<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:rssdatehelper="urn:rssdatehelper"><channel><title>blog for tag Criatividade</title><link>http://grupotreinar.com.br</link><pubDate></pubDate><generator>grupotreinar</generator><description>Blog do GrupoTreinar</description><language>en</language><item><title>Minimundo de Michael Paul Smith</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2015/4/29/minimundo-de-michael-paul-smith.aspx</link><pubDate>Wed, 29 Apr 2015 15:19:05 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2015/4/29/minimundo-de-michael-paul-smith.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/537977/michaelpaulsmith.jpg" width="NaN" height="400" alt="MichaelPaulSmith"/></p>

<div id="stcpDiv">
<p><a href="https://vimeo.com/116577464">Assita o Video: Elgin
Park</a> from <a href="https://vimeo.com/animalvfx">Animal</a> on
<a href="https://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>

<p style="text-align: left;">Fotos: <strong><a
href="https://www.flickr.com/photos/24796741@N05/">https://www.flickr.com/photos/24796741@N05/</a></strong></p>

<p>Quando menino, crescendo em Sewickley, bairro operário perto da
Pensilvânia, Michael Paul Smith era muito tímido e passava quase
todo o tempo desenhando e construindo miniaturas. Ele adorava
trabalhos manuais e se alegrava com a criatividade e a curiosidade
envolvidas.</p>

<p>Após o ensino médio, trabalhou como instalador de papel de
parede, pintor de paredes, carteiro, designer gráfico num jornal e
ilustrador de livros didáticos. Um infarto aos 33 anos, quando era
diretor de arte de uma agência de publicidade, levou-o de volta à
verdadeira vocação, e ele passou a trabalhar fazendo maquetes em
horário integral para um escritório de arquitetura em Boston.</p>

<p>Certa noite, fitando um grupo de maquetes em sua mesa, ele
percebeu que poderia utilizar sua habilidade de maquetista
profissional, a imensa coleção de miniaturas de automóveis, o amor
ao passado e o conhecimento adquirido ao longo de décadas
colecionando e estudando o século 20 para criar uma cidade em
miniatura, nos mínimos detalhes.</p>

<p>Em meados da década de 1990, ele começou a projetar os prédios
com base em suas lembranças da Sewickley dos anos 1950. Ele os
construiu, inclusive com os interiores, na mesma escala de 1/24 dos
carrinhos detalhadíssimos que colecionava.</p>

<p>Com o tempo, criou dez prédios, que arrumou sobre uma mesa numa
cena de rua, mais as miniaturas dos carros. "Certa manhã, o sol
entrou pela janela e iluminou a cena", disse ele. "Foi tão
impressionante que não resisti e tirei uma foto. Foi então que a
ficha caiu."</p>

<p>Ele passou a fazer experiências com a iluminação, inclusive nos
interiores, para criar cenas noturnas. "Por volta de 2003 ficou
claro que algo de bom estava acontecendo."</p>

<p>Ele deu à sua minicidade o nome fictício de Elgin Park. Em 2012,
publicou o livro Elgin Park: An Ideal American Town (Elgin Park:
uma cidade americana ideal).</p>

<p>Smith explica que os prédios não são "recriações exatas, mas
capturam o clima" da cidade de sua infância. Ele posiciona as
maquetes diante de ambientes naturais escolhidos com cuidado, "que
estão ficando mais difíceis de encontrar porque a maioria dos
prédios mais antigos foi demolida". Em seguida, ele alinha o
horizonte do primeiro plano com o do fundo a fim de criar uma falsa
perspectiva e pega a câmera. O resultado é de um realismo
espantoso.</p>

<p>Quando surge inspiração para um projeto, "começo a olhar minhas
miniaturas de carros e caminhões", diz ele. "Que época ilustrará
melhor a cena? Que hora do dia ou estação do ano? E o mais
importante: que história quero contar?" O processo pode levar uma
hora ou vários dias. Cada estrutura parte de uma série de esboços.
Se o prédio for muito incomum, vai se destacar demais na
fotografia, explica ele, que então busca um estilo que seja o
protótipo de determinada época.</p>

