<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:rssdatehelper="urn:rssdatehelper"><channel><title>blog for tag liderança</title><link>http://grupotreinar.com.br</link><pubDate></pubDate><generator>grupotreinar</generator><description>Blog do GrupoTreinar</description><language>en</language><item><title>A Liderança em tempos de distopia</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2020/4/6/a-liderança-em-tempos-de-distopia.aspx</link><pubDate>Mon, 06 Apr 2020 07:29:35 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2020/4/6/a-liderança-em-tempos-de-distopia.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p>Nestes tempos onde cada um e seu grupo tem a sua própria teoria
da conspiração e também seus inimigos especiais é reflexo da <a
href="https://www.linkedin.com/feed/hashtag/?highlightedUpdateUrns=urn%3Ali%3Aactivity%3A6650005873273909248&amp;keywords=%23distopia&amp;originTrackingId=mgM%2B%2FbgoRWyhzs5DGy%2BeAA%3D%3D"
 target="_self" data-control-name="hashtag">#distopia</a> que
vivemos - mas por que não procurar rimar com <a
href="https://www.linkedin.com/feed/hashtag/?highlightedUpdateUrns=urn%3Ali%3Aactivity%3A6650005873273909248&amp;keywords=%23empatia&amp;originTrackingId=mgM%2B%2FbgoRWyhzs5DGy%2BeAA%3D%3D"
 target="_self" data-control-name="hashtag">#empatia</a> e mudar a
nossa atitude?</p>

<p>Como sugeriu José Saramago, há tempos que "É preciso sair da
ilha para ver a ilha. Não nos vemos se não saímos de nós.".</p>

<p>Tentando sair da minha "Ilha" percebo que precisamos ter uma
"luz no fim do túnel" e é aí que noto a falta de liderança neste
sentido.</p>

<p>Existe uma metáfora que nos fala dos "olhar de lince" e do
"olhar de águia".</p>

<p>O primeiro olhar é ter uma visão de longo prazo, conseguindo
prever o futuro. O segundo é um olhar perspicaz, amplo, que "vê" o
Mundo lá de cima, independente de humores, temores e paixões. É o
olhar daqueles que já aprenderam a voar e assim saíram da
"Ilha".</p>

<p>Agora se aliarmos os dois "olhares" (o da Águia e o do Lince)
poderemos começar a procurar alguém que seja realmente um
líder.</p>

<p>Pergunto - e quem ainda não saio da "Ilha", como começar a
fazê-lo?</p>

<p>Penso que primeiro é tentar se livrar das "baixas" emoções e a
primeira delas é o ódio, o rancor.</p>

<p>Logo, que as "quarentenas" da vida não sejam para odiar, mas
para começar a praticar a <a
href="https://www.linkedin.com/feed/hashtag/?highlightedUpdateUrns=urn%3Ali%3Aactivity%3A6650005873273909248&amp;keywords=%23Solitude&amp;originTrackingId=mgM%2B%2FbgoRWyhzs5DGy%2BeAA%3D%3D"
 target="_self" data-control-name="hashtag">#Solitude</a>.</p>

<p><img src="/media/899707/solitude.jpg" alt="Solitude"/></p>

<p>&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>Pensando em Voz Alta sobre Conhecimento e Desinformação</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2016/9/13/pensando-em-voz-alta-sobre-conhecimento-e-desinformação.aspx</link><pubDate>Tue, 13 Sep 2016 09:22:33 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2016/9/13/pensando-em-voz-alta-sobre-conhecimento-e-desinformação.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/628544/ca_adores_de_pokemon.jpg" alt="Caçadores de Pokemon" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p style="text-align: justify;">Veja as seguintes frases:</p>

<p style="text-align: justify;"><a
href="http://kdfrases.com/frases/vida">http://kdfrases.com/frases/vida</a></p>

<p style="text-align: justify;">Em qual citação você se viu?</p>

<p style="text-align: justify;">Independente de sua resposta, pelas
citações acima muito se pode aprender sobre o ponto de vista dos
mestres em relação 'a vida, mas nada supera a sua experiência
pessoal, pois para mim este é o grande legado da Vida. Por isso
respeito mais aqueles que vão 'a busca do que aqueles que vivem se
escondendo através de retóricas.</p>

<p style="text-align: justify;">Hoje se tem muito mais
desinformação<sup>(*1)</sup> do que esclarecimento e a capacidade
de pensar, tema básico da busca filosófica, é limitada 'a media das
"ignorâncias" predominantes quando se trata de mídia de massa,
principalmente. Desta maneira, buscar a verdade é "ir a guerra
contra a ignorância incentivada"&nbsp; e assim ter uma experiência
pessoal digna e coerente. Se vida é informação, alegria e
conhecimento então a morte é desinformação, alienação e sofrimento.
Lógico, ou não?</p>

<p style="text-align: justify;">Não é a toa que a verdade "morre"
primeiro em uma guerra, sendo o que predomina sempre é a
desinformação. &nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Nos últimos cem anos vivemos mais
guerras e destruição do que em qualquer outro período conhecido e
de fato são os parâmetros principais da política
real<sup>(*2)</sup>. Como por outro lado, também temos um
crescimento vertiginoso da população e da tecnologia, o que
potencializa e incentiva os chamados mecanismos de controle social,
tornando-os cada vez mais poderosos, sutis, subliminares e
envolventes. &nbsp;Vide os <em>pokemons</em> que tornam realidade
uma ficção para quem já são ficção e metáfora de alienação.</p>

<p style="text-align: justify;">Voltando 'as frases e citações
sobre a Vida observe que a maioria delas não pressupõe que tem
muito mais gente no Poder (até podemos imaginar quem) que não
deseja a Vida em seu sentido amplo, de busca do Conhecimento de
forma conjunta e indistinta entre as pessoas e a realidade como um
todo.</p>

<p style="text-align: justify;">Por enquanto o "Ego" vai vencendo a
batalha contra o "Si mesmo".</p>

<p style="text-align: justify;">E para você:</p>

<p style="text-align: justify;">O que é mais importante na
Vida?</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">*1-&gt; LEÃO SERVA E
A&nbsp;DESINFORMAÇÃO</p>

