOUCURA&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>

<p><a
href="http://bit.ly/2NvvF9E">http://bit.ly/2NvvF9E</a>&nbsp;&nbsp;
&nbsp;</p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-56121/">
Roberto
Berliner&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>SE ENLOUQUECER, NÃO SE
APAIXONE&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>

<p><a href="http://bit.ly/2LBBzpi">http://bit.ly/2LBBzpi</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a href="/Ryan%20Fleck,%20Anna%20Boden">Yan Fleck,&nbsp;Anna
Boden</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>Dançando em Silêncio</p>

<p><a href="http://bit.ly/2O7Rv4o">http://bit.ly/2O7Rv4o</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-413917/">
Philipp Eichholtz</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>THE MASK YOU LIVE IN</p>

<p><a href="http://bit.ly/2Nwyk2U">http://bit.ly/2Nwyk2U</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-259857/"
 title="Jennifer Siebel Newsom">Jennifer Siebel Newsom</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>O SEGREDO DOS SEUS OLHOS</p>

<p><a href="http://bit.ly/2O6nstC">http://bit.ly/2O6nstC</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-50034/"
 title="Juan José Campanella">Juan José Campanella</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>QUANDO TE CONHECI</p>

<p><a href="http://bit.ly/2uTm2tQ">http://bit.ly/2uTm2tQ</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-458132/"
 title="Drake Doremus">Drake Doremus</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>Life, Animated</p>

<p><a href="http://bit.ly/2Lrz7EY">http://bit.ly/2Lrz7EY</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Roger_Ross_Williams&amp;action=edit&amp;redlink=1"
 title="Roger Ross Williams (página não existe)">Roger Ross
Williams</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>O COMEÇO DA VIDA</p>

<p><a href="http://bit.ly/2LfwYwZ">http://bit.ly/2LfwYwZ</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-614230/"
 title="Estela Renner">Estela Renner</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>O Lado Bom da Vida</p>

<p><a href="http://bit.ly/2JJpxbF">http://bit.ly/2JJpxbF</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-31942/"
 title="David O. Russell">David O. Russell</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>CISNE NEGRO</p>

<p><a href="http://bit.ly/2LEP6MM">http://bit.ly/2LEP6MM</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-22682/"
 title="Darren Aronofsky">Darren Aronofsky</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>PSICOPATA AMERICANO</p>

<p><a href="http://bit.ly/2uDRqx2">http://bit.ly/2uDRqx2</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-32968/"
 title="Mary Harron">Mary Harron</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>Amnésia</p>

<p><a href="http://bit.ly/2uUgm2F">http://bit.ly/2uUgm2F</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-30367/"
 title="Christopher Nolan">Christopher Nolan</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>BELEZA AMERICANA</p>

<p><a href="http://bit.ly/2mwUu9M">http://bit.ly/2mwUu9M</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-34455/"
 title="Sam Mendes">Sam Mendes</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>Clube da Luta</p>

<p><a href="http://bit.ly/2A6wHay">http://bit.ly/2A6wHay</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-15709/"
 title="David Fincher">David Fincher</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>SEVEN - OS SETE CRIMES CAPITAIS</p>

<p><a href="http://bit.ly/2myNYiT">http://bit.ly/2myNYiT</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-15709/"
 title="David Fincher">David Fincher</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>Taxi Driver</p>

<p><a href="http://bit.ly/2O86mvq">http://bit.ly/2O86mvq</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Martin_Scorsese">Martin
Scorsese</a></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="172">
<p>Um Corpo Que Cai</p>

<p><a href="http://bit.ly/2mDm70N">http://bit.ly/2mDm70N</a></p>
</td>
<td width="86">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-1061/"
 title="Alfred Hitchcock">Alfred Hitchcock</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>

<p>&nbsp;</p>

<p><em>*tenha em conta que o Netflix muitas vezes retira alguns
filmes do catálogo e em alguns casos republica-os.</em></p>

<p>&nbsp;</p>

<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="136" valign="bottom">
<p style="text-align: center;">Título / Sinopse e detalhes</p>
</td>
<td width="123" valign="bottom">
<p style="text-align: center;">Diretor&nbsp; ou&nbsp; Roteiro</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="136" valign="bottom">
<p>Divertida Mente</p>

<p><a href="http://bit.ly/2A19eaz">http://bit.ly/2A19eaz</a></p>
</td>
<td width="123" valign="bottom">
<p><a
href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-35020/"
 title="Pete Docter">Pete Docter</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Filosofia.&nbsp;&nbsp;</strong></p>

<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0"
style="width: 365px;">
<tbody>
<tr>
<td width="365">
<p><strong>Matrix (Andy Wachowski e Lana Wachowski, 1999)</strong>.
Em um futuro próximo, Thomas Anderson (Keanu Reeves), um jovem
programador de computador que mora em um cubículo escuro, é
atormentado por estranhos pesadelos nos quais encontra-se conectado
por cabos e contra sua vontade, em um imenso sistema de
computadores do futuro. Em todas essas ocasiões, acorda gritando no
exato momento em que os eletrodos estão para penetrar em seu
cérebro. À medida que o sonho se repete, Anderson começa a ter
dúvidas sobre a realidade. Por meio do encontro com os misteriosos
Morpheus (Laurence Fishburne) e Trinity (Carrie-Anne Moss), Thomas
descobre que é, assim como outras pessoas, vítima do Matrix, um
sistema inteligente e artificial que manipula a mente das pessoas,
criando a ilusão de um mundo real enquanto usa os cérebros e corpos
dos indivíduos para produzir energia. Morpheus, entretanto, está
convencido de que Thomas é Neo, o aguardado messias capaz de
enfrentar o Matrix e conduzir as pessoas de volta à realidade e à
liberdade.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Waking Life (Richard Linklater, 2001)</strong>. Após não
conseguir acordar de um sonho, um jovem passa a encontrar pessoas
da vida real em seu mundo imaginário, com quem têm longas conversas
sobre os vários estados da consciência humana e discussões
filosóficas e religiosas.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Descartes (Roberto Rossellini, 1974)</strong>. Descartes
(1974), filósofo antecessor de Blaise Pascal na afirmação da
racionalidade e do método científico.</p>