<p>Smith não tem ateliê nem ferramentas especiais; trabalha na mesa
da cozinha e utiliza lâmpadas de 40 ou 60 watts para iluminar o
interior das maquetes. Não há equipamento fotográfico caro, apenas
uma Canon usada de 150 dólares. E o mais incrível é que ele não faz
retoques digitais. E afirma que é essa simplicidade que torna seu
trabalho tão bem-sucedido. "Se não der para ser convincente, nem
vale a pena fazer." Smith raramente leva mais de uma hora para
fotografar uma cena.</p>

<p>Nos últimos anos, seu trabalho vem ganhando mais reconhecimento.
Para uma exposição em Nova York, pediram-lhe que criasse uma peça
nova. Ele decidiu construir a casa onde cresceu.</p>

<p>"Recriar o lar da infância é a melhor terapia que se pode
imaginar", explica. "As lembranças, tanto as boas como as ruins,
fluem sem nenhuma válvula de segurança. O projeto levou quatro
meses, e acho que, até terminar, lidei com muitos problemas
psicológicos que estavam enterrados."</p>

<p>E assim Smith fecha um círculo. Ou, talvez, para aqueles que se
veem refletidos em seu trabalho, ele inicia um novo.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>
</div>

<p><br />
 Fonte:</p>

<p>http://www.selecoes.com.br/minimundo</p>
]]></description></item><item><title>A investigação através de Domínios Públicos  disponíveis na Web</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2014/1/8/a-investigação-através-de-domínios-públicos-disponíveis-na-web.aspx</link><pubDate>Wed, 08 Jan 2014 12:20:26 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2014/1/8/a-investigação-através-de-domínios-públicos-disponíveis-na-web.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p style="text-align: justify;"><img src="/media/454513/quest_es.jpg" alt="Questões"/></p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Com a proliferação de <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/5/1/uma-revolu%C3%A7%C3%A3o-est%C3%A1-come%C3%A7ando-acontecer-nos-escrit%C3%B3rios-em-todo-lugar.aspx">
novos meios de comunicação tendo como base a Internet</a> na forma
de blogs, jornais online, redes sociais, etc., e a facilidade de
reprodução de conteúdo resultou numa possibilidade imensa para quem
deseja investigar sobre determinado assunto, pondo em questão o
direito autoral e o que é chamado de <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dom%C3%ADnio_p%C3%BAblico">Domínio
público</a>.&nbsp;<br />
<br />
 Segundo o Wikipedia o Domínio público, no Direito da <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Propriedade_Intelectual">Propriedade
Intelectual</a>, é o conjunto de obras culturais, de tecnologia ou
de informação (livros, artigos, obras musicais, invenções e outros)
de livre uso comercial, porque não submetidas a direitos
patrimoniais exclusivos de alguma pessoa física ou jurídica, mas
que podem ser objeto de <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Direitos_morais">direitos
morais</a>.<br />
<br />
 Por trás do conceito de domínio público de uma obra intelectual
está a importante noção de que as criações dessa natureza são
capazes de afetar a coletividade e as relações econômicas.&nbsp;
Pode-se notar que o conceito da Inovação de forma disruptiva na
indústria da mídia provocada por novas formas de&nbsp; tecnologias
da informação e de comunicação, muitas delas causando uma redução
drástica nos custos associados ao jornalismo investigativo ou na <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/6/25/novos-tempos,-novos-antigos-mestres.aspx">
Educação</a> de uma forma geral.<br />
<br />
 Por exemplo, o jornalista investigativo dos dias de hoje pode ser
dono de suas próprias produções e não depende tão fortemente de uma
grande equipe de suporte técnico, pois são muitas as oportunidades
"multi-plataforma" para divulgar mais ampla e seguramente suas
estórias de interesse público, com o benefício adicional de poder
receber o feedback imediato do seu leitor. Além disso, são muitas
as ferramentas digitais abertas e de <a
href="http://webeduc.mec.gov.br/codigo_aberto/">código aberto</a>
que servem para acelerar certos tipos de investigação, tais como
"<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_scraping">web-scraping</a>"
e software para encontrar links na " <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/5/1/desenvolvedor-do-dropbox-destaca-evolu%C3%A7%C3%A3o-da-ferramenta-sob-a-luz-da-computa%C3%A7%C3%A3o-em-nuvem.aspx">
nuvem de documentos</a>". O próprio portal da Wikileaks veio para
mudar definitiva e radicalmente a atividade de "<a
href="https://www.gov.uk/whistleblowing">whistleblowing</a>", e,
consequentemente, de proteção às fontes, fundamental para o sucesso
de uma <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos.aspx?a=1359">investigação
forense</a>, por exemplo.<br />
<br />
 A produção intelectual de um indivíduo ou grupo é uma herança
cultural que se deixa para a humanidade, e não somente para seus
descendentes diretos.<br />
<br />
 A importância da produção intelectual, ao mesmo tempo, justifica
sua proteção, até como incentivo à dedicação de seus autores.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 É nesse equilíbrio delicado - como costumam ser as questões do
Direito - que transita o domínio público na propriedade
intelectual. Um tema atual que não abrange apenas as questões
relacionadas à sucessão e herança, mas também suscita reflexões
sobre o uso da produção intelectual em um mundo cada vez mais
interligado por mídias digitais e sem fronteiras.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 Os direitos do autor, ainda que sejam transmissíveis aos seus
herdeiros, não são eternos. A legislação brasileira prevê sua
proteção por 70 anos, que começam a ser contados no dia 1° de
janeiro do ano subsequente ao falecimento do autor.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 Também passam a pertencer ao domínio público as obras de autores
falecidos que não tenham deixado sucessores e as de autor
desconhecido - ressalvada a proteção legal aos conhecimentos
étnicos e tradicionais.<br />
 Questões relacionadas à sucessão de direitos autorais e ao domínio
publico estão previstas na <a
href="http://www.casadoautorbrasileiro.com.br/direito-autoral/lei-em-vigor-no-brasil">
Lei nº 9.610</a>, Capítulo III (Dos Direitos Patrimoniais do Autor
e de sua Duração), artigos 39 a 45.<br />
<br />
 Se você deseja começar a pesquisar, o Portal Domínio Público conta
com um acervo de mais de 123 mil obras e um registro de 18,4
milhões de visitas. Lançado em 2004, o portal oferece acesso de
graça a obras literárias, artísticas e científicas (na forma de
textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que
tenham a sua divulgação autorizada.<br />
<br />
 <a
href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp">
Clique aqui para acessar o portal Domínio Público</a><br />
<br />
 Caso você tenha interesse sobre o&nbsp; debate que envolve
Jornalismo investigativo, Wikileaks, Assange, NSA e Snowden <a
href="http://ciberdominiopublico.blogspot.com/">acesse
aqui</a>.<br />
<br />
 Fontes:<br />
 Wikipedia<br />
 http://www.casadoautorbrasileiro.com.br/direito-autoral/dominio-publico<br />
 http://ciberdominiopublico.blogspot.com/</p>