<p style="text-align: justify;">"Jornalismo e Desinformação"
&nbsp;parece ser mais um daqueles títulos com palavras
aparentemente antagônicas, pensadas apenas para chamar atenção. Na
verdade, quem se atreve a encarar a leitura descobre a terrível
realidade de ignorância do público que consome informação. A obra é
fruto do trabalho de mestrado de seu autor,&nbsp;Leão
Serva.&nbsp;As 144 páginas do livro poderiam ser muito bem chamadas
de manual, que se destina não apenas a estudantes e profissionais,
mas aos 4,5 milhões de leitores brasileiros de jornais impressos,
que cotidianamente enfrentam dificuldades cada vez mais claras de
entender o mundo.</p>

<p style="text-align: justify;">Fonte: <a
href="https://blogsaturado.wordpress.com/portfolio/leao-serva/">https://blogsaturado.wordpress.com/portfolio/leao-serva/</a></p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">*2-&gt;</p>

<p style="text-align: justify;">"Hannah Arendt afirma que as
guerras e as revoluções e não o funcionamento regular de governos
parlamentares e aparatos partidários formaram as experiências
políticas básicas do século XX, podemos considerar que Sócrates
também viveu uma situação histórica permeada por enfrentamentos
militares e instabilidades políticas. Sua condenação está vinculada
diretamente com as transformações da pólis e sua rápida decadência
decorrente de inúmeros conflitos e combates cada vez mais
violentos. Enquanto os eventos catastróficos do seu tempo levaram
Arendt a elucidar o lado público do mundo como aquilo que ocorre
entre os homens plurais envolvidos uns com os outros por meio de
atos e palavras concertados, as experiências sofridas por Sócrates
o fizeram engajar-se no esforço por tornar o pensamento relevante
para a instauração e manutenção do mundo comum como âmbito
inter-humano de relacionamento e convivência. Assim, tomando como
base a interpretação que Hannah Arendt faz do diálogo para o qual
Sócrates convidada seus concidadãos, o propósito do trabalho
consiste em refletir sobre a importância ética e política da
atividade de pensar, tendo em vista elucidar de que modo a ausência
de pensamento é um poderoso fator nos cuidados humanos com o mundo
comum. Para Arendt, a condenação de Sócrates e o julgamento de
Eichmann, teriam nos dado a lição de que a incapacidade de pensar e
julgar pode formar um homem capaz de levar o mal e a violência a
extremos inconcebíveis e ilimitados. Essa constatação impôs à
Arendt a seguinte indagação: a atenção reflexiva do pensamento
poderia evitar o mal?"</p>

<p style="text-align: justify;">"</p>

<p style="text-align: justify;">Fonte: <a
href="http://www.cchla.ufrn.br/humanidades2009/Anais/GT04/4.2.pdf">http://www.cchla.ufrn.br/humanidades2009/Anais/GT04/4.2.pdf</a></p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>A FILOSOFIA DO MESTRE YODA EM 8 FRASES</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2016/4/8/a-filosofia-do-mestre-yoda-em-8-frases.aspx</link><pubDate>Fri, 08 Apr 2016 15:30:01 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2016/4/8/a-filosofia-do-mestre-yoda-em-8-frases.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/599830/yoda.jpg" alt="YODA" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>O que as ideias do Mestre Yoda têm a nos ensinar?
"Muito", diriam os filósofos. É partindo dessa premissa que o
artigo destaca 8 frases ditas por um dos personagens mais queridos
do universo Star Wars e as analisa sob uma visão filosófica,
comparando-as com os pensamentos de grandes filósofos, como Séneca,
Sun Tzu, Platão e Nietzsche. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Talvez ele seja um dos ícones mais famosos da cultura pop.
Personagem carismático desde a década de 1980,&nbsp;<strong>Mestre
Yoda</strong>&nbsp;(criado por <a
href="https://pt.wikipedia.org/wiki/George_Lucas">George Lucas</a>)
apareceu em todos os filmes da franquia&nbsp;<strong>Star
Wars</strong>, com exceção do primeiro filme da trilogia clássica,
lançado 1977. Sua primeira aparição nas telonas foi no filmeStar
Wars: O Império Contra-Ataca, de 1980.</p>

<p>Este pequeno Mestre Jedi, de apenas 75 centímetros de altura,
liderou o Conselho Jedi durante anos. O nome de sua raça nunca foi
relevado na trama de Star Wars. Mestre Yoda foi um dos membros mais
importantes do alto Conselho Jedi, vindo a falecer aos 900 anos de
idade.</p>

<p>Além de ser um exímio lutador, que combinava apurada habilidade
de combate com o uso do sabre de luz (arma da Ordem dos Jedi e dos
guerreiros Sith) com técnicas acrobáticas de luta, foi também um
grande pensador no universo criado por George Lucas, criador de
toda a saga Star Wars.</p>

<p>A seguir apresentaremos algumas falas do personagem que refletem
sua filosofia de vida. São pensamentos interessantes que, com toda
certeza, lhe farão refletir sobre sua vida, seus relacionamentos e
sobre a sociedade em que vive.</p>

<p><strong>(1) "May the Force be with you" (Que a Força esteja com
você)</strong></p>

<p>Frase emblemática que marcou o universo Star Wars. Essa "força"
pode ser entendida muito mais como persistência e firmeza de
caráter do que uma força física. Podemos constatar na própria trama
da saga que a força de vontade foi aliada dos guerreiros Jedi em
diversas situações de perigo.</p>

<p>Este ensinamento ultrapassa o contexto dos guerreiros Jedi. Essa
força pode ser encontrada dentro de cada um de nós à medida que
conhecemos a nós mesmos. O aforismo grego "conhece-te a ti mesmo"
(atribuído por <a
href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o">Platão</a> a <a
href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crates">Sócrates</a>)
pode ser invocado neste pensamento como uma ideia de motivar o
interlocutor a realizar uma busca pessoal e interior.</p>