<p>Rossellini extrai trechos inteiros de algumas das obras
fundamentais do pensador, como O Discurso do Método (1637) e as
Meditações Metafísicas (1641), para compor as ações "dramáticas" do
personagem. São procedimentos teóricos de Descartes, cuja função
seria fundar a autonomia do pensamento racional diante da fé. Vale
dizer que, naquela época, toda démarche racionalista tinha de ser,
também, uma negociação com a autoridade religiosa. Donde, nas
Meditações, Descartes precisar, primeiro, ocupar-se das provas da
existência de Deus, para apenas depois afirmar que o Cogito (a
Razão) se sustenta por si só. "Eu sou, eu existo", deduz, pelo
simples fato de pensar. A conclusão entrou para a história do
conhecimento como a frase famosa "Penso, logo existo".</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>O Estrangeiro (Luchino Visconti, 1967)</strong>. Filme
centralizado na figura de Mersault, um homem frio, de um vazio
absurdo, que não mostra a mínima reação frente a morte da mãe, um
assassinato, uma condenação.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Quero Ser John Malkovich (Spike Jonze, 1999)</strong>.
Um homem (John Cusack) consegue um novo emprego no 7º e meio andar
de um edifício comercial, onde todos os funcionários devem andar
curvados. Lá encontra uma porta, escondida, que leva quem
ultrapassá-la até a mente do ator John Malkovich, onde pode
permanecer durante 15 minutos, até ser cuspido numa estrada na
saída de Nova Jersey. Impressionado com a descoberta, resolve
alugar a passagem para outras pessoas, dentre elas o próprio John
Malkovich.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>A.I. Inteligência Artificial (Steven Spielberg,
2001)</strong>. Na metade do século XXI, o efeito estufa derreteu
uma grande parte das colatas polares da Terra, fazendo com que boa
parte das cidades litorâneas do planeta fiquem parcialmente
submersas. Para controlar este desastre ambiental a humanidade
conta com o auxílio de uma nova forma de computador independente,
com inteligência artificial, conhecido como A.I. É neste contexto
que vive o garoto David Swinton (Haley Joel Osment), que irá passar
por uma jornada emocional inesquecível.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Viver (Akira Kurosawa, 1952)</strong>. Burocrata de
longa data, que não liga para nada que não o interessa, descobre
que está com câncer. Decide, então, construir um playground em seu
bairro, tentando descobrir um sentido para sua vida.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Pi (Darren Aronofsky, 1998)</strong>. Em plena Manhattan
vive Max (Sean Gullette), um jovem gênio da matemática e computação
que vive escondido da luz do sol, que lhe dá constantes dores de
cabeça, e evita o contato com outras pessoas. Max conseguiu
construir um supercomputador que o fez com que compreendesse toda a
existência da vida na Terra, já que percebeu que todos os eventos
se repetiam após um determinado espaço de tempo. Com isso Max pôde
adivinhar o que viria a acontecer no mercado da bolsa de valores,
já que conhecia as tendências que se repetiriam, e passa a ser
cobiçado por representantes de Wall Street e também por uma seita
que busca decifrar os mistérios da Torá.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Stalker (Andrei Tarkovsky, 1979)</strong>. Após a
suposta queda de meteoritos numa região do planeta, essa região
adquire propriedades estranhas e é chamada de Zona. Dentro da Zona,
diz a lenda ter o Quarto, que seria um lugar onde todos os seus
desejos são realizados. Temendo que a população invada a Zona à
procura do Quarto, o exército a isola, mas eles próprios não têm
coragem de entrar nela. Apenas alguns poucos, chamados Stalkers,
têm habilidade suficiente para entrar e sobreviver lá dentro. Um
dia, um escritor famoso e um físico contratam um Stalker para os
guiarem ao Quarto, sem exatamente saber o que procuram.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Solaris (Andrei Tarkovsky, 1972).</strong> Solaris é um
planeta distante, que vem sendo constantemente estudado há décadas,
e cujo mistério sobre seu oceano ainda não foi esclarecido, nem
seus efeitos. Por falta de interesse e resultados, a solarística
está morrendo; aliado a isto, os membros na estação espacial que
orbita o planeta estão sendo afetados pelo oceano. Por conta disto,
o psicólogo Kelvin - conhecido de um dos doutores da solarística e
amigo de um dos tripulantes - é mandado para a estação para
averiguar a situação. Lá, ele percebe aos poucos que Solaris é,
mais que um planeta, um espelho da alma.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Morangos Silvestres (Ingmar Bergman, 1957)</strong>. A
caminho de uma cerimônia de premiação numa universidade, um médico
é assediado por situações e personagens que o conduzem a um
mergulho em sua vida pregressa.</p>

<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>O Sétimo Selo (Ingmar Bergman, 1957)</strong>. Após dez
anos, um cavaleiro (Max Von Sydow) retorna das Cruzadas e encontra
o país devastado pela peste negra. Sua fé em Deus é sensivelmente
abalada e enquanto reflete sobre o significado da vida, a Morte
(Bengt Ekerot) surge à sua frente querendo levá-lo, pois chegou sua
hora. Objetivando ganhar tempo, convida-a para um jogo de xadrez
que decidirá se ele parte com a Morte ou não. Tudo depende da sua
vitória no jogo e a Morte concorda com o desafio, já que não perde
nunca.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>2001 - Uma Odisséia no Espaço (Stanley Kubrick,
1968).</strong> Desde a "Aurora do Homem" (a pré-história), um
misterioso monolito negro parece emitir sinais de outra civilização
interferindo no nosso planeta. Quatro milhões de anos depois, no
século XXI, uma equipe de astronautas liderados pelo experiente
David Bowman (Keir Dullea) e Frank Poole (Gary Lockwood) é enviada
à Júpiter para investigar o enigmático monolito na nave Discovery,
totalmente controlada pelo computador HAL 9000. Entretanto, no meio
da viagem HAL entra em pane e tenta assumir o controle da nave,
eliminando um a um os tripulantes.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Blade Runner - O Caçador de Andróides (Ridley Scott,
1982)</strong>. No início do século XXI, uma grande corporação
desenvolve um robô que é mais forte e ágil que o ser humano e se
equiparando em inteligência. São conhecidos como replicantes e
utilizados como escravos na colonização e exploração de outros
planetas. Mas, quando um grupo dos robôs mais evoluídos provoca um
motim, em uma colônia fora da Terra, este incidente faz os
replicantes serem considerados ilegais na Terra, sob pena de morte.
A partir de então, policiais de um esquadrão de elite, conhecidos
como Blade Runner, têm ordem de atirar para matar em replicantes
encontrados na Terra, mas tal ato não é chamado de execução e sim
de remoção. Até que, em novembro de 2019, em Los Angeles, quando
cinco replicantes chegam à Terra, um ex-Blade Runner (Harrison
Ford) é encarregado de caçá-los.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Minha Noite Com Ela (Eric Rohmer, 1969)</strong>.
Jean-Louis (Jean-Louis Trintignant) é um fervoroso católico que
encontrou sua parceira ideal, Françoise (Marie-Christine Barrault),
em uma missa. Ele se encontra com Vidal (Antoine Vitez), seu amigo,
que o convida para conhecer sua atual namorada, Maud (Françoise
Fabian). Após passarem a noite discutindo filosofia e religião,
Vidal volta para casa e deixa Jean-Louis e Maud sozinhos. Quarto
filme da série Seis Contos Morais.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Festim Diabólico (Alfred Hitchcock, 1948).</strong> Na
cidade de Nova York, Brandon e Phillip assassinam seu amigo David,
por considerarem-se superiormente intelectuais em relação a ele.
Com toda a frieza e arrogância, resolvem provar para eles mesmos
sua habilidade e esperteza: esconderão o cadáver em um grande baú,
que servirá como mesa e estará exposto no meio da sala de estar do
apartamento deles, durante uma festa que realizarão logo em
seguida.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Asas do Desejo (Wim Wenders, 1987).</strong> Na Berlim
pós-guerra, dois anjos perabulam pela cidade. Invisíveis aos
mortais, eles lêem seus pensamentos e tentam confortar a solidão e
a depressão das almas que encontram. Entretanto, um dos anjos, ao
se apaixonar por uma trapezista, deseja se tornar um humano para
experimentar as alegrias de cada dia.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Paris, Texas (Wim Wenders, 1984)</strong>. Um homem é
encontrado exausto e sem memória, em um deserto ao sul dos EUA. Aos
poucos ele vai se recordando de sua vida, sendo acolhido pelo irmão
Walt, que é casado com Anne. Com eles vive também Alex, filho do
homem sem memória, que aos poucos volta a se identificar com o
pai.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Amarcord (Federico Fellini, 1973)</strong>. Através dos
olhos de Titta (Bruno Zanin), um garoto impressionável, o diretor
dá uma olhada na vida familiar, religião, educação e política dos
anos 30, quando o fascismo era a ordem dominante. Entre os
personagens estão o pai e a mãe de Titta, que estão constantemente
batalhando para viver, além de um padre que escuta confissões só
para dar asas à sua imaginação anti-convencional.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>The Professional (Dusan Kovacevic, 2003)</strong>. Até
recentemente um professor universitário, escritor boêmio, membro
dos círculos intelectuais de Belgrado e um passional oponente do
regime de Milosevic, Teja é um gerente de uma grande casa de
publicações. Um dia, ele recebe a visita inesperada de Luka, agente
aposentado do Serviço de Segurança Sérvio. E então, durante a
visita, começam-se os confrontos entre eles, cheios de viradas
brilhantes. O que vemos é uma crônica de uma era, a partir de
incríveis situações, quase sempre comoventes, às vezes engraçadas,
até os mais sombrios eventos e histórias de guerra, durante o fim
do século XX.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Fahrenheit 451 (François Truffaut, 1966).</strong> Em um
Estado totalitário em um futuro próximo, os "bombeiros" têm como
função principal queimar qualquer tipo de material impresso, pois
foi convencionado que literatura um propagador da infelicidade.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Cidade dos Sonhos (David Lynch, 2001).</strong> Um
acidente automobilístico na estrada Mulholland Drive, em Los
Angeles, dá início a uma complexa trama que envolve diversos
personagens. Rita (Laura Harring) escapa da colisão, mas perde a
memória e sai do local rastejando para se esconder em um edifício
residencial que é administrado por Coco (Ann Miller). É nesse mesmo
prédio que vai morar Betty (Naomi Watts), uma aspirante a atriz
recém-chegada à cidade que conhece Rita e tenta ajudar a nova amiga
a descobrir sua identidade. Em outra parte da cidade o cineasta
Adam Kesher (Justin Theroux), após ser espancado pelo amante da
esposa, é roubado pelos sinistros irmãos Castigliane.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Dogville (Lars Von Trier, 2003)</strong>. Anos 30,
Dogville, um lugarejo nas Montanhas Rochosas. Grace (Nicole
Kidman), uma bela desconhecida, aparece no lugar ao tentar fugir de
gângsters. Com o apoio de Tom Edison (Paul Bettany), o
auto-designado porta-voz da pequena comunidade, Grace é escondida
pela pequena cidade e, em troca, trabalhará para eles. Fica
acertado que após duas semanas ocorrerá uma votação para decidir se
ela fica. Após este "período de testes" Grace é aprovada por
unanimidade, mas quando a procura por ela se intensifica os
moradores exigem algo mais em troca do risco de escondê-la. É
quando ela descobre de modo duro que nesta cidade a bondade é algo
bem relativo, pois Dogville começa a mostrar seus dentes. No
entanto Grace carrega um segredo, que pode ser muito perigoso para
a cidade.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>O Viajante (Volker Schlöndorff, 1991).</strong> Walter
Faber é um engenheiro renomado, dedicado exclusivamente ao
trabalho, que num cruzeiro de Nova Iorque para Paris, conhece
Sabeth, uma atraente jovem por quem acaba se apaixonando. Mas este
envolvimento cercado de coincidências, provoca uma estrondosa
revelação do passado de ambos. Baseado no bestseller 'Homo Faber'
de Max Frish.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>W.R. - Mistérios do Organismo (Dusan Makavejev,
1971)</strong>. "O diretor gênio-louco-polêmico iugoslavo Dusan
Makajevev parte de um documentário até certo ponto tradicional
sobre a vida e obra do também polêmico psiquiatra Wilhelm Reich
(morto maldito em 1957) para desaguar nas loucuras sexualmente
ativas do fim dos anos 60 nos Estados Unidos. É um caleidoscópio
psicodélico-documental sobre vários ícones da contracultura sexual
norte-americana. Há o pessoal da revista sacana Screw, as mulheres
do Plaster Caster (que moldavam pênis eretos de grandes estrelas),
o vocalista do The Fugs masturbando uma metralhadora nas ruas de
Nova York, terapias de ´grito primal´, uma artista que só desenha
pessoas se masturbando, transformista atriz de Andy Warhol falando
sobre sua "nova vida"…</p>