<p><img src="/media/508413/fastsalas.jpg" alt="FastSalas.com" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>
]]></description></item><item><title>Saiba mais sobre a criatividade - veja fatos comprovados</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2014/1/7/saiba-mais-sobre-a-criatividade-veja-fatos-comprovados.aspx</link><pubDate>Tue, 07 Jan 2014 14:48:43 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2014/1/7/saiba-mais-sobre-a-criatividade-veja-fatos-comprovados.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p style="text-align: center;"><img src="/media/453758/duplainterpreta__o.jpg" alt="DuplaInterpretação"/></p>

<div class="entry-content"
style="border: 0px none; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: 0px none; padding: 0px; vertical-align: baseline; text-align: justify;">
<p
style="border: 0px none; font-family: tahoma; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px 0px 10px; outline: 0px none; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #505050; line-height: 18px; text-align: justify;">
&nbsp;</p>

A inovação é inegavelmente o fator mais importante quando se busca
determinar a evolução dos países, organizações e até para os
indivíduos.<br />
<br />
 O conceito de inovação é conhecido desde Adam Smith no século
XVIII, que estudava a relação entre acumulação de capital e a
tecnologia de manufatura, estudando conceitos relacionados à
mudança tecnológica, divisão do trabalho e competição.<br />
<br />
 Somente a partir do trabalho de Joseph Schumpeter estabeleceu-se
uma relação entre inovação e desenvolvimento econômico (Teoria do
Desenvolvimento Econômico, 1934). Ele é mais famoso por sua teoria
da "destruição criativa" - que sustenta que o sistema capitalista
progride por revolucionar constantemente sua estrutura econômica:
novas firmas, novas tecnologias e novos produtos substituem
constantemente os antigos. De forma simplificada, o termo inovação
"schumpeteriana" é utilizado para definir inovações que destróem, o
modo como se fazia determinada atividade. Assim, a busca pelo
aumento da criatividade ganha cada vez mais espaço nas empresas e
nos governos, dado que a não basta somente investir em tecnologia
se não ha incentivo 'a criatividade na sua utilização, por
exemplo.<br />
<br />
 O estudo, elaborado pela Federação do Comércio de São Paulo
(Fecomércio-SP), mostrou que as cidades que possuem os melhores
índices sociais e econômicos são as que têm bom desempenho em
atrair atividades criativas.<br />
<br />
 A Federação do Comércio de São Paulo (Fecomércio-SP) elaborou
pesquisa para avaliar o Índice de Criatividade das Cidades. A
instituição buscou, por meio do estudo, apresentar informações
sobre criatividade e inovações nas cidades para elevar o índice de
competitividade nas regiões e municípios avaliados. Foram
analisados dados dos 27 Estados e das 50 maiores cidades do País. A
pesquisa considerou, entre outros aspectos, o número de empregados
nos setores criativos, as condições econômicas e sociais e o
indicador de criatividade.</div>

<div class="entry-content"
style="border: 0px none; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: 0px none; padding: 0px; vertical-align: baseline; text-align: justify;">
<br />
<p
style="border: 0px none; font-family: tahoma; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px 0px 10px; outline: 0px none; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #505050; line-height: 18px; text-align: justify;">
<a
href="http://www.fecomercio.com.br/arquivos/arquivo/Indice_de_criatividade_das_cidades_a2z5yaaaaa.pdf">
<span class="link_portlet"
style="margin: 0px; padding: 0px; word-wrap: break-word; outline: none; text-decoration: none; color: #427597; font-family: Tahoma, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 19.1875px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #f7f7f7;">
Clique aqui e acesse o estudo Índice de Criatividade das Cidades
completo (arquivo em pdf).</span></a></p>
</div>