<p>De fato, quando conhecemos a nós mesmos, nossos limites e
potencialidades, somos capazes de feitos extraordinários. No
livro&nbsp;A Arte da Guerra, um verdadeiro tratado de estratégia
militar escrito durante o século IV a.C. por <a
href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sun_Tzu">Sun Tzu</a>,
encontramos a seguinte lição:</p>

<p>"Aquele que conhece o inimigo e a si mesmo lutará cem batalhas
sem perigo de derrota. Para aquele que não conhece o inimigo, mas
conhece a si mesmo, as chances para a vitória ou para a derrota
serão iguais. Aquele que não conhece nem o inimigo e nem a si
próprio, será derrotado em todas as batalhas".</p>

<p><strong>(2) "Always pass on what you have learned" (Sempre
passar o que você aprendeu)</strong></p>

<p>A ideia de formar discípulos e compartilhar o conhecimento foi
muito difundida por filósofos como Platão e <a
href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles">Aristóteles</a>,
que criaram escolas com o intuito de propagar seus
ensinamentos.</p>

<p>A&nbsp;<a
href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Academia_de_Plat%C3%A3o">Academia
Platônica&nbsp;</a> foi fundada por volta de 384 em Estagira, no
subúrbio de Atenas, tendo se originado, provavelmente, quando
Platão herdou a propriedade aos trinta anos de idade. Já a escola
de Aristóteles, a Escola Peripatética, fundada em 336 a.C no Liceu
em Atenas, também na Grécia Antiga, foi um círculo filosófico que
seguia os ensinamentos de seu fundador.</p>

<p>Peripatético&nbsp;significa itinerante (ou ambulante) e
os&nbsp;peripatéticos&nbsp;(aqueles que passeiam) eram os
discípulos de Aristóteles que caminhavam durante os ensinamentos de
seu mestre, que tinha o hábito de ensinar ao ar livre. O filósofo
passeava enquanto lia sob os portais do Liceu, conhecido
como&nbsp;perípatoi.</p>

<p>Essa preocupação em propagar o saber foi o responsável por
conhecermos os pensamentos dos filósofos do passado e representou
um marco divisório da cultura humana, pois desde as pinturas
rupestres da pré-História até as modernas formas de processamento
de dados, percebe-se a ideia de disseminar o conhecimento adquirido
por meio de experiências ou de novas maneiras de pensar e enxergar
o mundo ao nosso redor.</p>

<p><strong>(3) "In a dark place we find ourselves and a little more
knowledge lights our way" (Em um lugar escuro nos encontramos e um
pouco mais de conhecimento ilumina nosso caminho)</strong></p>

<p>Mesmo "vivendo" em um universo distante do nosso, fica evidente
a influência da filosofia platônica nos ensinamentos do Mestre
Yoda. <a
href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alegoria_da_Caverna">O&nbsp;Mito
da Caverna</a>, de Platão, é uma das passagens mais famosas da
história da Filosofia. Faz parte do <a
href="http://www.recantodasletras.com.br/trabalhosacademicos/815200">
Livro VI de&nbsp;A República</a>. Nesta obra, o filósofo discute
temas como teoria do conhecimento, linguagem e educação na
constituição do Estado ideal.</p>

<p>Com uma narrativa alegórica e, ao mesmo tempo, dramática, Platão
conta-nos a história de prisioneiros que, desde o nascimento,
encontram-se acorrentados no interior de uma caverna. A caverna
possui uma pequena entrada, por onde passa pouca luz, vinda de uma
fogueira. Esses prisioneiros olham somente para uma parede
iluminada por essa fogueira. Do outro lado da caverna se encontram
pessoas que manipulam estatuetas de homens, plantas e animais.</p>

<p>Como os prisioneiros não tem a mesma percepção de quem está do
outro lado da caverna, imaginam que as sombras projetadas na parede
são, de fato, as coisas em si. Assim, as sombras dos animais, para
os prisioneiros, são os animais. Com o tempo, os prisioneiros
passam a dar nomes a essa projeções pensando se tratar da
realidade.</p>

<p>O texto do&nbsp;Mito da Caverna&nbsp;é um diálogo entre Sócrates
e Glauco:</p>

<p>"Agora imagine a nossa natureza, segundo o grau de educação que
ela recebeu ou não, de acordo com o quadro que vou fazer. Imagine,
pois, homens que vivem em uma morada subterrânea em forma de
caverna. A entrada se abre para a luz em toda a largura da fachada.
Os homens estão no interior desde a infância, acorrentados pelas
pernas e pelo pescoço, de modo que não podem mudar de lugar nem
voltar a cabeça para ver algo que não esteja diante deles. A luz
lhes vem de um fogo que queima por trás deles, ao longe, no alto.
Entre os prisioneiros e o fogo, há um caminho que sobe. Imagine que
esse caminho é cortado por um pequeno muro, semelhante ao tapume
que os exibidores de marionetes dispõem entre eles e o público,
acima do qual manobram as marionetes e apresentam o
espetáculo".</p>

<p>No decorrer da narrativa, um dos prisioneiros consegue se
libertar das correntes e contempla o mundo exterior, mas ao voltar
ao interior da caverna e relatar suas experiências e seu novo modo
de perceber as coisas é contrariado por seus companheiros, que,
provavelmente, o mataram por ir de encontro às ideias já
estabelecidas pelos habitantes da caverna.</p>

<p>Como conclusão, o personagem Sócrates diz:</p>

<p>"E agora, meu caro Glauco, é preciso aplicar exatamente essa
alegoria ao que dissemos anteriormente. Devemos assimilar o mundo
que apreendemos pela vista à estada na prisão, a luz do fogo que
ilumina a caverna à ação do sol. Quanto à subida e à contemplação
do que há no alto, considera que se trata da ascensão da alma até o
lugar inteligível, e não te enganarás sobre minha esperança, já que
desejas conhecê-la".</p>

<p><strong>(4) "Powerful you have become, the dark side I sense in
you" (Poderoso você se tornou, o lado escuro sinto em
você)</strong></p>

<p>Para o mestre Yoda, o poder nos leva para "o lado escuro", nos
corrompendo. Mas esta não é uma ideia nova. Para o historiador
inglês <a
href="https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Dalberg-Acton,_1.%C2%BA_Bar%C3%A3o_Acton">
John Emerich Edward Dalberg-Acton</a> (1834-1902), primeiro barão
Acton de Aldenham, ativo militante da causa da liberdade, "o poder
tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente, de
modo que os grandes homens são quase sempre homens maus".</p>

