<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:rssdatehelper="urn:rssdatehelper"><channel><title>blog for tag Processos</title><link>http://grupotreinar.com.br</link><pubDate></pubDate><generator>grupotreinar</generator><description>Blog do GrupoTreinar</description><language>en</language><item><title>A importância da Gestão por Processos</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/10/4/a-importância-da-gestão-por-processos.aspx</link><pubDate>Fri, 04 Oct 2013 12:18:47 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/10/4/a-importância-da-gestão-por-processos.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/439239/reator2.jpg" alt="Reator2" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">É um fato histórico que desde as
primeiras iniciativas formais para a organização de empresas
observam-se formas de administração hierárquicas, de acordo com o
funcionamento natural das sociedades organizadas. Essas estruturas
organizacionais são representadas pelos famosos organogramas.
Todavia, de uma cultura centralizadora para uma visão sistêmica de
gestão por processos é o desafio que toda organização que deseja
evoluir acaba por ter que enfrentar. Essa foi a transformação
necessária para que a Natura continuasse crescendo financeira e
regionalmente, por exemplo. Com uma estrutura muito concentrada em
São Paulo, a Natura precisou se reestruturar para expandir os
negócios para outras regiões do Brasil e até outros países. Mas
realmente o que é Gestão por Processos e qual o real benefício que
as organizações obtêm na sua implementação?</p>

<p style="text-align: justify;">Existem diversas definições de
processos por diversos autores e metodologias de Gestão de
Processos. A mais comum e uma das mais antigas é a definição da
norma NBR ISO 9001:2000:</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;"Conjunto de atividades
inter-relacionadas que transformam insumos (entradas) em produtos
(saídas)".</p>

<p style="text-align: justify;">Melhores processos de negócio
resultam em menores custos, maiores receitas, funcionários mais
motivados e clientes mais felizes.</p>

<p style="text-align: justify;">A gestão de processos é uma
disciplina muito ampla e envolve diversos temas. Para começar, é
importante aprender a identificar os processos da organização
(mapeamento de processos) e a partir daí todas as atividades da
organização serão vistas de forma integrada, permitindo conhecer
seus processos e as atividades que os compõem. Em seguida, já é
possível começar a pensar em gerenciar os processos identificados
através de seus indicadores de desempenho, e, para isso, é
necessário: entender o que é macro processo, processo, sub-processo
e atividades; aprender a identificar processos críticos (cadeia de
valor) e suas atividades dentro da organização. Após a modelagem e
levantamento da situação inicial é possível começar a pensar na
otimização dos mesmos.</p>

<p style="text-align: justify;">De fato aprender a analisar,
melhorar e modelar processos é a principal atividade de um Gestor
de Processos. Este é um profissional altamente especializado e sua
procura esta em alta no mercado, sendo que é principalmente através
de seu trabalho que se pode viabilizar as iniciativas de
Gerenciamento por Processos de Negócios ou <em><strong>BPM -
Business Process Management.</strong></em></p>

<p style="text-align: justify;">O BPM ajuda a criar valor para a
empresa através do crescimento, melhoria do desempenho, melhor
produtividade e maior qualificação da sua equipe e melhor serviço
ao cliente. Todas estas melhorias resultam diretamente a partir de
processos melhorados.</p>

<p style="text-align: justify;">BPM pode ajudar a sua organização a
se tornar mais ágil de várias maneiras diferentes:</p>

<p style="text-align: justify;"><strong>Aumento da
produtividade:</strong> Em um ambiente altamente competitivo como o
atual você precisa fazer mais com menos recursos. Aplicando os
princípios do BPM ajuda a empresa a aumentar sua produtividade.</p>

<p style="text-align: justify;"><strong>(Time to Market)</strong>
velocidade para o mercado: quando uma ideia ou um produto novo se
juntam, um BPM eficaz ajuda a empresa se tornar &nbsp;um dos
líderes e não mais um dos seguidores que chegaram demasiado tarde
para aproveitar o novo mercado.</p>

<p style="text-align: justify;"><strong>Alcançar o mercado
global:</strong> BPM pode ajudar no fluxo da &nbsp;linha de
&nbsp;&nbsp;operações de cadeia de abastecimento, deste modo a
organização poderá&nbsp; tirar vantagens de oportunidades, não
importa onde elas estejam.</p>