<p>Fazendo contraponto, há cenas filmadas na Iugoslávia que
relacionam diretamente as idéias sexualmente libertadoras do Mr.
Reich com o socialismo. Uma moça meio pirada proclama para as
massas que o socialismo só é possível com a liberdade sexual (é
óbvio que o filme, cujo lema é FUCK FREE, foi imediatamente banido
no país). O filme ainda dá vários cutucões na relação entre a União
Soviética e a Iugoslávia. Um bailarino russo, artísta-herói,
aparece e conquista a iugoslava revolucionária, mas ele é
impotente… Isso com imagens de Stalin, Lenin e tudo mais…"</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Os Trapaceiros (Marcel Carné, 1958)</strong>. As
experiências de um grupo de jovens, em Saint-Gremain-des-Prés, que
se deslocam entre a apatia, sonhos irrealizaveis e desprezo pelo
que acontece ao seu redor. Entre eles estão Bob e Mic, que se
conhecem em uma festa e logo são atraídos um pelo outro: enquanto
Bob parece mais responsável, o único desejo de Mic é possuir um
carro de luxo.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Intimidade (Patrice Chéreau, 2001)</strong>. Jay (Mark
Rylance) e Claire (Kerry Fox) formam um casal que vive uma relação
passional, onde se encontram todas as tardes de quarta-feira por um
único motivo: sexo. O casal segue um ritual: tiram as roupas, fazem
amor, se vestem e partem sem dizer uma só palavra. Sempre se sentem
um pouco embaraçados, mas nada têm a dizer um ao outro e também
nada sabem sobre suas vidas. Um dia, Jay decide conhecer melhor sua
parceira. Ele a segue e descobre que ela é uma atriz, casada e com
um filho. Seu marido é um simpático taxista, com quem Jay faz
amizade. Ao saber do fato, Claire desaparece. Mas Jay não se
conforma e parte em seu encalço.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Maridos e Esposas (Woody Allen, 1992)</strong>. O casal
Gaby Roth (Woody Allen) e Judy Roth (Mia Farrow) recebem chocados a
notícia de que Jack (Sydney Pollack) e Sally (Judy Davis), um casal
muito amigo deles, está se separando, muito provavelmente pelo fato
de Gabe e Judy também estarem se distanciando e agora tomarem
consciência disto. Assim, enquanto Jack e Sally tentam conhecer
novas pessoas, o casamento de Gabe e Judy se mostra desgastado e
eles começam a se sentir atraídos por outras pessoas.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Acossado (Jean-Luc Godard, 1960).</strong> Após roubar
um carro em Marselha, Michel Poiccard (Jean-Paul Belmondo) ruma
para Paris. No caminho mata um policial, que tentou prendê-lo por
excesso de velocidade, e em Paris persuade a relutante Patricia
Franchisi (Jean Seberg), uma estudante americana com quem se
envolveu, para escondê-lo até receber o dinheiro que lhe devem.
Michel promete a Patricia que irão juntos para a Itália, no entanto
o crime de Michel está nos jornais e agora não há opção. Ele fica
escondido no apartamento de Patricia, onde conversam, namoram, ele
fala sobre a morte e ela diz que quer ficar grávida dele. Ele perde
a consciência da situação na qual se encontra e anda pela cidade
cometendo pequenos delitos, mas quando é visto por um informante
começa o final da sua trágica perseguição.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Mentiras de Guerra (Emir Kusturica, 1995)</strong>.
Palma de Ouro no Festival de Cannes, o filme do cineasta iugoslavo
Emir Kusturica mostra, com humor negro e em tom de fábula, a
situação conflituosa de seus país. O filme conta a história de
Marko, proprietário de uma fabrica clandestina de armas (o
Underground do título) que usa policiais refugiados como mão de
obra. Tudo começa na Segunda Guerra e, por amor de uma mulher,
Marco mantém seus colegas refugiados por lá durante 20 anos</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>$9.99 (Tatia Rosenthal, 2008)</strong>. Animação sobre
grupo de pessoas que vive em um apartamento em Sidney e busca um
sentido para suas vidas.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Sócrates (Roberto Rossellini, 1971).</strong> Com
direção do mestre italiano Roberto Rossellini (Roma, Cidade
Aberta), esta superprodução européia é a cinebiografia de Sócrates
(470 - 333 a.C.), um dos maiores filósofos da Humanidade. Este DVD
traz ainda um revelador depoimento de Roberto Bolzani, professor de
Filosofia (USP) e especialista em filosofia socrática. Rossellini
mostra o final da vida de Sócrates, em especial seu julgamento e
sua condenação à morte, com destaque para os célebres diálogos
socráticos: "Apologia", discurso de defesa do filósofo; "Críton",
em que um dos seus discípulos tenta convencê-lo a fugir da prisão;
e "Fédon", com seus últimos ensinamentos antes de tomar a cicuta.
Inédito no Brasil, Sócrates é mais uma aula de cinema de Rossellini
e um programa obrigatório para os interessados em Filosofia.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Exílios (Tony Gatlif, 2004)</strong>. O músico Zano
(Romain Duris) propõe à sua amante Naïma (Lubna Azabal) que ambos
façam uma viagem até a Argélia, país de onde seus pais emigraram
décadas atrás. Eles atravessam a França e a Espanha até que,
tomados por um forte sentimento de liberdade, abandonam-se aos
ritmos sensuais da Andaluzia. De um encontro a outro, eles cruzam o
Mediterrâneo e terminam a viagem com a promessa da descoberta de si
mesmos.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Quem Somos Nós? Uma Nova Evolução (Betsy Chasse e
William Arntz, 2006)</strong>. O filme apresenta entrevistas com
especialistas em ciência e espiritualidade.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Nu (Mike Leigh, 1993).</strong> O filme é uma obra em
movimento. David Thewlis interpreta um homem sem lar e sem
perspectivas que estupra uma mulher e foge, invadindo e mudando os
rumos das vidas de várias pessoas que encontra. Thewlis vira
carrasco, bálsamo, incitador, vítima, dependendo de quem cruza seu
caminho. Parece um anjo/demônio boêmio que vem para provocar
reações. Sua rudeza com uma mulher de meia-idade que se exibe na
janela contrasta com seus conselhos metafísicos para o vigilante
que a olha. Nu despe o espectador de qualquer procura por coerência
narrativa. O que importa aqui é investigar almas.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Se… (Lindsay Anderson, 1968)</strong>. Em uma escola
pública inglesa estuda o jovem Mick Travis (Malcolm McDowell). Ele
lidera um grupo de alunos rebeldes, os Crusaders. Insatisfeitos com
o opressor sistema educacional, eles planejam uma grande
vingança.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Nina (Heitor Dhalia, 2004)</strong>. Nina (Guta
Stresser) é uma jovem de sensibilidade agudíssima e mente
fragilizada, que procura meios de sobrevivência numa metrópole
desumana. A proprietária do apartamento onde mora, Dona Eulália
(Myriam Muniz), uma velha mesquinha e exploradora, parece ter
prazer em esmagar a vontade da sua inquilina exaurida. Em meio aos
desenhos que faz em toda a parte e vivendo a agitada cena
eletrônica de São Paulo, Nina mergulha nos fantasmas de seu
inconsciente até acabar envolvida em um crime.</p>