<p>Segundo Eva Yamila Amanda da Silva Catela em estudo para a
PDE/BNDES/ANPEC 2012 procura mostrar que há uma relação direta
entre o potencial criativo e a evolução econônica das cidades. O
grande desafio em&nbsp; primeiro lugar foi construir um índice do
potencial criativo das cidades brasileiras com mais de 100.000
habitantes, considerando quatro dimensões que contribuem para a
construção deste potencial numa cidade: capital humano, ambiente
urbano, capital social e estrutura produtiva.&nbsp; Em segundo
lugar, avaliar em que medida a presença deste potencial influencia
o nível de renda das cidades, levando em consideração que as
especificidades das cidades brasileiras, caracterizadas pela ampla
heterogeneidade, exigem a utilização de métodos que a
considerem.<br />
<br />
 Ainda segundo a autora, são as seguintes as dimensões do potencial
criativo:<br />
<br />
 <strong>Capital humano:</strong> as competências e conhecimento
das pessoas, assim como a diversidade e criatividade dos
trabalhadores são determinantes para o sucesso e crescimento de uma
cidade (HALL, 2000; FLORIDA, 2005; SCOTT, 2006). A classe criativa
inclui trabalhadores da ciência e tecnologia, arquitetura e design,
educação, arte, música e entretenimento, cuja função principal é
criar novas idéias, novas tecnologias ou novos conteúdos.<br />
<br />
<br />
 <strong>Ambiente urbano:</strong> refere-se às características do
território e localização geográfica, determinantes da emergência da
cidade criativa. Dentro deste eixo, consideram-se variáveis como os
serviços urbanos, bens públicos, aglomerações produtivas,
internacionalização da cidade, proximidade de cidades grandes ou de
importância global (HALL, 2000; SCOTT, 2006; 2010).<br />
<br />
<br />
 <strong>Capital Social:</strong> reconhece-se a importância da
diversidade e dinamismo populacional, dado que uma comunidade
diversa e em constante movimento favorece as atividades culturais e
a própria criatividade. Incluem-se a existência de diversidade
cultural e individual e a tolerância como fatores fundamentais
(STERN e SEIFERT, 2008).<br />
<br />
<br />
 <strong>Estrutura econômica-produtiva:</strong> esta dimensão tem
relação direta com as outras dimensões e em certa forma, vai ser
resultado delas. Neste caso, importa o grau de diversificação e
especialização da estrutura produtiva da cidade (HOSPERS, 2003), a
presença de tecnologia e inovação e a existência de clusters
criativos (PRATT, 2009)<br />
<br />
 Portanto ser criativo tem mais a ver com do que simplesmente um
estado mental, se cercar de pessoas e coisas interessantes e se
livrar dos pré-conceitos, do que com um sua genética.<br />
<br />
 Você sabia, por exemplo, que pessoas que moram em cidades grandes
são mais criativas, e que, pessoas que conhecem outros países são
ainda mais? E que empreendedores com amizades mais variadas são
cerca de 3 vezes mais inovadores do que os outros?<br />
<br />
 Estudos americanos indicaram como melhorar a criatividade.&nbsp;
Alguns deles parecem meio óbvios e até malucos, mas acredite,
funcionam.<br />
<br />
 &nbsp;<br />
 <strong>1. Tudo azul</strong><br />
<br />
 Quem já leu sobre a psicologia das cores irá entender. O azul
ajuda a relaxar e melhorar o pensamento associativo. Ao contrário
de cores quentes, que deixam as pessoas mais alertas e ligadas. Um
estudo feito em 2009 mostrou que pessoas que estavam em uma sala de
fundo azul resolveram mais quebra-cabeças do que aqueles que
estavam em uma sala de fundo vermelho.<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 <strong>2. Fique mais lerdo</strong><br />
<br />
 Este estudo publicado em 2012 mostrou que pessoas em baixo estado
de atenção (leia-se: grogue, sonolento, lerdo) se saíram muito
melhores em puzzles criativos (não de lógica), aumentando a chance
de sucesso em até 50%.<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 <strong>3. Sonhe acordado</strong><br />
<br />
 Segundo um estudo da Universidade da Califórnia, pessoas que
sonham acordado (daydream, expressão em inglês - aquelas que
parecem ficar olhando para o nada), obtiveram pontuação mais alta