<p style="text-align: justify;"><strong>Atingir e manter a
conformidade:</strong> O complexo corporativo tem em seus
principais objetivos de manter a organização alinhada ou em
conformidade (compliance)&nbsp; com os&nbsp; regulamentos e
requisitos padrões mundialmente aceitos e isto&nbsp; pode ser muito
caro e demorado. Usando BPM pode-se manter estes custos sob
controle.</p>

<p style="text-align: justify;"><strong>Acelerar a
inovação:</strong> A organização precisa de um ambiente de negócios
onde a inovação é não só incentivada, mas também onde a inovação é
uma atividade normal da operação diária. Aqui, também, o BPM pode
ajudar a tornar isso possível.</p>

<p style="text-align: justify;"><strong>Práticas como Six Sigma e
Lean Six Sigma</strong>, bem como o trabalho dos especialistas em
controle de qualidade como Deming estão totalmente incorporadas na
metodologia de BPM.</p>

<p style="text-align: justify;">Cada vez mais aumenta a carência de
profissionais com bastante experiência os quais reúnem entre seus
conhecimentos um perfil técnico e a capacidade em desenvolver
habilidades para levantamento de dados através de observação e
entrevistas; conhecer a metodologia <strong>BPM - Business Process
Management</strong> e a partir deste conhecimento aprender na
prática a estruturar e planejar um projeto de mapeamento e
modelagem de processos através do BPM. Entender os conceitos sobre
métricas e indicadores-chave de desempenho (<em><strong>KPI - Key
Performance Indicator</strong></em>) &nbsp;e sua importância na
implementação da Estratégia, e por fim, saber como avaliar os
resultados e identificar as não conformidades e oportunidades de
melhoria para desenvolver ações adequadas para correção ou
melhorias. Estas atividades de melhoria são chamadas de redesenhos
de processos, sendo que normalmente é uma etapa após o mapeamento
de processos (<em><strong>AS IS</strong></em>- Denominação da
situação atual).</p>

<p style="text-align: justify;">Após o levantamento e o mapeamento
da situação atual dos processos da empresa, as equipes de analistas
de processos em conjunto com os responsáveis pelos processos irão
buscar o melhor fluxo de trabalho a fim de aperfeiçoa-los. Neste
ponto, os envolvidos podem optar por uma simples automatização de
algum processo específico, visando ganhos de tempo e produtividade
ou até uma reestruturação total de todos os processos. Logo, para
se obter êxito na etapa de Redesenho de Processos (<em><strong>TO
BE</strong></em> - Denominação para a situação futura), é
fundamental conhecer profundamente o negócio e os processos atuais
da empresa, conhecer as ferramentas de TI que possam auxiliar a
organização na implementação de sistemas e melhorias de uma forma
geral, que nem sempre serão sistêmicas mas que poderão gerar
aumento de produtividade, qualidade e ambiente de trabalho mais
adequado para a execução de atividades.</p>

<p style="text-align: justify;">Um Gestor de Processos necessita
conhecer as técnicas e metodologias existentes no mercado da antiga
disciplina denominada Organização e Métodos bem como da atual
Gestão de Processos ou BPM. Dominar alguns dos softwares
disponíveis do mercado para o desenho e redesenho de processos,
além das diversas ferramentas aprendidas na graduação de
Administração de Empresas e em cursos de Gestão de Processos, que
são fundamentais para&nbsp; as etapas de levantamento e proposição
de um novo processo: Matriz GUT, Diagrama de Pareto, 5W2H,
Fluxograma, Metodologia IDEF, Normatização, Indicadores de
Desempenho e Acompanhamento dos Processos, Benchmarking,
Brainwriting, Folha de Verificação, Brainstorming, Diagrama de
Contexto, MASP e por ai vai.</p>