<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>O Sol Enganador (Nikita Mikhalkov, 1994).</strong> Num
dia de verão em 1936, coronel reformado que vive no campo com
esposa Maroussia e a filha, recebe a visita do misterioso e
atraente Dimitri que, além de apaixonado por sua mulher, é oficial
da polícia política de Stalin.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Arrependimento Sem Perdão (Tengiz Abuladze,
1984)</strong>. O prefeito linha-dura de uma cidade russa morre e,
após o funeral, seu cadáver começa a aparecer seguidamente, mesmo
depois de ser enterrado diversas vezes. A polícia acaba acusando
uma moradora pelo fato e ela afirma que ele não deve descansar,
pois foi responsável por um regime autoritário e pelo
desaparecimento de diversas pessoas.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>A Hora do Lobo (Ingmar Bergman, 1968).</strong> Pintor
(Max von Sydon) e sua esposa (Liv Ullmann) vão morar em uma ilha
bastante afastada da sociedade. Lá, em meio a intensos conflitos
psicológicos, o casal conhece um misterioso grupo de pessoas que
passa a trazer angústias ainda maiores às suas vidas, levando-os a
relembrar fatos passados e questionar a própria lucidez.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Nostalgia (Andrei Tarkovsky, 1983)</strong>. Jornada
mística do poeta russo Andrei Gorchakov à Itália em busca de um
novo modo de vida. Depois de 3 meses, viajando em companhia de
Eugenia, uma atriz italiana, chegam a um pequeno vilarejo ao norte
da Itália. Frustrado e deprimido por ainda não ter encontrado seu
caminho, Gorchakov mergulha em seu passado, isolando-se em
impenetrável silêncio.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>O Sacrifício (Andrei Tarkovsky, 1986).</strong>
Alexander, um jornalista e ex-ator e filósofo, diz ao filho pequeno
como ele está preocupado com a falta de espiritualidade da
humanidade moderna. Na noite de seu aniversário, a terceira guerra
mundial irrompe. Em seu desespero Alexander transforma-se em uma
oração a Deus, oferecendo seu tudo para que a guerra não tenha
realmente acontecido.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>A Palavra (Carl Theodor Dreyer, 1955).</strong> Uma
família de fazendeiros, unida por fortes laços emocionais, passa
por momentos de tensões provocados por pequenas desavenças. Sua
rotina, após retorno de um dos filhos do patriarca, é modificada
pela sua aparente loucura, que tudo indica, deriva de um estudo
radical teosófico, que o fez acreditar ser Jesus Cristo. Nem todos
aceitam que Johannes Borgen seja demente e fanático. E essa
situação estará à prova, depois que um ente querido fica doente.
Adaptação da peça teatral de Kaj Munk, pastor e dramaturgo, muito
conhecido nos países escandinavos, que foi assassinado pelos
nazistas. A Palavra é considerado uma obra-prima dentre os filmes
que exploram o poder da fé, do amor e do sobrenatural. Isso se deve
a maneira "realista" e "naturalista" que enfoca o tema.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Dead Man (Jim Jarmusch, 1995).</strong> Dead Man é a
história da viagem física e espiritual, de um jovem, num território
hostil e selvagem. William Blake (Johnny Depp) viaja para as mais
longínquas fronteiras do oeste americano, perdido, gravemente
ferido e, perseguido por pistoleiros, encontra um nativo americano
chamado "Ninguém", que acredita que Blake seja na realidade o poeta
inglês. Belíssimo road movie do oeste, com características
existencialistas e ritmo hipnótico, moldurado por paisagens
deslumbrantes e atemporal. Dead Man, tornou-se uma obra-prima por
re-inventar um gênero, que já tinha sido explorado a exaustão, um
western sensível, misterioso e filosófico.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>eXistenZ (David Cronenberg, 1999).</strong> Uma renomada
designer (Jennifer Jason Leigh) de jogos de realidade virtual,
criadora de um novo jogo interativo chamado eXistenZ, é vítima de
uma intensa perseguição por fanáticos religiosos que querem
assassiná-la. Em fuga, é forçada a se esconder com um guarda de
segurança novato (Jude Law), decidido a protegê-la. Porém, durante
a perseguição os dois experimentam um mundo onde os limites entre a
fantasia e a realidade não existem e nada é o que parece ser.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Blow-Up - Depois Daquele Beijo (Michelangelo Antonioni,
1966)</strong>. Inspirado no conto de Julio Cortázar "Las babas del
Diabo", a história é sobre um fotógrafo profissional, Thomas, cujas
ampliações de fotos que ele tirou secretamente de um casal revelam
(ou parecem revelar) um assassinato em progresso. Michelangelo
Antonioni (premiado em Cannes) faz um estudo influente e cheio de
estilo sobre a paranoia e a desorientação.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Dersu Uzala (Akira Kurosawa, 1975)</strong>. Drama
contemplativo realizado por Kurosawa quando exilado do Japão. A
Rússia financiou a história, passada no fim do século 19, que narra
a aventura de um explorador e cartógrafo russo na Sibéria, onde
pretende mapear toda a região. Para isso conta com ajuda de caçador
mongol. Oscar de melhor filme estrangeiro.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Danton - O Processo da Revolução (Andrzej Wajda,
1983)</strong>. Na primavera de 1794, Danton (Gérard Depardieu)
retorna a Paris e constata que o Comitê de Segurança, sob a
incitação de Robespierre (Wojciech Pszoniak), inicia várias
execuções em massa. O povo, que já passava fome, agora vive um medo
constante, pois qualquer coisa que desagrade o poder é considerado
um ato contrarrevolucionário. Nem mesmo Danton, um dos líderes da
Revolução Francesa, deixa de ser acusado. Os mesmos revolucionários
que promulgaram a Declaração de Direitos do Homem implantaram agora
um regime onde o terror impera. Confiando no apoio popular, Danton
entra em choque com Robespierre, seu antigo aliado, que detém o
poder. O resultado deste confronto é que Danton acaba sendo levado
a julgamento, onde a liberdade, a igualdade e a fraternidade foram
facilmente esquecidas.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>O Fantasma da Liberdade (Luis Buñuel, 1974).</strong>
Várias situações independentes se sucedem, num filme episódico,
sempre ligadas por um dos personagens. Mais uma parceria de Luis
Buñuel com o roteirista Jean-Claude Carrière. Trama surreal e
livre, uma sátira onírica e nonsense, na qual o diretor apela para
a total inversão de valores no ataque à religião, à pátria e à
família. O humor é erótico e violento.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>O Decameron (Pier Paolo Pasolini, 1971)</strong>.
Baseado nos eternos clássicos de Boccaccio - e o primeiro filme da
Trilogia da Vida de Pasolini - Decameron é uma "irreverente
travessura" (Variety), "positivamente triunfante em sua malícia"
(Films and Filming)! Freiras devassas que realizam "milagres"
sexuais, uma esposa traiçoeira com habilidade para negócios, um
artista tuberculoso à beira da morte que tenta trapacear com o Céu,
jovens amantes apanhados com as calças na mão, um criado que perde
a cabeça por amor e um simplório fazendeiro que tenta transformar
sua esposa numa égua. Estas são apenas algumas das histórias que
Pasolini traz à vida com maestria!</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Lago de Fogo (Tony Kaye, 2007).</strong> O polêmico
documentário mostra os dois lados da questão do aborto.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>Além do bem e do mal (Liliana Cavani, 1977)</strong>. O
título do filme é também da obra do filósofo alemão Friedrich
Nietzsche. Inspirado na história ocorrida entre Nietzsche, Paul Rée
e Lou Andreas-Salomé, em que eles tentam a construção de um
triângulo amoroso na Roma do século XIX. Em 1882, em um hotel na
Piazza della Minerva, Paul Rée deixa seu amigo Fritz (Friedrich
Nietzsche) entre prostitutas e ópio para ir a uma festa onde
conhece Lou Andreas-Salomé, uma jovem russo-judaica. O rapaz decide
se casar com ela para esquecer Fritz , mas Lou é uma mulher que
precisa de liberdade acima de tudo. Assim começa um triângulo
amoroso entre os três, o que desperta a indignação de Elisabeth,
irmã de Friedrich, e que é apaixonada por seu irmão. A
interpretação de algumas ideias de Nietzsche são transpostas
visualmente na tentativa de fazê-las compreensíveis e atraentes. A
ideia nietzschiana do mundo dionisíaco se mostra em diferentes
envolvimentos sexuais.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td width="365">
<p><strong>O Guia Pervertido do Cinema (Sophie Fiennes,
2006)</strong>. O filme conduz o espectador através de uma
estimulante viagem por alguns dos maiores filmes de sempre. O guia
e apresentador é Slavoj Zizek (lê-se Slavói Chichec), o carismático
filósofo e psicanalista esloveno. Na sua apaixonada abordagem ao
pensamento, vasculha a linguagem escondida do cinema, revelando o
que os filmes podem dizer-nos sobre nós próprios. Seja destrinçando
os enigmáticos filmes de David Lynch, ou deitando por terra tudo o
que se pensava saber sobre Hitchcock. O filme estrutura-se a partir
do próprio mundo dos filmes que discute; filmado em ambientes
originais ou em réplicas dos cenários, cria-se a ilusão que Zizek
fala a partir do interior dos próprios filmes. "The Birds" e
"Psycho", de Hitchcock são abordados por Zizek, considerando que
aquele realizador é, provavelmente, o mais freudiano de todos.
Prestem atenção à comparação que Zizek faz entre os três andares da
assustadora mansão de Norman Bates ("Psycho") e o conceito
freudiano de Id, Ego e Superego. O psicanalista esloveno expõe os
seus argumentos de forma tão natural e convincente e ao mesmo tempo
tão rápida, que a nossa mente começa a girar vertiginosamente. Está
estruturada em três partes: a primeira, está dedicada a Alfred
Hitchcock e Lynch, e é sobre a diferença entre a realidade e os
desejos; a segunda, é sobre a libido e a terceira é sobre a
eficiência das aparências, centrada principalmente na obra de
Tarkovsky e Chaplin.</p>