<p>A frase atribuída a <a
href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Abraham_Lincoln">Abraham
Lincoln</a>, "se quiser pôr a prova o caráter de um homem, dê-lhe
poder", também se aplica neste contexto. Parece que os ideais de
liberdade e igualdade só são atingidos por meio de lutas e
revoluções. Quando a totalidade do poder se concentra na mão de
apenas um governante soberano, todo o povo padece.</p>

<p>Já segundo <a
href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ulysses_Guimar%C3%A3es">Ulysses
Guimarães</a> (1916 - 1992), "o poder não corrompe o homem; é o
homem que corrompe o poder. O homem é o grande poluidor, da
natureza, do próprio homem, do poder. Se o poder fosse corruptor,
seria maldito e proscrito, o que acarretaria a anarquia".</p>

<p>O que se nota é que, no decorrer da história da humanidade, o
pensamento ético é inclinado de acordo com a vontade do governante
ou do grupo de pessoas que governam. Nesse sentido, a ética é
variável de acordo com o poder vigente na sociedade.</p>

<p><strong>(5) "Many of the truths that we cling to depend on our
point of view" (Muitas das verdades que temos dependem de nosso
ponto de vista)</strong></p>

<p>Para o filósofo <a
href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Immanuel_Kant">Immanuel
Kant</a> (1724 - 1804), a realidade não é aquilo que realmente é,
mas ela é como nós a enxergamos, como se usássemos lentes que
alteram a realidade de acordo com nossas percepções.</p>

<p>No entanto, como conceito relativista, a verdade é sempre a
verdade sob um ponto de vista. Segundo o pensamento do Mestre Yoda,
nossas verdades dependem de como nós a vemos.</p>

<p>O problema dessa concepção relativista, que encara a realidade
como algo não absoluto, é que (em uma visão extremista desta
premissa) nunca saberemos qual é, de fato, a verdadeira realidade.
Nesse sentido a realidade está vulnerável à interpretação de cada
indivíduo.</p>

<p><strong>(6) "Fear is the path to the dark side. Fear leads to
anger, anger leads to hate, hate leads to suffering" (O medo é o
caminho para o lado negro. O medo leva a raiva, a raiva leva ao
ódio, o ódio leva ao sofrimento)</strong></p>

<p>Para o filósofo <a
href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9neca">Séneca</a> (4 a.C.
- 65), "uma ira desmedida acaba em loucura; por isso, evita a ira,
para conservares não apenas o domínio de ti mesmo, mas também a tua
própria saúde".</p>

<p>A filosofia de Séneca nos ensina a ter moderação e aceitar que
não temos o controle de tudo que acontece e que aceitar este fato e
tentar mudar as coisas que podemos mudar é essencial para termos
tranquilidade. Quanto mais cedo entendermos isso, mais cedo
alcançaremos a ataraxia (tranquilidade da alma), segundo
Séneca.</p>

<p>Ainda segundo o filósofo "a maldade bebe a maior parte do veneno
que produz".</p>

<p><strong>(7) "Size matters not. Look at me.Judge me by my size,
do you?"(Tamanho importa não. Olhe para mim. Você julga a mim pelo
tamanho?)&nbsp;</strong></p>

<p>Novamente vemos aqui a influência do&nbsp;Mito da Caverna, de
Platão, pois quando julgamos pela aparência, julgamos mal por não
levarmos em consideração a realidade das coisas.</p>

<p>Para <a
href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Nietzsche">Nietzsche</a>
(1844 - 1900), a realidade é a aparência e a essência é uma
mentira, espécie de ilusão criada pelos homens, uma vez que é
difícil encarar a constante multiplicidade e efemeridade do que é
real.</p>

<p>Ainda que a fragilidade e a constante mudança da realidade nos
atinja, o ensinamento do Mestre Yoda nos diz que devemos lançar mão
de acreditar no que nossos olhos enxergam e procurarmos enxergar a
essência das pessoas.</p>

<p><strong>(8) "Wars not make one great"(Guerras não faz grande
ninguém)</strong></p>

<p>Na obra&nbsp;<a
href="https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Arte_da_Guerra">A Arte da
Guerra</a>, Sun Tzu declara que "o verdadeiro objetivo da guerra é
a paz". Ainda segundo o estrategista militar, "os guerreiros
vitoriosos vencem antes de ir à guerra, ao passo que os derrotados
vão à guerra e só então procuram a vitória". Nesse sentido, o
embate físico deve ser a última fase de uma guerra e não o
primeiro.</p>

<p>Assim, através dessas oito frases concluímos singelamente nossa
análise do pensamento filosófico do Mestra Yoda, um dos personagens
mais queridos do universo&nbsp;Star Wars. Escolhemos apenas oito
frases para deixar o texto mais objetivo, porém, obviamente,
diversos outros pensamentos possuem igual utilidade e podem ser
adicionados a estes que relacionamos.</p>

<p>Para os fãs da série, essa foi nossa modesta homenagem a este
incrível personagem de George Lucas. Para aqueles que não conhecem
a série, esta é uma boa oportunidade para pesquisar sobre o
assunto.</p>

<p>Esperamos ter aguçado sua curiosidade sobre o tema e…</p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Que a força esteja com vocês!</strong></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Veja também "</p>

<h2><a href="http://bit.ly/1UJgdYU">Quando é hora de
mudar</a>-&gt;<a
href="http://bit.ly/1UJgdYU">http://bit.ly/1UJgdYU</a></h2>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Fonte:&nbsp;<a
href="http://ec.tynt.com/b/rw?id=d808DA9wqr3O4RadbiUzgI&amp;u=obvious"
 target="_blank">@obvious on Twitter</a>&nbsp;|&nbsp;<a
href="http://ec.tynt.com/b/rf?id=d808DA9wqr3O4RadbiUzgI&amp;u=obviousmagazine"
 target="_blank">obviousmagazine on Facebook</a></p>