<p style="text-align: justify;">Os exemplos de sucesso são muitos,
mas como citamos no início, a mudança que a Natura tomou foi a
transformação necessária para que continuasse crescendo financeira
e regionalmente. "Até 2006, a empresa era muito centralizada, tinha
as mesmas revistas, o mesmo material e promoções iguais para o
Brasil inteiro. Aí, entendemos que esse modelo não suportaria o
crescimento da Natura", afirmou o diretor de sistemas de gestão da
Natura, Daniel Levy, em conferência na sede da Fundação Nacional da
Qualidade (FNQ), em São Paulo.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Foi em 2007 que a empresa percebeu
a importância de mudar sua gestão e cultura. No ano seguinte,
implantou as unidades regionais do Norte e Nordeste, para começar a
atender às suas demandas específicas. Na "gestão por processo", a
Natura passou a trabalhar também com unidades de negócios,
distribuindo poder e autoridade para as pontas da cadeia de
produção. "Antes, os diretores de unidades não tinham
responsabilidade sobre o rendimento. Quando um produto novo
esgotava por excesso de demanda, eles encaravam como sucesso. Hoje,
eles precisam planejar melhor suas ações, pois são responsáveis
pela lucratividade desse produto e não podem deixar que ele fique
em falta", diz.</p>

<p style="text-align: justify;">Com uma organização mais complexa,
a Natura usou a gestão por processo para tornar a administração
mais leve, criando uma estrutura que envolve todos os integrantes
da companhia. No primeiro nível estão os patrocinadores, que são
presidência, vice-presidência e conselho. Sem o apoio deles, a
mudança da cultura da empresa não ocorre.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Além do "patrocínio" da diretoria,
a Natura também separou um "comitê de processos", responsável por
discutir as evoluções do novo modelo e como podem guiar essa
implantação da melhor forma possível. Na empresa, esse grupo se
reúne todo mês e é composto por dois vice-presidentes,
representantes das operações internacionais e dois conselheiros de
implementação.&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">No próximo nível estão os
"<strong>donos de processos</strong>", que têm responsabilidade e
autoridade sobre seus processos. Em uma escala centralizada, eles
fazem papel dos diretores, que têm a função de garantir a execução,
o alcance e a superação dos resultados dos processos. Na Natura,
suas reuniões são trimestrais.&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Os "<strong>guardiões de
processos</strong>", por sua vez, trabalham em uma rede ainda mais
intrínseca. &nbsp;Sua função é similar à de gerente e coordenador,
sendo responsável pelo cumprimento dos processos pelos
colaboradores e por reportar esses resultados aos "donos de
processos". Os "colaboradores" fecham o ciclo e, para atender às
demandas de resultados, precisam estar envolvidos e conscientes da
cultura e de suas responsabilidades na empresa.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Depois da mudança, o planejamento
estratégico da Natura é desdobrado por processos - cujo resultado
tem sempre um acompanhamento - e não mais por diretoria ou área
específica. Apesar dessa distribuição de responsabilidades, Levy
afirma que dificilmente uma empresa consegue eliminar completamente
a hierarquia. Para ele, é preciso equilibrar responsabilidade e
autoridade, centralização e integração. "A contratação, demissão,
gestão de carreira, por exemplo, ainda são feitas na área de
recursos humanos", diz.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Esse sistema tem rendido bons
frutos. Por meio da gestão de processos, a empresa teve lucro
líquido de 524,7 milhões de reais no acumulado após IR nos nove
primeiros meses de 2010, apresentando crescimento de 5,6% sobre o
mesmo período de 2009. Além da área financeira, Levy afirma que o
número de consultoras disponíveis aumentou 49% de 2009 para 2010 e
as reclamações feitas por consultoras, como entregas erradas,
diminuíram 46,2% no período.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Veja também:</strong></p>

<p><strong><br />
</strong></p>

<p><strong>Curso BPM e Gestão por Processos de
Negócios</strong></p>

<p>‐&gt;<a
href="http://bit.ly/1O6VQjA">http://bit.ly/1O6VQjA</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Curso BPMN e Gestão por Processos de Negócios
(Noturno)</strong></p>

<p>‐&gt;<a
href="http://bit.ly/1UAfXGz">http://bit.ly/1UAfXGz</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Curso BPMN e Gestão por Processos de Negócios em
Brasília</strong></p>

<p>‐&gt;<a
href="http://bit.ly/1QALTKr">http://bit.ly/1QALTKr</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Curso BPMN - Uma abordagem teórica e
prática</strong></p>

<p>‐&gt;<a
href="http://bit.ly/1g4cKRU">http://bit.ly/1g4cKRU</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Curso BPO Business Process Outsourcing</strong></p>

<p>‐&gt;<a
href="http://bit.ly/1K08UW0">http://bit.ly/1K08UW0</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Programa semi‐presencial de formação fundamental em
Gestão por Processos</strong></p>