<p>Vale destacar que Zizek se despe do jargão acadêmico de
filósofo, embarcando num registro que lhe permite intercalar alguns
momentos em que expõe raciocínios conceitualmente apurados com
outros em que mostra toda a sua comicidade.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>

<p>&nbsp;</p>

<p>Fontes:</p>

<p><a
href="https://consultapsicologo.com.br/">https://consultapsicologo.com.br</a></p>

<p><a
href="https://omartelodenietzsche.com/">https://omartelodenietzsche.com</a></p>

<p><a
href="http://www.adorocinema.com/">http://www.adorocinema.com</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Sobre o GrupoTreinar:</strong></p>

<p>"Somos uma rede de valor com foco em treinamento e
capacitação&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; profissional oferecendo mais de
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<p style="text-align: right;"><strong>Antonio Bucci -
CEO</strong></p>

<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>Pensando em Voz Alta sobre Conhecimento e Desinformação</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2016/9/13/pensando-em-voz-alta-sobre-conhecimento-e-desinformação.aspx</link><pubDate>Tue, 13 Sep 2016 09:22:33 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2016/9/13/pensando-em-voz-alta-sobre-conhecimento-e-desinformação.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/628544/ca_adores_de_pokemon.jpg" alt="Caçadores de Pokemon" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p style="text-align: justify;">Veja as seguintes frases:</p>

<p style="text-align: justify;"><a
href="http://kdfrases.com/frases/vida">http://kdfrases.com/frases/vida</a></p>

<p style="text-align: justify;">Em qual citação você se viu?</p>

<p style="text-align: justify;">Independente de sua resposta, pelas
citações acima muito se pode aprender sobre o ponto de vista dos
mestres em relação 'a vida, mas nada supera a sua experiência
pessoal, pois para mim este é o grande legado da Vida. Por isso
respeito mais aqueles que vão 'a busca do que aqueles que vivem se
escondendo através de retóricas.</p>

<p style="text-align: justify;">Hoje se tem muito mais
desinformação<sup>(*1)</sup> do que esclarecimento e a capacidade
de pensar, tema básico da busca filosófica, é limitada 'a media das
"ignorâncias" predominantes quando se trata de mídia de massa,
principalmente. Desta maneira, buscar a verdade é "ir a guerra
contra a ignorância incentivada"&nbsp; e assim ter uma experiência
pessoal digna e coerente. Se vida é informação, alegria e
conhecimento então a morte é desinformação, alienação e sofrimento.
Lógico, ou não?</p>

<p style="text-align: justify;">Não é a toa que a verdade "morre"
primeiro em uma guerra, sendo o que predomina sempre é a
desinformação. &nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Nos últimos cem anos vivemos mais
guerras e destruição do que em qualquer outro período conhecido e
de fato são os parâmetros principais da política
real<sup>(*2)</sup>. Como por outro lado, também temos um
crescimento vertiginoso da população e da tecnologia, o que
potencializa e incentiva os chamados mecanismos de controle social,
tornando-os cada vez mais poderosos, sutis, subliminares e
envolventes. &nbsp;Vide os <em>pokemons</em> que tornam realidade
uma ficção para quem já são ficção e metáfora de alienação.</p>

<p style="text-align: justify;">Voltando 'as frases e citações
sobre a Vida observe que a maioria delas não pressupõe que tem
muito mais gente no Poder (até podemos imaginar quem) que não
deseja a Vida em seu sentido amplo, de busca do Conhecimento de
forma conjunta e indistinta entre as pessoas e a realidade como um
todo.</p>

<p style="text-align: justify;">Por enquanto o "Ego" vai vencendo a
batalha contra o "Si mesmo".</p>

<p style="text-align: justify;">E para você:</p>

<p style="text-align: justify;">O que é mais importante na
Vida?</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">*1-&gt; LEÃO SERVA E
A&nbsp;DESINFORMAÇÃO</p>

<p style="text-align: justify;">"Jornalismo e Desinformação"
&nbsp;parece ser mais um daqueles títulos com palavras
aparentemente antagônicas, pensadas apenas para chamar atenção. Na
verdade, quem se atreve a encarar a leitura descobre a terrível
realidade de ignorância do público que consome informação. A obra é
fruto do trabalho de mestrado de seu autor,&nbsp;Leão
Serva.&nbsp;As 144 páginas do livro poderiam ser muito bem chamadas
de manual, que se destina não apenas a estudantes e profissionais,
mas aos 4,5 milhões de leitores brasileiros de jornais impressos,
que cotidianamente enfrentam dificuldades cada vez mais claras de
entender o mundo.</p>