em vários testes de criatividade.<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 <strong>4. Pense como uma criança</strong><br />
<br />
 Quando pesquisadores pediram para as pessoas se imaginarem com 7
anos de idade, elas pontuaram consideravelmente mais em testes de
pensamentos divergentes - uma espécie de "pensar diferente" e criar
novas utilidades para coisas já existentes.<br />
<br />
 A presunção, resultado da experiência que adquirimos, é um veneno
para a criatividade.&nbsp; Jonah Lehrer, autor do livro "Imagine",
coloca em belas palavras: "a chave da criatividade é a habilidade
de atacar os problemas como um iniciante e deixar todas as
pré-concepções&nbsp; e medo do fracasso de lado".<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 <strong>5. Ria alto</strong><br />
<br />
 Ria de verdade! Mark Beeman e John Kounios identificaram a área do
cérebro relacionada aos insights&nbsp; - o famoso estalo, aquela
lampadinha na cabeça. Ela se chama, em inglês, superior anterior
temporal gyrus (aSTP). Vários fatores influenciam um insight, um
deles é rir. O estudo mostrou que pessoas que assistiram um show de
stand-up comedy aumentaram a chance de sucesso em 20% ao resolver
puzzles criativos.<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 <strong>6. Imagine que veio de longe</strong><br />
<br />
 Uma pesquisa conduzida pela Universidade de Indiana mostrou que as
pessoas resolviam mais problemas quando eram ditas que tais
problemas foram criados na Grécia ou na Califórnia em vez do
laboratório local.<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 <strong>7. Seja vago</strong><br />
<br />
 Não seja específico, não use palavras que possam limitar o
pensamento da equipe. Por exemplo, em vez de usar o verbo
"dirigindo" use "deslocando". Parece banal, mas o resultado poderá
ser substancial.<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 <strong>8. Trabalhe fora da caixa</strong><br />
<br />
 Muita gente trabalha no famoso cubículo, seja ele um quadrado
estilo Dilbert&nbsp; - mais comum nos Estados Unidos -, ou mais
aberto. Um estudo recente fez pessoas se saírem melhores ao pensar
fora do seu espaço. Talvez o trabalhar fora da caixa ajudou a
pensar fora da caixa.<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 <strong>9. Conheça o mundo</strong><br />
<br />
 Um estudo de Adam Galinsky mostrou que estudantes que moraram fora
do seu país natal resolveram mais facilmente um clássico
quebra-cabeça criativo.<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 <strong>10. Mude-se para uma cidade grande</strong><br />
<br />
 Físicos do instituto de Santa Fé (Novo México) descobriram que
inventores que se mudaram para uma cidade com o dobro de tamanho
produziram, em média, 15% mais patentes.<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 <strong>11. Tome uns drinks (com moderação....)</strong><br />
<br />
 Na Universidade de Illinois em Chicago, eles testaram estudantes
sóbrios que haviam ingerido certo teor de bebida alcoólica. O que
eles descobriram foi algo curioso… Os que haviam bebido resolveram
quase 30% problemas de associação remota de palavras do que os
sóbrios. A explicação? Eles estavam mais relaxados e prestando
menos atenção, o que nesse tipo de problema, os ajudou.<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 <strong>Fontes:</strong><br />
<br />
 http://www.sebrae.com.br/uf/sergipe/areas-de-atuacao/economia-criativa/negocios-em-economia-criativa/indice-de-criatividade-das-cidades/BIA_20962<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 http://www.smi2012.ibge.gov.br/SiteAssets/SitePages/listaApresentacoesOrais/25%C3%8Dndice%20de%20Potencial%20Criativo%20dos%20munic%C3%ADpios%20brasileiros-EvaCatela.pdf<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 The Wall Street Journal, adaptação do livro "Imagine - How
Creativity Works", de Jonah Lehrer.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p><img src="/media/508413/fastsalas.jpg" alt="FastSalas.com" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/><br />
<br />
 &nbsp;</p>