<p>‐&gt;<a
href="http://bit.ly/1VHCio2">http://bit.ly/1VHCio2</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Webcast Interativo sobre visão Estratégica e introdução
a Gestão por Processos</strong></p>

<p>‐&gt;<a
href="http://bit.ly/1NcjDxD">http://bit.ly/1NcjDxD</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Webcast Interativo sobre visão Estratégica e introdução
a Gestão por Processos</strong></p>

<p>‐&gt;<a
href="http://bit.ly/1NcjDxD">http://bit.ly/1NcjDxD</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Autores: Antonio Bucci e Sergio Richter Ayres</p>

<p>Fontes/Referências: <a
href="http://exame.abril.com.br/gestao/noticias/como-a-gestao-por-processos-ajudou-a-natura-a-faturar-mais/">
http://exame.abril.com.br/gestao/noticias/como-a-gestao-por-processos-ajudou-a-natura-a-faturar-mais/</a></p>

<p><img src="/media/508413/fastsalas.jpg" alt="FastSalas.com" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p><a
href="http://comexito.wordpress.com/2013/05/08/oque-e-um-gestor-de-processos/?share=twitter&amp;nb=1"
 title="Clique para compartilhar no Twitter"><br />
</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>A visão integrada de Gestão de Marketing, Vendas e Gestão de Clientes</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/6/6/a-visão-integrada-de-gestão-de-marketing,-vendas-e-gestão-de-clientes.aspx</link><pubDate>Thu, 06 Jun 2013 15:13:04 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/6/6/a-visão-integrada-de-gestão-de-marketing,-vendas-e-gestão-de-clientes.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p>&nbsp;</p>

<p><img src="/media/410413/crm1.jpg" width="NaN" height="320" alt="CRM1" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>Normalmente toda a atividade empresarial começa quando temos
algo para vender e percebemos que existe alguém interessado na
compra do que estamos oferecendo.</p>

<p>De fato, desde a Revolução Industrial até a metade do século XX
tudo que era produzido não atendia a capacidade de consumo,
portanto o "gargalo" estava na Produção. Todavia, com as
iniciativas crescentes de adoção de novas tecnologias e o
conseqüente barateamento do processo produtivo pelo aumento da
escala conseguiu-se atingir um equilíbrio entre a produção e o
consumo, principalmente a partir da década de 60 do século passado,
nos países desenvolvidos. A partir daí, cada vez mais se observa um
aumento maior na capacidade de produção do que de consumo,
transferindo o "gargalo" nas empresas para as funções voltadas para
o entendimento e desenvolvimento de mercado. O conceito de
Marketing passa a ser uma abordagem diferenciada nas estratégias de
Administração e vai começando a se perceber a transição entre o que
se pode chamar de economia de produção para a economia de mercado,
e de maneira cada vez mais frequente o questionamento principal:
Para quem vender? A que Preço? Em que condições? Como vender mais e
com que lucratividade?&nbsp;</p>

<p>Portanto o trabalho de Vendas é extremamente detalhado e cabe
ser abordado, discutido e repensado continuamente, daí o enfoque
que damos em ampliar a visão e atuação da Gestão através de
abordagens e atividades específicas de vendas, de marketing e do
chamado "foco no cliente". Se pensarmos pela ótica de processos,
onde começa cada um dos macroprocessos e quais são os eventos que
determinam a realimentação (entradas e saídas) entre eles?</p>

<p>Em linhas gerais as atividades de vendas iniciam sempre a partir
de <strong>oportunidades qualificadas</strong> e vão até o
fechamento da venda (entrega do produto/serviço e recebimento).
Portanto o vendedor tem que trabalhar em seu dia-a-dia neste ciclo
restrito, mas deve receber toda informação necessária para seu
trabalho para poder atuar de forma eficiente. O que vai determinar
a eficácia da empresa como um todo é a capacidade de conquistar e
reter os clientes de mais valor, aumentando assim o tempo de vida
("life time value") deles para com a organização. O marketing faz
justamente este "elo" entre os processos de venda e a fidelização
do cliente, proporcionando uma efetiva Gestão de Clientes, o nível
de maturidade mais alto que as empresas devem buscar tendo por base
este enfoque.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p><img src="/media/410416/lifetimevalue.jpg" width="NaN" height="320" alt="LTV" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Para que a empresa obtenha todos os benefícios do conceito de
marketing, este deve ser traduzido em ações, significando que:</p>