<h2>Autor: <a href="http://obviousmag.org/renato_collyer/">RENATO
COLLYER</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</h2>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>Produtividade e Inovação começam em casa</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/7/12/produtividade-e-inovação-começam-em-casa.aspx</link><pubDate>Fri, 12 Jul 2013 10:30:07 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/7/12/produtividade-e-inovação-começam-em-casa.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/413512/brainstorm.jpg" width="NaN" height="300" alt="BrainGroup" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>A produtividade e a inovação são temas constantemente
relacionados com o sucesso, seja pessoal, seja corporativo, seja
até em âmbitos globais. Afinal o que difere o posicionamento das
nações é sua capacidade de gerar riqueza e bem estar para a
população, refletindo assim na capacidade produtiva de cada um e na
qualidade de vida decorrente.</p>

<p>Por exemplo, alguns analistas como Robert Atkinson, presidente
da Fundação para Inovação e Tecnologia da Informação (ITIF, na
sigla em inglês), um 'think tank' focado em políticas globais de
inovação sediado em Washington, &nbsp;afirmam que a baixa
produtividade é a raiz da maioria dos problemas que temos por aqui.
&nbsp;</p>

<p>Em entrevista exclusiva ao&nbsp;Valor, o especialista diz que é
a baixa capacidade de gerar mais produto com a mesma quantidade de
capital e trabalho que impede que a economia brasileira cresça a um
ritmo que surpreenderia muitos economistas locais. "O Brasil
poderia crescer algo entre 6% e 8% ao ano, acredito totalmente
nisso", diz ele.</p>

<p>Para alcançar tal crescimento, no entanto, ainda há muito a ser
feito por aqui. Estudo comparativo conduzido por Atkinson mostra
que, entre 2005 e 2011, a produtividade da economia respondeu por
74% da expansão do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA. Entre as
nações de média e baixa renda, a produtividade respondeu por nada
menos do que 84% da alta do PIB, enquanto, no Brasil, apenas 28% do
crescimento veio do aumento da produtividade no período.</p>

<p>Para Atkinson, um dos grandes erros dos países em busca de maior
produtividade é querer alcançá-la atraindo, por exemplo, um
fabricante de computadores ou uma indústria farmacêutica. A
realidade, diz ele, é que esse tipo de iniciativa pode até ajudar,
na medida em que desloca a força de trabalho de indústrias de baixa
para alta produtividade, mas está longe de ser suficiente. A
questão, diz, é que políticas efetivas de inovação não dependem
apenas do desenvolvimento de produtos de alta tecnologia, mas do
aumento de produtividade global da economia.</p>

<p>"A renda per capita americana é quatro vezes a brasileira, e a
razão disso não é porque temos a [empresa de tecnologia] Intel. O
fato é que a produtividade da economia americana é extremamente
alta", diz Atkinson.</p>

<p>Quando ele fala de inovação devemos nos ater o que é realmente
inovar:</p>

<p style="padding-left: 30px;"><strong>*</strong> Inovação é
relacionada a algo novo para a empresa, mesmo que já exista em
outras empresas ou que utilize conhecimentos técnicos já dominados
e difundidos em outros lugares;<br />
 <strong>*</strong> Pode ser a recombinação de tecnologias ou
conceitos, ou um novo olhar para algo que já exista no
mercado;<br />
 <strong>*</strong> "Inovação é um termo econômico e social", dizia
Peter Drucker, famoso consultor, analista e escritor. "Seu critério
não se baseia na ciência ou na tecnologia, mas nas mudanças no
ambiente econômico e social, e no comportamento das pessoas como
consumidores ou produtores".</p>

<p>Assim, para sermos realmente produtivos devemos de certo modo
"inovar" a partir da busca de nossa produtividade pessoal e tentar
ampliar este habito para os grupos os quais participamos ou nos
relacionamos. Isto pode ser através da maneira como nos
comunicamos, onde devemos procurar ser concisos e objetivos,
formulando questões dentro de um contexto definido, como também
procurar um ambiente propicio ao dialogo criativo estimulando novas
ideias e novas abordagens, criando desta forma um ambiente para por
em prática novos modelos mentais, na medida que buscamos novas
respostas para problemas antigos.</p>

<p>Logo, a produtividade no trabalho é um foco comum a todos os
profissionais que tenham a melhoria constante e a inovação como uma
meta. Frequentemente para alinhar com as pessoas ou o grupo temos
que participar ou conduzir reuniões. Então como sermos mais
produtivos e <em>inovativos</em> quando nos reunimos?</p>

<p>Como tornar as reuniões mais produtivas e criativas e menos uma
perda de tempo? &nbsp; Para uma reunião se tornar produtiva é
necessário que ela seja&nbsp;útil e ao invés de produzir bocejos e
murmurações ela deve funcionar como uma ferramenta motivacional e
eficaz.</p>

<p>Antes de definir uma reunião ou até participar de uma é
necessário compreender os motivos pela qual ela é necessária e os
objetivos que temos em mente. Evidentemente, assuntos tratados
durante esse período devem procurar atender a todos os
participantes. Portanto, se você for o coordenador estabeleça o
objetivo e procure relacionar com indicadores que efetivamente
possam ser aferidos e procure obter consenso entre todos, pois é
natural aderimos a iniciativas com as quais concordamos. Como a
reunião pode contribuir para&nbsp; aumentar a produtividade no
trabalho?</p>

<p>Esteja convicto de que essa é a melhor maneira para se planejar
e decidir para atingir o que se tem como meta a alcançar.</p>

<p>Saiba discernir sobre a comunicação como um todo e use meios
como e-mail para situações simples, como a divulgação de
informações rotineiras. Todavia para incentivar um ambiente
produtivo e criativo, como a elaboração de
um&nbsp;brainstorming&nbsp;ou tomadas de decisões, invista em uma
reunião. Nesses casos é necessário que haja meios para uma grande
interação entre os participantes e até a afinidade de objetivos é
importante para que as contribuições sejam vantajosas. Outro
motivador importante para agendar uma reunião é quando existem
desafios e conflitos emocionais que envolvam todo o grupo, nesse
caso é melhor que haja uma manifestação coletiva sobre tais
assuntos e que ocorra através do diálogo entre todos.</p>