<p style="text-align: justify;">Fonte: <a
href="https://blogsaturado.wordpress.com/portfolio/leao-serva/">https://blogsaturado.wordpress.com/portfolio/leao-serva/</a></p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">*2-&gt;</p>

<p style="text-align: justify;">"Hannah Arendt afirma que as
guerras e as revoluções e não o funcionamento regular de governos
parlamentares e aparatos partidários formaram as experiências
políticas básicas do século XX, podemos considerar que Sócrates
também viveu uma situação histórica permeada por enfrentamentos
militares e instabilidades políticas. Sua condenação está vinculada
diretamente com as transformações da pólis e sua rápida decadência
decorrente de inúmeros conflitos e combates cada vez mais
violentos. Enquanto os eventos catastróficos do seu tempo levaram
Arendt a elucidar o lado público do mundo como aquilo que ocorre
entre os homens plurais envolvidos uns com os outros por meio de
atos e palavras concertados, as experiências sofridas por Sócrates
o fizeram engajar-se no esforço por tornar o pensamento relevante
para a instauração e manutenção do mundo comum como âmbito
inter-humano de relacionamento e convivência. Assim, tomando como
base a interpretação que Hannah Arendt faz do diálogo para o qual
Sócrates convidada seus concidadãos, o propósito do trabalho
consiste em refletir sobre a importância ética e política da
atividade de pensar, tendo em vista elucidar de que modo a ausência
de pensamento é um poderoso fator nos cuidados humanos com o mundo
comum. Para Arendt, a condenação de Sócrates e o julgamento de
Eichmann, teriam nos dado a lição de que a incapacidade de pensar e
julgar pode formar um homem capaz de levar o mal e a violência a
extremos inconcebíveis e ilimitados. Essa constatação impôs à
Arendt a seguinte indagação: a atenção reflexiva do pensamento
poderia evitar o mal?"</p>

<p style="text-align: justify;">"</p>

<p style="text-align: justify;">Fonte: <a
href="http://www.cchla.ufrn.br/humanidades2009/Anais/GT04/4.2.pdf">http://www.cchla.ufrn.br/humanidades2009/Anais/GT04/4.2.pdf</a></p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>Jornais se unem para vender anúncios</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2014/11/24/jornais-se-unem-para-vender-anúncios.aspx</link><pubDate>Mon, 24 Nov 2014 13:33:21 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2014/11/24/jornais-se-unem-para-vender-anúncios.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p>&nbsp;<img src="/media/508552/extraextra.jpg" alt="ExtraExtra" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>Três das quatro maiores editoras de jornais no Reino Unido
juntaram forças para vender espaço de publicidade on-line por meio
de uma única plataforma. O plano é obter a escala necessária para
concorrer com Google e Facebook.</p>

<p>A Johnston Press, a Local World, a Newsquest e a maior parte do
setor de mídia local independente do Reino Unido anunciaram ontem
acordo para oferecer conjuntamente a anunciantes acesso a 17,5
milhões de usuários mensais exclusivos, em 800 sites, por meio de
um único ponto de venda.</p>

<p>Até agora, anunciantes que pretendiam comprar espaço de
publicidade digital de editoras locais tinham que negociar com cada
uma individualmente ou em pequenos grupos. Esse é um dos motivos
pelos quais os grupos noticiosos locais capturaram uma fração
apenas insignificante dos 2 bilhões de libras esterlinas gastos por
ano em anúncio on-line tradicional no Reino Unido.</p>

<p>"A pequena parcela de publicidade nacional que temos assumido
tem sido uma verdadeira frustração", admitiu Ashley Highfield, o
principal executivo da Johnston Press. A nova cooperação, disse
ele, é um "significativo passo à frente", uma vez que vai
facilitar, em muito, para os anunciantes e suas respectivas
agências a realização das campanhas digitais nos websites
locais.</p>

<p>A nova plataforma, chamada 1XL, será operada por uma equipe
especialmente destacada para isso da Mediaforce, uma empresa
nacional de vendas de mídia.</p>

<p>A companhia diz que seu público mensal exclusivo de 17,5 milhões
de pessoas - segundo dados da empresa de pesquisa de mercado
ComScore - é maior do que o de qualquer site noticioso nacional
comercial do Reino Unido, e semelhante em escala às plataformas de
publicidade digital AOL e MSN.</p>

<p>A editora Trinity Mirror, dona de uma carteira de jornais
locais, como o "Liverpool Echo" e o "Manchester Evening News", não
ingressou na nova aliança. Em vez disso, o grupo tenta implementar
a estratégia de reunir num só pacote suas marcas locais às
nacionais, como o jornal "Daily Mirror".</p>

<p>Jonathan Helliwell, analista da corretora Panmure Gordon, disse
que, mesmo sem a Trinity Mirror, a 1XL representa cerca de 80% da
imprensa local e ostenta uma ampla divisão geográfica em todo o
Reino Unido. Segundo ele, a iniciativa ajudará a Johnston Press a
se aproximar de sua meta para 2015 de alcançar um "ponto de
virada", quando o crescimento da publicidade digital neutralizar os
efeitos da queda da publicidade impressa.</p>

<p>A Johnston Press registrou receita de publicidade digital de
24,6 milhões de libras esterlinas no ano passado, e de 14,1 milhões
de libras esterlinas no primeiro semestre deste ano.</p>

<p><a
href="http://www.valor.com.br/empresas/3787786/jornais-se-unem-para-vender-anuncios">
Fonte:&nbsp; <strong>Robert Cookson | Financial Times/Valor,
21/11/2014</strong></a></p>

<p><strong>Veja também:</strong></p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2014/11/20/fastsalas-%E2%80%93-um-ambiente-de-colabora%C3%A7%C3%A3o-para-divulgar-espa%C3%A7os-comerciais.aspx">
FastSalas - Um ambiente de colaboração para divulgar espaços
comerciais</a></p>