<p>1. As atividades de Marketing devem ser completamente bem
coordenadas com as atividades de Vendas e&nbsp;alinhadas&nbsp;com a
empresa como um todo.<br />
 2. O Diretor de Marketing deve ter um papel de importância
estratégica na empresa.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>O pessoal de Marketing tem, de maneira geral, quatro objetivos
básicos a atingir:</p>

<p><strong>Maximizar as vendas de produtos nos mercados
existentes.</strong></p>

<p><br />
 <strong>Desenvolver e vender novos produtos.</strong></p>

<p><br />
 <strong>Desenvolver novos mercados para os produtos existentes ou
novos.</strong></p>

<p><br />
 <strong>Proporcionar a qualidade de serviço necessária para os
clientes ficarem satisfeitos com suas transações e continuarem
comprando da empresa.</strong></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Se em sua empresa ainda não está claro o papel do marketing e o
de vendas é porque ainda não houve um questionamento sério sobre
qual é o melhor processo e onde há mais eficácia em atividades
relacionadas com o relacionamento com o cliente e
publicidade/propaganda. Questões sobre o que é visão estratégica do
Marketing, no sentido de dar sustentabilidade ao Posicionamento de
mercado da empresa e seu relacionamento com a comunicação, seja
institucional, seja através de segmentações e campanhas dirigidas
para públicos-alvo específicos devem ser respondidas. Se isto não
está claro, sempre fica a questão a ser respondida sobre o papel do
<a
href="http://www.ead.fea.usp.br/semead/7semead/paginas/artigos%20recebidos/marketing/MKT45_-_Marketing_relacionamento_pequenas_empr.PDF"
 title="marketing de relacionamento">Marketing de
Relacionamento</a> e a Força de Vendas, por exemplo. Quanto a Força
de Vendas, quatro perguntas básicas que podem definir o seu papel
na empresa:</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>1.Qual é o grau necessário do esforço de Vendas para conquistar
e manter os clientes?</p>

<p>2. Em comparação com a propaganda e outros métodos de promoção
de vendas, a força de vendas é a melhor ferramenta de marketing, em
termos de custo e benefício?</p>

<p>3. Em que tipos de atividades de vendas a Força de Vendas é a
melhor alternativa?</p>

<p>Vamos criar um exemplo, imaginando um Vendedor e nos deparar com
o seguinte cenário (um tanto caótico, desestruturado como
normalmente se depara um profissional da área comercial):</p>

<p>-&gt;10%&nbsp; das propostas tem retorno; &nbsp;</p>

<p>-&gt;15%&nbsp; ficam com a concorrência;</p>

<p>-&gt; o resto fica sem decisão -</p>

<p>Devido a não haver uma visão;</p>

<p>Devido a não ter valor;</p>

<p>Devido a não ter chegado a alguém que decide.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>O melhor produto não ganha, ganha o melhor vendedor!&nbsp; (O
Vendedor deve acreditar nesta premissa, senão não é Vendedor
!).</p>

<p>Qual o tempo que você gasta para aprender a funcionalidade de
seus produtos ou como são disponibilizados os serviços que a sua
empresa vende?</p>

<p>Quanto tempo você acha que seus <em>prospects</em> tem para
conhecer seus produtos?</p>

<p>Tire palavra solução do seu vocabulário! &nbsp;Solução é o que
estiver na visão do comprador, pois ele é quem deve perceber os
benefícios em adquirir o que você está oferecendo.</p>

<p>Imagine um método que dê um controle confortável de condução do
processo pelas partes, tanto a de quem compra quanto a de quem
vende.</p>

<p>Se precisar existir um diferencial para a compra, o diferencial
pode estar na venda, principalmente em fazer nossas vendas
pessoalmente, diferentes das outras pessoas.</p>

<p>Imagine uma forma de transformar o ato de venda em facilitador
da compra e o vendedor atende um comprador que já está muito
interessado em comprar a sua oferta.</p>

<p>Se para a maioria das perguntas que estão acima houve um
resposta vaga ou você não sabe responder é porque está faltando
"marketing" para te ajudar!</p>

<p>O quadro a seguir mostra de uma forma bem resumida as principais
diferenças entre o enfoque de marketing e o enfoque de vendas:</p>