<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>Como transformar ideias criativas em ideias lucrativas</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/10/22/como-transformar-ideias-criativas-em-ideias-lucrativas.aspx</link><pubDate>Tue, 22 Oct 2013 16:52:55 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/10/22/como-transformar-ideias-criativas-em-ideias-lucrativas.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p style="text-align: justify;"><img src="/media/441491/lucriatividade.jpg" width="NaN" height="250" alt="Lucriatividade" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p style="text-align: justify;"><strong>Lucrar</strong> com a
<strong>Criatividade</strong> é o sonho de milhões de pessoas,
quanto a isto não temos dúvidas, mas o grande desafio está
justamente em fazer a <strong>ponte</strong> que nos permitirá
viver do lado onde estão os empreendedores criativos que foram bem
sucedidos. Vale lembrar que somos criativos quando articulamos as
ações antes dos outros (sejam nossos aliados ou concorrentes) e nos
dedicamos a construir as realidades que façam emergir e vincular as
soluções com as demandas existentes, de forma disruptiva, ou até
propostas a desafios futuros que visualizamos e antecipamos. Logo,
após corrermos o risco e conseguir ajustar a nossa oferta e
posicionamento de forma sintonizada com as demandas cotidianas de
nossa época, alinhadas com as respostas sempre antecipadas através
de nossa intuição ou impostas pela necessidade coletiva,
contribuiremos para gerar benefícios emocionais e materiais para as
pessoas que dividem conosco o nosso tempo.&nbsp; A somatória de
todos estes esforços pode ser chamada de Economia Criativa.</p>