<p>Após a definição sobre o verdadeiro propósito da reunião, passe
para etapa seguinte, que também é essencial e está relacionada com
o desenvolvimento de temas decorrentes dos objetivos, que devem ser
esclarecedores e mensuráveis, pois estes vão conduzir todo o
trajeto abordado na reunião e contribuir para manter o foco.</p>

<p>Ao final, não esqueça que toda reunião deve gerar um plano de
ações, responsabilidades e prazos para serem cumpridos. Regras e
critérios normalmente são criados e devem ser registrados, bem como
associados aos processos envolvidos, contribuindo assim para
tratos/contratos e prevendo ações relativas à destratos.</p>

<p>Dicas iniciais para uma reunião produtiva</p>

<p>Tendo já os objetivos definidos e as metas a serem alcançadas,
crie e faça um instrumento de comunicação informando os verdadeiros
propósitos da reunião e não se esqueça de ser bem claro para com as
metas, bem como mostrar o quanto é necessário alcança-las. Comece
por:</p>

<p style="padding-left: 30px;"><strong>*</strong> Elaborar uma
agenda com as datas previstas de reuniões;<br />
 <strong>*</strong> Estipular um período de tempo para participação
de todos;<br />
 <strong>*</strong> Divulgar a agenda com antecedência entre todos
os membros envolvidos;<br />
 <strong>*</strong> Atribuir funções e esclarecer a participação de
cada um;<br />
 <strong>*</strong> Fornecer informações detalhadas e definir o
contexto, pois em caso de tomadas&nbsp; de decisões isto é
fundamental;<br />
 <strong>*</strong> Buscar ampliar o conhecimento através de
pesquisas prévias e estudar os possíveis cenários e argumentações
com antecedência;<br />
 <strong>*</strong> Criar um roteiro onde haja espaço para que
todos possam participar;<br />
 <strong>*</strong> Manter o habito de passar a palavra para que
todos possam expor e tenham&nbsp; um tempo para falar de suas
dúvidas e inquietações;<br />
 <strong>*</strong> Procurar não encerrar a reunião antes de tentar
dirimir todas dúvidas que houveram e se não for possível criar uma
ação para tal;<br />
 <strong>*</strong> Fazer uma ata com os temas discutidos, os
acordos estabelecidos, os critérios &nbsp; adotados e as ações,
prazos e responsabilidades definidas;<br />
 <strong>*</strong> Estabelecer um prazo para divulgação da Ata já
antes mesmo do término da reunião;<br />
 Procurar salientar na comunicação quais foram os objetivos
estabelecidos e alcançados e quais foram as inovações e/ou aumento
de produtividade que o grupo envolvido conseguiu ao longo de um
período, se for o caso.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Caso tenha dificuldades em elaborar o relatório, veja algumas
dicas no seguinte link:</p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/7/4/10-passos-para-escrever-um-relat%C3%B3rio.aspx">
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/7/4/10-passos-para-escrever-um-relat%C3%B3rio.aspx</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Agora que você já fez a lição de casa sobre o básico em reuniões
é importante torná-las mais criativas, &nbsp;pois este
questionamento é muito adequado na medida em que um dos principais
fatores de desmotivação em reuniões que ocorrem com as
&nbsp;chamadas de "ordinárias", é a mesmice.&nbsp;&nbsp;
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br />
<br />
 A maneira de condução deve estar associada com o contexto e com o
modelo mental predominante no grupo. Por exemplo, em uma reunião
use a técnica de levantamento de expectativas, em outra utilize a
técnica de definição de prioridades, em outra, trabalho em
subgrupos.&nbsp;<br />
<br />
 Sempre que possível utilize apresentações em power point, filmes
motivacionais, cases. Se for para "vender" algo, veja mais dicas no
seguinte link:</p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2012/8/6/como-obter-sucesso-em-apresenta%C3%A7%C3%B5es-de-vendas-%E2%80%93-primeira-parte.aspx">
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2012/8/6/como-obter-sucesso-em-apresenta%C3%A7%C3%B5es-de-vendas-%E2%80%93-primeira-parte.aspx</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Caso você desejar aprimorar suas técnicas de apresentação e
oratória de uma forma geral temos conteúdos que poderão de
ajudar:</p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/comunica%C3%A7%C3%B5es/orat%C3%B3ria-a-arte-de-falar-bem-e-fazer-apresenta%C3%A7%C3%B5es-em-p%C3%BAblico.aspx">
</a><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos.aspx?a=2480">http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos.aspx?a=2480</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Se o objetivo for que&nbsp; as pessoas pensem, planejem, então
procure agendá-las pela manhã, já reuniões informativas podem ser à
tarde. Não esqueça de respeitar horários de almoço e de
saída.<br />
<br />
<br />
 Continuando, vai a seguir &nbsp;algumas dicas criativas:</p>

<p style="padding-left: 30px;"><strong>*</strong> Use a técnica da
bolinha (só pode falar quem estiver com uma bola de tênis na mão);
faça uma vez ou outra reuniões pelo SKYPE, chat, ou outra forma de
comunicação virtual;<br />
 <strong>*</strong> Faça reuniões em pé às vezes (principalmente
quando for uma reunião informativa);<br />
 <strong>*</strong> Outras vezes é melhor fazer a reunião em um
ambiente fora da empresa (numa cafeteria, por exemplo);<br />
 <strong>*</strong> Outras situações talvez exijam informalidades e
a então faça reuniões na mesa do subordinado (ao invés da sua, cada
vez na mesa de um colaborador diferente).</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Quem conduz reuniões deve ter o cuidado e a preocupação de
receber&nbsp;<em>feedbacks</em>, para se certificar de que elas
estão realmente contribuindo para melhorar a produtividade no
trabalho que sejam realmente eficazes como meio e instrumento de
planejamento.</p>

<p>O importante é procurar ser criativo e manter uma boa estrutura
com o planejamento em dia, desta forma será muito mais fácil
conseguir obter reuniões produtivas e evitar o desperdício de tempo
e de dinheiro!</p>