<p><img src="/media/508413/fastsalas.jpg" alt="FastSalas.com" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p><strong><br />
</strong></p>
]]></description></item><item><title>Uso dos pronomes revela a sua personalidade</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/9/17/uso-dos-pronomes-revela-a-sua-personalidade.aspx</link><pubDate>Tue, 17 Sep 2013 11:27:41 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/9/17/uso-dos-pronomes-revela-a-sua-personalidade.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/435616/pronomes.jpg" alt="Pronomes" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p><span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
"Se precisar de alguém para uma posição de tomar decisões pela
empresa, uma pessoa que diz 'está calor' deve ser melhor do que
quem fala 'eu acho que está calor'." James Pennebaker</span><br />
<br />
 <strong
style="border: 0px; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; line-height: 20px; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; color: #666666; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
A DESCOBERTA:</strong> <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span> A forma como você
usa palavras funcionais - os</span> <strong
style="border: 0px; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; line-height: 20px; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; color: #666666; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span> pronomes</strong>
<span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
, artigos, preposições, conjunções e verbos auxiliares, que formam
o tecido conjuntivo da linguagem - proporciona insights sobre sua
honestidade, estabilidade e autopercepção.</span><br />
<br />
 <strong
style="border: 0px; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; line-height: 20px; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; color: #666666; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
O ESTUDO:</strong> <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span> Nos anos 1990,
James Pennebaker participou do desenvolvimento de um programa de
computador que contava e categorizava palavras em textos,
diferenciando termos de conteúdo - que transmitem significado - de
palavras funcionais. Após analisar 400 mil textos - incluindo
ensaios de estudantes universitários, mensagens instantâneas entre
namorados, discussões em chats e transcrições de coletivas de
imprensa -, ele concluiu que palavras funcionais são chaves
importantes para o estado psicológico das pessoas, e revelam muito
mais do que os termos de conteúdo.</span><br />
<br />
 <strong
style="border: 0px; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; line-height: 20px; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; color: #666666; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
O DESAFIO:</strong> <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span> Será que palavras
aparentemente insignificantes realmente podem ser uma janela para a
alma? A seguir, o professor Pennebaker defende o seu
estudo.</span><br />
<br />
 <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
Quando nós começamos a analisar a forma como as pessoas falam e
escrevem, não esperávamos resultados como esses. Por exemplo,
quando comparamos poemas de escritores que cometeram suicídio com
poemas daqueles que não se mataram, pensávamos que encontraríamos
mais termos de conteúdo negativo e sombrio na poesia dos suicidas.
Mas não encontramos.</span><br />
 <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
Em vez disso, descobrimos diferenças significativas na frequência
de pronomes como "eu". Estudo após estudo, continuamos encontrando
o mesmo tipo de coisa. Quando analisamos transcrições militares,
fomos capazes de dizer a patente do autor com base em padrões do
texto - e, mais uma vez, foram os pronomes, artigos, conjunções e
outros termos meramente funcionais que fizeram a diferença, não as
palavras com conteúdo.</span><br />
<br />
 <strong
style="border: 0px; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; line-height: 20px; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; color: #666666; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Por que as palavras funcionais são tão importantes?</strong><br />
 <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
Em inglês, há cerca de 500 termos funcionais, e 150 deles são bem
comuns. Palavras de conteúdo - substantivos, verbos, adjetivos e a
maioria dos advérbios - transmitem o teor da comunicação. Elas
respondem pela forma como nós expressamos as nossas ideias. Já as
palavras funcionais ajudam a moldar e criar atalhos para a
linguagem. Portanto as pessoas precisam de habilidades sociais para
usar e entender palavras funcionais, que são processadas na nossa
mente de forma diferente. Elas são a chave para compreender os
relacionamentos que existem entre interlocutores. Quando analisamos
o uso que as pessoas fazem desses termos, obtemos uma</span><br />
 <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
percepção do estado emocional dessas pessoas e da sua
personalidade, além da sua idade e classe social.</span><br />
<br />
 <strong
style="border: 0px; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; line-height: 20px; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; color: #666666; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Uma frase simples, com força no pronome: "eu não acho que eu
acredite nisso"</strong><br />
 <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
Com uma afirmação dessas, você revela algo sobre você mesmo. Por
que dizer "eu não acho que eu acredite nisso" em vez de "eu não
acredito nisso" ou até "isso é ridículo"? Os pronomes nos mostram
onde as pessoas colocam o foco da atenção delas. Se alguém usa o
pronome "eu", é um sinal de foco em si mesmo. Digamos que alguém
pergunte "como está o tempo lá fora?". Você poderia responder "está
calor" ou "eu acho que está calor". O "eu acho" pode</span><br />
 <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
parecer insignificante, mas vem cheio de significado. Mostra que
você está mais focado em você mesmo. Pessoas deprimidas usam o
pronome "eu" com muito mais frequência do que pessoas
emocionalmente estáveis. Pessoas em posição inferior na hierarquia
também usam "eu" muito mais frequentemente.</span><br />
<br />
 <strong
style="border: 0px; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; line-height: 20px; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; color: #666666; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
É possível dizer que alguém está mentindo pelo uso de palavras
funcionais?</strong><br />
 <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
Sim. Ao mentir, a pessoa tende a usar mais o pronome "nós" ou
frases em que não use a primeira pessoa do singular. Em vez de
dizer "eu não peguei os seus livros", o mentiroso tende a dizer
"isso não é o tipo de coisa que alguém íntegro faria". Quando
mentem, as pessoas também usam palavras de exclusão, como "sem" ou
"mas", e negações, como "não", "ninguém" e "nunca". Analisamos
transcrições de testemunhos em tribunais, e as diferenças nos
padrões de fala ficam realmente claras.</span><br />
<br />
 <strong
style="border: 0px; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; line-height: 20px; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; color: #666666; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
As palavras funcionais são importantes, mas não tão significativas
para a criação da arquitetura geral</strong><br />
 <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
Você pode até pensar em palavras funcionais como se fossem unhas.
Parece normal não prestar muita atenção a elas. Se você digitar uma
frase no Google, os algoritmos não costumam levar palavras
funcionais em consideração, porque estão interessados mesmo é no
conteúdo. Mas essas palavras comunicam sutilezas importantes - "um
anel" em vez de "aquele anel". Em línguas estrangeiras, palavras
funcionais muitas vezes transmitem o status de uma pessoa em
relação a outra.</span><br />
<br />
 <strong
style="border: 0px; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; line-height: 20px; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; color: #666666; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Em uma entrevista de emprego, o que o uso dessas palavras pode
dizer sobre o candidato?</strong><br />
 <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
É quase impossível perceber as diferenças naturalmente - daí o
estudo utilizar transcrições e análise de computador. Pense numa
pessoa deprimida. "Eu" tende a responder por 6,5% das palavras que
ela usa, contra 4% para alguém</span><br />
 <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
sem depressão. Há uma enorme diferença do ponto de vista
estatístico, mas nossos ouvidos não conseguem notar. Porém,
hipoteticamente, se eu estivesse numa entrevista de emprego,
prestaria atenção em como o candidato se refere aos colegas do seu
último trabalho. Ele se refere aos colegas como "nós" ou "eles"?
Isso pode lhe dar uma boa noção do tipo de relacionamento que ele
tinha com o grupo. E se você precisar de alguém para uma posição de
tomar decisões pela empresa, uma pessoa que diz "está calor" deve
ser um candidato melhor do que aquela que fala "eu acho que está
calor".</span><br />
<br />
 <strong
style="border: 0px; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; line-height: 20px; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; color: #666666; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Como as pessoas reagem à análise de como falam?</strong><br />
 <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
Fiz isso usando minha própria fala, e fiquei realmente surpreso.
Usei o software em tudo o que escrevi - até em e-mails. Também
desenvolvi um gravador que as pessoas pudessem usar para isso. Eu o
deixava ligado por 30 segundos em intervalos de 12 minutos, para
capturar frações das falas do dia a dia. Experimentei em mim mesmo.
Quando analisei minha fala, chamou-me a atenção como eu falava de
forma diferente ao me dirigir a meu filho, que tinha 12 anos na
época. Com a minha filha e a minha esposa, minha linguagem era
muito mais informal e pessoal. Com meu filho, era muito mais cool e
afetada. Percebi que eu me retraía na frente dele - eu não estava
psicologicamente presente. Isso aconteceu justamente durante um
período de certa tensão no nosso relacionamento. Ele era um
adolescente típico e estava se desapegando um pouco além da conta,
e eu respondia sendo cool e afetado, da forma estúpida como os
machos fazem quando estamos incomodados com alguma coisa. Quando eu
percebi isso, tentei me tornar mais humano, emotivo e honesto com
ele.</span><br />
<br />
 <strong
style="border: 0px; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; line-height: 20px; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; color: #666666; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Há diferenças de gênero quando usamos palavras
funcionais?</strong><br />
 <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
A maioria das pessoas acha que os homens usam mais o "eu", porque
são mais narcisistas e convencidos. Mas, ao longo dos estudos e das
culturas, descobrimos que as mulheres usam mais o "eu", o "mim" e o
"meu". As mulheres têm uma atenção maior sobre si e uma percepção
melhor de seu estado interno. Os homens usam mais artigos: "o",
"a", "um"… Isso significa que homens falam mais sobre objetos e
coisas. Você usa artigos quando está se referindo a objetos
concretos, porque os artigos precedem substantivos concretos. As
mulheres usam mais pronomes na terceira pessoa - "ele", "ela",
"eles" - porque falam mais sobre gente e relacionamentos, e são
melhores em lidar com isso. E, de várias maneiras, relacionamentos
são mais complexos.</span><br />
<br />
 <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
James W. Pennebaker é pesquisador e chefe do departamento de
Psicologia</span><br />
 <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
da Universidade do Texas. É autor de<span
class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></span> <em
style="border: 0px; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: italic; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; color: #666666; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
The Secret Life of Pronouns - What Our Words Say About Us</em>
<span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
.</span><br />
<br />
 <span
style="color: #666666; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;">
Artigo da Harvard Business Review</span><br />
 <em
style="border: 0px; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: italic; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; color: #666666; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Tradução - Alexandre Carvalho dos Santos</em></p>