<p style="text-align: justify;"><strong>Economia
criativa&nbsp;</strong> segundo o autor inglês&nbsp;<a
href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=John_Howkins&amp;action=edit&amp;redlink=1"
 title="John Howkins (página não existe)">John Howkins</a>&nbsp;no
livro "The Creative Economy", publicado em&nbsp;<a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2001" title="2001">2001</a>, são
atividades na quais resultam em indivíduos exercitando a sua
imaginação e explorando seu valor econômico. Pode ser definida como
processos que envolvam criação, produção e distribuição de produtos
e serviços, usando o conhecimento, a criatividade e o capital
intelectual como principais recursos produtivos. (fonte: <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_criativa">http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_criativa</a>
)</p>

<p style="text-align: justify;">Pessoas, sejam elas conhecidas ou
não, as ajudaremos com as nossas respostas antecipadas em todas as
referências de satisfação e emoções humanas, relacionadas com a
alegria, com as finanças, com a prosperidade e com a saúde. É uma
forma também de nos tornarmos mais humanos, na medida em que
criamos, ao captar a resposta e nos arriscar a novos caminhos
desconhecidos e 'as novas realidades. Observe que as respostas
estão ao seu redor, especialmente nos momentos mais difíceis, nos
desafios financeiros e nas crises. Mas que se manifestam também, de
maneira latente, nos momentos mais serenos, de alegria e
êxtase.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Há ainda quem duvida que
criatividade dá dinheiro, porém veja que sem ela não é possível
realizar a&nbsp; <strong>inovação</strong>, &nbsp;que é o processo
através do qual ideias são traduzidas em produtos, serviços e
modelos de negócios, já o&nbsp;"<strong>design</strong>"&nbsp;é a
criatividade aplicada a um fim específico, como na Arte, por
exemplo. É possível usar os <a
href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI320552-17152,00-CRIATIVIDADE+DA+DINHEIRO.html"
 target="_blank">princípios da economia criativa para abrir um
negócio</a>. Veja a história de um grupo de amigos que tinha apenas
R$ 700 no bolso e mesmo assim decidiram montar um escritório de
design. Hoje a empresa possui clientes como Nike, Havaianas e Itaú
e alcançaram um faturamento de R$ 1,5 milhão em 2011.&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Todavia, nem tudo é um
<em><strong>Oceano Azul</strong></em>, pois somente duas em cada
dez inovações são bem sucedidas. Tal desempenho se deve à
dificuldade de prever seu sucesso. Sob esse ângulo, o processo
tende a ser bastante arriscado e tende a ser custoso. Cada empresa
lida com a questão segundo a ótica de sucessos alcançados no
passado, mas deve buscar o desempenho favorável no presente.</p>

<p style="text-align: justify;">Por outro lado, nem sempre inovar
supõe investimento pesado. No campo das ideias, a criatividade pode
ser estimulada a gerar constantemente novos espaços de mercado,
distanciando-se da competição predatória, chamado de
<em><strong>Oceano Vermelho</strong></em> da disputa por preço
simplesmente. O maior desafio é entender e antecipar as
necessidades de clientes ou consumidores, habilidade que é também
um processo criativo.</p>

<p style="text-align: justify;">A criatividade floresce em ambiente
aberto e não regulado para o fluxo de ideias. Segundo Richard
Florida, autor de "The Rise of the Creative Class", cidades ou
estados caracterizados pela diversidade, onde prosperam atividades
educacionais e culturais, sem restrições a qualquer minoria, atraem
educadores, cientistas, artistas e outros profissionais
relacionados à Economia Criativa.</p>

<p style="text-align: justify;">É mais simples iniciar um negócio
nas áreas da economia criativa, já que não é necessário um grande
capital inicial. As empresas da economia criativa já movimentam R$
381 milhões, ou 2,6% do PIB brasileiro, segundo mapeamento da
Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).</p>