<p>Finalizando, se você tiver a missão de liderar tenha em mente
que sua atitude:</p>

<p style="padding-left: 30px;"><strong>*</strong> Dá significado às
mudanças esperadas nas pessoas que estão contigo;<br />
 <strong>*</strong> Pode gerar orgulho, energia e um sentido de
realização para todos;<br />
 <strong>*</strong> Deve ser memorável, motivadora,
idealista;<br />
 <strong>*</strong> Deverá estar de acordo com a história, cultura
e valores da organização, do grupo ou da entidade;<br />
 <strong>*</strong> Deverá gerar inspiração, entusiasmo e
incentivar o compromisso;<br />
 <strong>*</strong> Irá nortear as atividades cotidianas;<br />
 <strong>*</strong> Servirá para orientar as ações que realmente
agreguem Valor no sentido mais amplo;<br />
 <strong>*</strong> Frequentemente fará uma ponte entre o presente
e o futuro;<br />
 <strong>*</strong> Principalmente - &nbsp;<em>deve levar as
pessoas à Ação!</em></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Fontes: <a
href="http://www.administradores.com.br/artigos/administracao-e-negocios/nao-e-facil-preparar-reunioes-criativas-e-envolventes-para-a-equipe-todos-os-meses-como-podemos-criar-e-inovar-em-nossas-reunioes-e-apresentacoes/31774/">
http://www.administradores.com.br/artigos/administracao-e-negocios/nao-e-facil-preparar-reunioes-criativas-e-envolventes-para-a-equipe-todos-os-meses-como-podemos-criar-e-inovar-em-nossas-reunioes-e-apresentacoes/31774/</a></p>

<p><a
href="http://www.insper.edu.br/noticias/baixa-produtividade-e-o-maior-obstaculo-ao-crescimento-brasileiro-afirma-analista/">
http://www.insper.edu.br/noticias/baixa-produtividade-e-o-maior-obstaculo-ao-crescimento-brasileiro-afirma-analista/</a></p>
]]></description></item><item><title>Aprendizagem em Ação</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/5/20/aprendizagem-em-ação.aspx</link><pubDate>Mon, 20 May 2013 19:45:18 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/5/20/aprendizagem-em-ação.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/408137/aprendizagem_em_a__o.jpg" width="NaN" height="250" alt="Aprendizagem em Ação" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>É cada vez mais prioritário que os líderes de negócios&nbsp;
devem sempre saber como pensam seus clientes, funcionários e
concorrentes. De posse dessas informações, é hora de agir com
precisão.<br />
<br />
 Isto pode se chamar <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/videos/marketing--vendas/fernando-domingues-sobre-intelig%C3%AAncia-competitiva.aspx"
 title="Inteligencia Competitiva">Inteligência Competitiva</a>, o
que é uma forma proativa de captar e organizar informações
relevantes sobre o comportamento da concorrência, mas também dos
clientes e do mercado como um todo, analisado tendências e
cenários, e permitindo um melhor processo de tomada de decisão no
curto e longo prazo.<br />
<br />
 A questão fundamental está na forma como as empresas coletam,
decifram e utilizam essas informações pode ser um fator
determinante&nbsp; para a perenidade do negócio. O livro
Aprendizagem em Ação, escrito pelo respeitado professor da Escola
de Negócios de Harvard, David A. Garvin, explica com autoridade
como podemos adquirir esse conhecimento por meio das pratica das
chamadas "organizações educativas" ou "learning organizations".
Além disso, a obra delimita os passos a serem dados para o
estabelecimento de uma corporação dessa natureza.<br />
<br />
 Observando-se este tipo de&nbsp; organização, podemos perceber
algumas características diferenciadas:<br />
<br />
 &nbsp;</p>

<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O aprendizado não é meramente reativo mas sim
intencional, eficaz e conectado ao objetivo e à estratégia da
organização;</p>

<p><br />
 &nbsp;&nbsp;&nbsp; O aprendizado é oportuno, prevendo os desafios,
as ameaças e as oportunidades, e não simplesmente reagindo às
crises;</p>

<p><br />
 &nbsp;&nbsp;&nbsp; O&nbsp; aprendizado cria flexibilidade e
agilidade para que a organização possa lidar com a incerteza;</p>

<p><br />
 &nbsp;&nbsp;&nbsp; Mais importante ainda, as pessoas se consideram
capazes de gerar continuamente novas formas de criar os resultados
que mais desejam.&nbsp; Por isso, as mudanças que caminham lado a
lado com o aprendizado criam raízes, em vez de ser
transitórias.</p>

<p><br />
 Para adquirir essas qualidades pró-aprendizado, as&nbsp; "learning
organizations"&nbsp; têm algumas práticas diferenciadas, tais
como:</p>

<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Elas cultivam uma visão holística das coisas
que fazem com que as organizações complexas funcionem, das coisas
que fazem a mudança criar raízes e de como usar a lógica dos
sistemas para diagnosticar necessidades e projetar novas ações de
modo que o aprendizado seja eficaz e a mudança permanente;</p>

<p><br />
 &nbsp;&nbsp;&nbsp; Elas não reservam esses insights somente para
um pequeno grupo de pessoas em cargos-chave. As "learning
organizations"&nbsp; sabem que somente com uma participação ampla
na geração do conhecimento e na criação da mudança é possível criar
o desejo e o entusiasmo pela mudança contínua. O amplo envolvimento
também melhora a eficácia das ações porque insights múltiplos
entram em ação e aumentam a flexibilidade e a agilidade da
organização;</p>

<p><br />
 &nbsp;&nbsp;&nbsp; Elas patrocinam programas para aperfeiçoar e
diversificar continuamente as capacidades dos funcionários e
aumentar sua capacidade de mudar. As descrições de cargo são
relativamente fluidas e baseiam-se nas tarefas que precisam ser
executadas no momento;</p>

<p><br />
 &nbsp;&nbsp;&nbsp; Elas têm plena consciência de que o aprendizado
organizacional ocorre por meio de processos específicos e fazem
esforços explícitos e contínuos para melhorá-los.</p>