<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0"
style="width: 785px;">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" style="text-align: center;">
<p><strong>Conceito de Vendas</strong></p>
</td>
<td valign="top" style="text-align: center;">
<p><strong>Conceito de Marketing</strong></p>
</td>
</tr>

<tr>
<td valign="top">
<p>1.Ênfase no produto/serviço agregado.</p>
</td>
<td valign="top">
<p>1.Ênfase nos desejos de segmentos específicos de Clientes.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td valign="top">
<p>2. Primeiro a empresa produz o produto / serviço agregado e
depois define como vendê-lo.</p>
</td>
<td valign="top">
<p>2. Primeiro a empresa identifica os segmentos significativos de
clientes em nichos de mercado específicos e depois determina como
produzir e oferecer um produto / serviço agregado que satisfaça as
demandas de forma lucrativa para ambos.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td valign="top">
<p>3. A administrição é orientada para o volume de vendas.</p>
</td>
<td valign="top">
<p>3. A administração é orientada para o lucro (curto, médio e
longo prazo).</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td valign="top">
<p>4. Planejamento é de curto prazo, feito em termos de produtos /
serviços agregados e mercados de hoje.</p>
</td>
<td valign="top">
<p>4. Planejamento é de longo prazo, feito em termos de produtos /
serviços novos, mercados de hoje e amanhã e crescimento futuro,
orientando o desenvolvimento de produto para criar um Valor que é
percebido pelo cliente de forma a fidelizá-lo buscando obter uma
renda recorrente.</p>
</td>
</tr>

<tr>
<td valign="top">
<p>5. Enfatiza as necessidades da empresa vendedora.</p>
</td>
<td valign="top">
<p>5. Enfatiza os desejos específicos de grupos significativos de
eventuais compradores.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>

<p>&nbsp;</p>

<p>Outro erro comum é se contratar ferramentas de automação da
força de vendas que incorporam os conceitos de <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/videos/marketing--vendas/miriam-bretzke-crm-e-marketing-de-relacionamento.aspx"
 title="CRM &amp; MKT Relacionamento">Gestão de Relacionamento com
o Cliente (CRM - Customer Relationship Management)</a> sem ainda a
empresa não ter uma visão clara de todos os processos integrados
pela ótica do Marketing de Relacionamento. Não é de espantar,
portanto, que o CRM, ou Gestão de Relacionamento com os Clientes,
tenha criado uma grande expectativa e de certo modo frustrado
muitas organizações. E isso acontece por várias razões:</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>1.Falta uma definição clara de quais são os segmentos-chave de
clientes que se quer captar e reter, junto com uma clara definição
do posicionamento competitivo desejado em cada segmento-alvo.
Qualquer nova ferramenta de gestão pode ser sedutora, mas há algo
especialmente cativante sobre softwares cuja promessa é fazer com
que um problema desapareça. Isso é o que prometem muitos programas
de CRM, sugerindo que automatizarão o delicado e por vezes
misterioso processo de evitar clientes de margens baixas e atrair
os de margens altas. A gestão bem-sucedida de relacionamento com os
clientes é baseada na -e, portanto,&nbsp; precedida da- boa e velha
análise de segmentação.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>2.Falta uma visão completa dos objetivos e passos-chave para uma
estratégia completa de lealdade. Uma vez identificados os clientes
que quero ter e reter, preciso formular uma estratégia clara de
como fazê-lo.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>3.Na falta de um esforço de segmentação e de uma clara
estratégia de fidelização, as iniciativas acabam gerenciadas pelo
lado tecnológico. Assim, muitas vezes os fornecedores de software
determinam a abordagem ao gerenciamento de clientes da empresa. Ou,
com a mesma freqüência, a estratégia de clientes é retroalimentada
para alinhá-la à tecnologia de CRM recém-adquirida. Num passado não
muito distante, a própria definição de CRM favorecia a abordagem
puramente tecnológica.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>4.Por vezes, implementa-se tecnologia de CRM sem antes criar uma
organização voltada para os clientes. Se uma empresa quiser
desenvolver relacionamentos melhores com seus clientes mais
lucrativos, precisa primeiramente&nbsp; reforçar os processos-chave
relacionados com clientes, do serviço ao consumidor ao
processamento de pedidos. Ter uma estratégia não é o bastante: uma
implantação de CRM&nbsp; será bem-sucedida somente depois que a
organização e seus processos, descrição de funções, medidas de
desempenho, sistemas de remuneração e programas de treinamento
tiverem sido reestruturados para atender melhor às demandas dos
clientes.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Assim, antes devemos ter uma definição clara de todas as
informações que devemos buscar sobre os nossos clientes e também de
todas as atividades necessárias dentro da organização para se
chegar em um ponto onde poderemos realmente ter implantada a visão
de Gestão de Clientes a partir da ótica do cliente (externa) para
dentro da organização.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Para ter um Ciclo Contínuo de Vendas é necessário a empresa
desenvolver ações e atividades conforme o quadro a seguir (cujos
elementos são discutidos em detalhes nos posts específicos no Blog
do GrupoTreinar -&gt; <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog">www.grupotreinar.com.br/blog</a>
):</p>