<p style="text-align: justify;">Ainda de acordo com o estudo, o
segmento concentra profissionais jovens, instruídos e bem
remunerados. Nas indústrias criativas, os salários são 42% acima da
média nacional. Porém, uma dificuldade do setor é calcular o valor
de uma ideia ou de um produto totalmente novo para oferecê-lo a um
investidor ou cliente.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<h3>5 DICAS PARA EMPREENDER NA ECONOMIA CRIATIVA</h3>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<h4>1 -Tenha um propóstio</h4>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Entenda a necessidade das pessoas
para oferecer um produto ou serviço que tenha relevância. Não pense
primeiro no dinheiro, o lucro é consequência.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<h4>2 -Tire sua ideia do papel</h4>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Boas ideias não viram negócios
sozinhas. Planeje, pesquise e implemente. Pense num produto simples
e viável, que possa ganhar escala.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<h4>3 -Crie um protótipo</h4>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Com a internet, é possível lançar
um produto sem que ele esteja completamente finalizado,
aperfeiçoá-lo e corrigindo de acordo com o retorno dos usuários.
Assim, ele chega ao mercado já testado e as chances de dar errado
são menores.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<h4>4 -Use métricas</h4>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Mensure o impacto do que está
criando. Trabalhe com pesquisas qualitativas e quantitativas, pois
os investidores estão acostumados a número e resultados.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<h4>5 -Capacite-se em gestão</h4>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Nem sempre um empreendedor criativo
é um bom administrador. Estude sobre gestão ou cerque-se de pessoas
com conhecimentos complementares.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">A empreendedora Vanessa Queiroz,
uma das sócias do estúdio de design Colletivo, sente na pele esse
desafio, comum a todos os empreendedores criativos. "As pessoas têm
mania de querer soluções imediatas. Os clientes querem inovações,
mas querem determinar o preço que pagarão e o prazo de entrega
antes da criação. Mas, não dá para trabalhar assim. É uma briga
diária. Existe um tempo de pesquisa, de maturação da ideia",
declara.</p>

<p style="text-align: justify;">O design é considerado o setor
criativo mais importante porque é multidisciplinar - está presente
na arquitetura, na moda, na publicidade, nos softwares, entre
outros. Segundo Queiroz, o design ajuda empresas a se diferenciarem
no mercado, já que existem tantos produtos similares. E o mercado
está crescendo. "Hoje somos procurados por construtoras que vão
lançar empreendimentos imobiliários, o que era impensável anos
atrás."</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<h3>Convencer pessoas do preço de uma ideia é dificuldade dos
empreendedores, por isso criamos o seguinte conteúdo para&nbsp; te
ajudar neste caminho:</h3>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;"><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/inova%C3%A7%C3%A3o-conhecimento/lucriatividade-como-transformar-ideias-criativas-em-ideias-lucrativas.aspx">
Curso Lucriatividade: como transformar ideias criativas em ideias
lucrativas</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>(fontes: <a
href="http://www.sebrae.com.br/setor/economia-criativa">http://www.sebrae.com.br/setor/economia-criativa</a>
;</p>

<p><a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Estrat%C3%A9gia_do_Oceano_Azul">
http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Estrat%C3%A9gia_do_Oceano_Azul</a>
;</p>

<p><a
href="https://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=4&amp;ved=0CFEQFjAD&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.teses.usp.br%2Fteses%2Fdisponiveis%2F18%2F18140%2Ftde-26112010-144241%2Fpublico%2FMarianaRodriguesAlmeida.pdf&amp;ei=n-tmUuqhBcjFigLKy4DwDg&amp;usg=AFQjCNFh4gZaFiCk1a9_B1G3YJ-ALhbp9g&amp;sig2=9TDCpInaMcdNj0dOcDupFg&amp;bvm=bv.55123115,d.cGE">
https://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=4&amp;ved=0CFEQFjAD&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.teses.usp.br%2Fteses%2Fdisponiveis%2F18%2F18140%2Ftde-26112010-144241%2Fpublico%2FMarianaRodriguesAlmeida.pdf&amp;ei=n-tmUuqhBcjFigLKy4DwDg&amp;usg=AFQjCNFh4gZaFiCk1a9_B1G3YJ-ALhbp9g&amp;sig2=9TDCpInaMcdNj0dOcDupFg&amp;bvm=bv.55123115,d.cGE</a>
;</p>

<p><a
href="http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/02/07/conheca-a-economia-criativa-e-veja-5-dicas-para-empreender-na-area.htm">
http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/02/07/conheca-a-economia-criativa-e-veja-5-dicas-para-empreender-na-area.htm</a>
)</p>

<p>&nbsp;</p>
]]></description></item></channel></rss>