<p><em
style="border: 0px; font-family: Arial; font-size: 12px; font-style: italic; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; color: #666666; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
fonte: <a
href="http://www.labssj.com.br/posts/uso-dos-pronomes-revela-a-sua-personalidade?goback=%2Egde_3893997_member_272689921#%21">
http://www.labssj.com.br/posts/uso-dos-pronomes-revela-a-sua-personalidade?goback=%2Egde_3893997_member_272689921#%21</a><br />
</em></p>
]]></description></item><item><title>10 dicas para autores iniciantes</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/8/27/10-dicas-para-autores-iniciantes.aspx</link><pubDate>Tue, 27 Aug 2013 14:04:53 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/8/27/10-dicas-para-autores-iniciantes.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/399755/10.jpg" width="NaN" height="250" alt="10" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
O objetivo deste texto é propor uma breve reflexão sobre os
caminhos da auto-publicação e outros modelos de publicação, para
que o escritor iniciante, esclarecido, tome decisões conscientes
antes de lançar suas obras.</p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
(Estas dicas são de autoria de Andréa Biancovilli, sócia
proprietária da<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span> <a
style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; -webkit-transition: color 0.2s; transition: color 0.2s; color: #004276; font-weight: bold;"
 href="http://www.biancovilli.com/">Editora Biancovilli</a>)</p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Escritores podem ser românticos por natureza, mas, na hora de
traçar os planos de produção, distribuição e divulgação de suas
obras, têm que colocar os pés no chão e pesar os prós e os contras
dos diversos modos de publicação existentes. Ainda mais hoje, em
que não existem só dois lados de uma moeda (auto-publicação de um
lado, editoras de outro), existe um universo de opções, e ele está
em expansão.</p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Quem já experimentou os dois lados da antiga moeda editorial sabe
que publicar um livro, seja como for, requer estudo e planejamento,
portanto, os pontos abaixo servem de auxílio para o escritor
estudar o mercado e algumas de suas opções, antes de decidir seus
caminhos (que, aliás, não precisam se limitar a um só, sendo a
experimentação essencial):</p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
<strong>1) Royalties, Creative Commons, Patrocínios, ou
outros?</strong></p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Pense se a obra será: comercializada somente por você ou em
parceria com outra pessoa ou empresa; comercializada por você, em
parceria direta com livrarias e distribuidoras; comercializada em
parceria com editoras; totalmente gratuita e desvinculada de
qualquer pessoa ou empresa; gratuita, mas vinculada a livrarias,
editoras ou patrocinadores; ou se vai criar uma mistura de modelos
ou um modelo novo. Estude as opções existentes (e continue
estudando sempre, porque o mercado de livros está em plena
evolução). Conheça o sistema de royalties de livrarias,
distribuidoras e editoras, as cláusulas contratuais da Creative
Commons, e como conquistar patrocínios. Dependendo do seu perfil,
uma opção pode ser mais válida do que a outra, ou podem ainda
inspirar a criação de misturas ou modelos novos.</p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
<strong>2) Digital, impresso, ou os dois?</strong></p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Pesquise as opções existentes para o livro digital e impresso. Você
já decidiu se o seu livro vai ser um epub2 ou 3, um app, um livro
site, um livro impresso, ou mais de uma dessas opções? Se ainda nem
sabe o que são, o seu planejamento ainda vai precisar de bastante
dedicação sua.</p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
<strong>3) Independência de opinião e ação</strong></p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Pese na balança: a sua independência total de um lado, e o seu
possível isolamento de outro (neste caso, principalmente se você
não tem muito tempo livre para se dedicar à divulgação da obra).
Alguns livros podem cair na graça dos leitores sem muito esforço,
mas, via de regra, é preciso trabalho árduo para fazê-lo conhecido
do público. Se você tem bastante tempo livre e criatividade, ser
auto-publicado pode ser a melhor opção para o seu perfil, mas
lembre-se que a publicidade é a alma do negócio, e se você não se
dedicar à divulgação do livro, ninguém saberá de sua existência,
seja o livro gratuito ou pago. Por outro lado, converse com algumas
editoras e conheça o tipo de relacionamento que desenvolvem com os
autores. Algumas podem ser mais rígidas e tradicionais, outras mais
abertas ao diálogo. &nbsp;Pesquise. Saiba o que cada uma teria a
oferecer (e também se alguma teria interesse na sua obra).</p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
<strong>4) Poder de investimento</strong></p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Faça os cálculos de quanto precisará investir para produzir a obra:
ebook e impresso, tradução, revisão, ilustração, publicidade e
marketing, assessoria de imprensa, feiras e eventos literários, e,
dependendo do formato escolhido, inclua também narração e
musicalização. Independente do seu poder de investimento, rede de
relacionamentos ou tempo disponível, haverá sempre uma solução para
você, basta você se esforçar. Mas não se limite à sua conta
bancária atual. Pense grande e trabalhe com afinco. A realização
dos seus objetivos só depende de você.</p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
<strong>5) Estrutura de distribuição</strong></p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Cadastre-se com antecedência, se optou pelo ebook, nas
distribuidoras e livrarias escolhidas por você, se mais de uma.
Alguns cadastros podem ser demorados, então não deixe para a última
hora. Além disso, baixe os aplicativos de leitura e teste os ebooks
antes do lançamento: veja se precisam de revisões, e saiba
utilizá-los para responder as dúvidas de seus leitores. Se os
livros forem impressos, faça uma lista das livrarias em que vai
deixar os livros em consignação, e monte um calendário de entrega e
recolhimento dos exemplares. Se estiver em parceria com uma
editora, você não terá que fazer nada disso, mas, mesmo assim, faça
um acompanhamento de onde estão sendo vendidos os seus livros.</p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
<strong>6) Lançamentos presenciais</strong></p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Se o seu livro é digital e o seu objetivo é vendê-lo, veja se
valerá a pena um lançamento presencial, dentro de uma livraria, um
evento literário ou tecnológico. Talvez o melhor, neste caso, seja
investir em marketing digital, onde está, afinal de contas, o seu
público leitor. Mas, se o seu livro é gratuito e o seu objetivo é
obter prestígio na sua área de atuação, ministrar palestras pode
ser uma opção mais apropriada. Mais uma vez, tudo vai depender do
seu estilo e intenção.</p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
<strong>7) Parcerias estratégicas</strong></p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Outras pessoas ou empresas podem estar querendo trocar figurinhas
com você, por isso, invista algum tempo negociando parcerias
estratégicas, e veja o que pode oferecer em troca. Montar uma
apresentação em PDF, marcar um Skype, tudo isso pode ser feito sem
custo para conversar com outras pessoas e aumentar a sua rede de
relacionamentos e parcerias. Mas lembre-se que se o seu livro fala
sobre abelhas, você pode tanto procurar os apicultores ou ONGs que
defendem as abelhas dos apicultores. Economize o seu tempo. Procure
as pessoas e empresas certas.</p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
<strong>8) Divulgação</strong></p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Independente do modelo escolhido, o seu livro vai precisar de
divulgação. Planeje sozinho, ou converse com os seus parceiros
escolhidos, quanto tempo e dinheiro serão investidos neste item. Se
você optou pela auto-publicação e não tem dinheiro para fazer a
divulgação, criar um blog, páginas em redes sociais, dar palestras
e participar de eventos em geral são ações de custo zero e que
geram bons resultados. Avalie as variáveis e monte o seu plano de
divulgação. Mesmo que o seu objetivo seja entregar a obra
gratuitamente ao público, gaste algum tempo com divulgação, ou
corra o risco de que a obra não chegue ao conhecimento do público
que você quer beneficiar com o seu texto.</p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
<strong>9) Tempo/conveniência</strong></p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
O tempo é valioso, não é à toa que dizem que tempo é dinheiro.
Portanto, queira ou não queira lucrar com os livros, analise o
tanto de tempo que você terá que despender na produção e
pós-produção dos livros, ainda mais se pretende lançar vários
livros. Converse com escritores, livreiros e editores experientes.
Não se dê por satisfeito com uma única opinião. Pese os prós e os
contras, e saiba como quer gastar o seu tempo.</p>

<p
style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
<strong>10) Novos horizontes</strong></p>

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style="margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; display: block; color: #444444; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff;">
Esteja sempre aberto a novas possibilidades e conexões. Mesmo
depois de ter feito o seu planejamento, novas possibilidades vão
continuar surgindo, pelas mudanças do mercado e pela sua
criatividade e prática. Portanto, esteja sempre com um pé no chão e
um olho no horizonte, de olho nas novidades sempre!</p>

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http://revolucaoebook.com.br/caminhos-auto-publicacao/?fb_ref=recommendations-bar</a></p>
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