<p>&nbsp;<img src="/media/410419/ciclo_cont_nuo_de_vendas.jpg" width="NaN" height="320" alt="CicloVendas" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>Principais diferenças entre Elaboração e Gestão de Contratos e Gestão de Terceiros e Fornecedores</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/4/15/principais-diferenças-entre-elaboração-e-gestão-de-contratos-e-gestão-de-terceiros-e-fornecedores.aspx</link><pubDate>Mon, 15 Apr 2013 15:45:11 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/4/15/principais-diferenças-entre-elaboração-e-gestão-de-contratos-e-gestão-de-terceiros-e-fornecedores.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p>&nbsp;</p>

<p><img src="/media/270875/image07.jpg" width="343" height="325" alt="Imagem07" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>O <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/riscos-governan%C3%A7a/curso-gest%C3%A3o-de-terceiros-e-de-fornecedores.aspx">
Curso Gestão de Terceiros e de Fornecedores</a>&nbsp; ora proposto
se caracteriza pela abordagem de gestão.</p>

<p>Ele atravessa de forma horizontal as diversas atividades,
habilidades e conhecimentos necessários para se estabelecer a
gestão eficaz e eficiente de contratos, inclusive em seus aspectos
jurídicos. Não é objeto do curso abordar de forma vertical a
elaboração de contratos, demonstrando casos de contratos utilizados
para os diversos segmentos da indústria e serviços. Caso tivéssemos
optado por esse conteúdo, o titulo do curso teria que se assemelhar
a " Princípios e Fundamentos para a Elaboração de Contratos ".</p>

<p>Veja, o principal&nbsp;problema da maioria das empresas é o
estabelecimento da Gestão de Contratos e Fornecedores. Sabemos que
a maioria das empresas não utiliza de forma eficaz os contratos
como objeto de gerenciamento das atividades ou critérios de
qualidade de entrega de produtos, prazos, custos, riscos,
tratamentos de exceção, renovação, auditorias de fornecedores,
reuniões de acompanhamento, sla, abordagens baseadas em práticas de
excelência na gestão&nbsp;de fornecedores, desenvolvimento de
fornecedores, etc...</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Assim construímos um treinamento que aborda o processo de gestão
e aponta os Fatores Críticos de Sucesso para uma boa gestão.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Autor: Sergio Richter Ayres</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>BPO - 6 Questões estratégicas - Primeira parte</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2012/8/18/bpo-6-questões-estratégicas-primeira-parte.aspx</link><pubDate>Sat, 18 Aug 2012 20:01:27 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2012/8/18/bpo-6-questões-estratégicas-primeira-parte.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p>&nbsp;<img src="/media/265484/outsource_400x407.jpg"  width="400"  height="407" alt="Outsource" style="text-align: center;"/></p>

<p>Depois de sucessivas tentativas de readequação dos processos em
face da obtenção da excelência na Cadeia de Valor as empresas de
melhor performance avaliam continuamente novas oportunidades para
tomar a frente de seus concorrentes. O BPO, ou Business Process
Outsourcing (outsourcing de processos de negócios) oferece essa
possibilidade.</p>

<p><span>Pensando nisso, buscamos te ajudar através da elucidação
de questões de ambito estratégico, conforme mostra o vídeo a
seguir:</span></p>

<script src="http://cdnfront.grupotreinar.com/videos/badge.js">{ "videoid":"2517"}</script>

<!-- p><span><a href="/videos/processos--qualidade/bpo-6-questoes-estrategicas.aspx"
title="BPO - 6 Questões Estratégicas"><img src="/media/265455/bpoentrevista01_450x338.jpg"  width="450"  height="338" alt="BPOentrevista01" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/><br />
</a></span></p -->

<p><span>Outros temas relacionados com terceirização e gestão de
contratos e de fornecedores:</span></p>

<p><span><span><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/gest%C3%A3o-de-ti/curso-especializa%C3%A7%C3%A3o-em-sla---gerenciamento-de-n%C3%ADvel-de-servi%C3%A7o-e-de-fornecedor-baseados-em-boas-pr%C3%A1ticas.aspx">
Curso Especialização em SLA - Gerenciamento de Nível de Serviço e
de Fornecedor Baseados em Boas Práticas</a></span></span></p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/gest%C3%A3o-de-ti/programa-semi-presencial-de-especializac%C3%A3o-em-sla.aspx">
Programa semi-presencial de Especialização em SLA - Gerenciamento
de Nível de Serviço</a></p>

<p><span><span><span><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/riscos--governan%C3%A7a/curso-gest%C3%A3o-de-terceiros-e-de-fornecedores.aspx">
Curso Gestão de Terceiros e de
Fornecedores</a></span></span></span></p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/processos--qualidade/consultoria-em-bpo-business-process-outsourcing.aspx">
Consultoria em BPO Business Process Outsourcing</a></p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/processos--qualidade/programa-semi-presencial-sobre-bpo-business-process-outsourcing.aspx">
Programa semi-presencial sobre BPO Business Process
Outsourcing</a></p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/processos--qualidade/curso-bpo-business-process-outsourcing.aspx">
Curso BPO Business Process Outsourcing</a></p>
]]></description></item><item><title>BPM como ponto de partida</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2012/8/2/bpm-como-ponto-de-partida.aspx</link><pubDate>Thu, 02 Aug 2012 06:22:53 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2012/8/2/bpm-como-ponto-de-partida.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/259740/processos_de_gest_o.jpg" width="275" height="183" alt="BPM" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>Quando se pensa em Gerenciamento de forma eficaz percebemos que
sempre são necessários a reunião de todos e de tudo no qual o
empreendimento está inserido. Desta forma, análises top-down nos
mostram que é necessário conhecer em detalhes as bases nas quais se
constrói os pilares fundamentais de uma boa administração:
estratégia, arquitetura, engenharia e governança.</p>

<p>A estratégia deve apontar o Norte indicando em que direção todos
os esforços devem fluir, a arquitetura deve definir um modelo onde
são respondidos os quesitos fundamentais de planejamento (WHAT -
WHEN - WHO - WHY - WHERE - HOW, Em português O QUE - QUANDO - QUEM
- PORQUE - ONDE - COMO), a engenharia constrói e operacionaliza
todos os componentes definidos na arquitetura e a governança
institui o modelo que compatibiliza a estratégia, a arquitetura e a
engenharia.</p>

<p>Como bem identificou John Zachman, nas empresas há uma
necessidade de representar de forma estruturada todos os seus
sistemas e seus processos através de uma framework que reflita
diversas visões estratégicas. Todavia o ponto de partida da
Governança começa a partir do momento que as organizações concebem
a Arquitetura Organizacional a partir da Gestão por Processos de
Negócios (BPM) alinhada com a Arquitetura da Informação,
Arquitetura de Sistemas Aplicativos e Projeto de Sistemas
Aplicativos.</p>

<p>Assim a questão consiste em identificar que metodologia e que
tendência de BPM a empresa deve adotar. Tendo isto em mente nos
deparamos com a análise de efetuada por Clay Richardson da
Forrester intitulada " The BPM Trends You Must Embrace In 2011!
"</p>

<p>Onde destacamos os principais pontos:</p>

<ul>
<li>Conecte a Arquitetura de Negócios com as iniciativas de BPM
para criar um roteiro realista no processo de
transformação;&nbsp;</li>

<li>Dê "direitos iguais" nas iniciativas de BPM e a manutenção dos
dados;</li>

<li>Promova competências em BPM para as funções-chave nos processos
que compõem a cadeia de valor da organização;&nbsp;</li>

<li>Procure criar condições para melhor desenvolver a participação
colaborativa de todos nos processos da cadeia de valor;&nbsp;</li>

<li>Procure identificar as melhores práticas de programas
bem-sucedidos na implementação de iniciativas BPM.</li>
</ul>
]]></description></item></channel></rss>