<p><br />
 O processo de aprendizado organizacional tem quatro estágios:
conscientização, compreensão, ação e análise. Depois vem a
reflexão.<br />
<br />
 No aprendizado organizacional, entretanto, esses estágios
representam tarefas coletivas: criar uma conscientização
compartilhada da necessidade de aprender, desenvolver uma
compreensão comum do que precisa ser feito, iniciar ações alinhadas
com a estratégia corporativa para melhorar o desempenho e conduzir
análises conjuntas tirando conclusões.<br />
<br />
 Essas atividades refletem o caráter singular da
organização-aprendiz, na qual o conhecimento é gerado pelas pessoas
que devem aplicá-lo e não por um grupo de elite composto por
executivos seniores ou especialistas. Com freqüência isso acontece
pela importação de conhecimentos de outras empresas, no chamado
benchmarking.<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 Essas tarefas coletivas também indicam o desafio que é criar
uma&nbsp; "learning organization", uma vez que implicam qualidade
nos relacionamentos, algo novo para a maioria das organizações. As
pessoas terão de aprender o que é trabalho em equipe eficaz, para o
qual um requisito importante é a comunicação franca e direta. Isso,
por sua vez, talvez exija algumas modificações em comportamentos
que atrapalham a comunicação.<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 O que torna o aprendizado particularmente eficaz? Como em qualquer
processo, a resposta é um projeto de processo eficaz desde o início
acoplado à sua melhoria contínua. Vamos voltar ao exemplo do
gerente que quer se tornar um líder melhor. Depois de completar os
estágios de conscientização, compreensão, ação e análise, ele
acrescenta uma fase de reflexão independente e mais profunda sobre
o que se passou, para chegar à melhoria contínua.<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 Ele começa esse quinto estágio por se perguntar: "Eu poderia ter
me conscientizado da necessidade de mudar há mais tempo? Como? Como
posso aumentar minha sensibilidade a essas questões . Na reflexão,
o gerente segue avaliando cada uma das fases anteriores. Pensando
na primeira parte, a da conscientização, ele se pergunta: "Será que
eu deveria ter conversado com outros líderes eficazes?" Refletindo
sobre o estágio de ação, ele se questiona: "Por que levei nove
meses para efetivamente fazer algo? Será que consigo descobrir uma
maneira de colocar as questões importantes ao lado das questões
urgentes?" Debruçando-se sobre o estágio de análise, ele diz: "Eu
não deveria ter adotado um modo mais inteligente de fazer as
análises retrospectivas?"<br />
<br />
 Fica claro que, por esse processo de reflexão, o gerente e todas
as pessoas tendem a se tornar aprendizes melhores ao longo do
tempo. E um processo semelhante pode ser utilizado para aperfeiçoar
o aprendizado organizacional.<br />
<br />
 O elemento central do livro Aprendizagem em Ação&nbsp; é oferecer
um exame prático para o que o autor chama de três caminhos
fundamentais para o aprendizado corporativo. São eles o acumulo da
inteligência através de fontes externas (por meio de entrevistas e
mesmo observações de campo); compilação de dados através de ações
direcionadas (como revisões de projetos finalizados e programas
especiais); e experiências com diferentes fontes externas por dados
variáveis (criação de protótipos e profundos testes de design
corporativo).<br />
<br />
 Ao combinar pesquisas realizadas em diferentes campos e estudos
detalhados de modelos bem-sucedidos em empresas como Xerox, GE e o
Exército Americano, Garvin consegue nos dar uma visão global
daquilo que Peter Senge, criador do conceito de&nbsp; "Learning
Organization", magistralmente idealizou.<br />
<br />
 <strong>Livro</strong>:APRENDIZAGEM EM AÇÃO - LEARNING
ORGANIZATION: UM GUIA PARA TRANSFORMAR SUA EMPRESA. Esta obra é uma
fonte de consulta definitiva para aqueles que desejam transformar
suas empresas em organizações que aprendem.<br />
<br />
 <strong>Autor</strong>:David A. Garvin é ocupante da Cadeira
Robert e Jane Cizik de Administração de Empresas na Harvard
Business School. É economista, graduado na Universidade de Harvard,
e Ph.D. pelo Massachussets Institute of Technology - MIT. É autor
ou co-autor de nove livros, incluindo a obra que é um marco na
ciência da Qualidade, além de um sucesso editorial: Gerenciando a
Qualidade (Qualitymark Editora), com mais de 20.000 exemplares
vendidos. Garvin recebeu por três vezes o Prêmio McKinsey, dado ao
melhor articulista da revista Harvard Business Review e também é
vencedor do Prêmio Beckhard, concedido ao autor do melhor artigo
sobre mudança organizacional planejada para a Revista Sloan
Management Review.<br />
<br />
 &nbsp;<br />
<br />
 <strong>Referências</strong>:Aprender a aprender por David A.
Garvin, P. Ranganath Nayak, Arun N. Maira,Joan L. Bragar.&nbsp;
http://books.google.com.br/books/about/APRENDIZAGEM_EM_A%C3%87AO_LEARNING_ORGANIZAT.html?id=l2Pt2VrWjKEC&amp;redir_esc=y<br />
<br />
 &nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>Quando é hora de mudar</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/3/31/quando-é-hora-de-mudar.aspx</link><pubDate>Sun, 31 Mar 2013 20:17:16 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/3/31/quando-é-hora-de-mudar.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p style="text-align: justify;"><img src="/media/429468/thephotosociety-org.jpeg" alt="Changing Ice"/></p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Uma das principais características
destes tempos é no que toca aos aspectos organizacionais
relacionados ao posicionamento da empresa em relação ao mercado,
dado que as mudanças que vem ocorrendo na sociedade estão cada vez
mais aceleradas e radicas, exigindo das equipes uma capacidade de
percepção e adaptação sem precedentes na história. Talvez comparada
aos tempos de grandes guerras ou recessões.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 Cada vez menos temos espaço para quem imagina que pode continuar a
agir como se nada muda e que pode permanecer na própria "zona de
conforto" para sempre.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 Desta forma, ou as organizações assumem atitudes mais ativas
diante do novo cenário, que exige adaptabilidade às mudanças, a
flexibilidade das equipes, a responsabilidade social e o
comprometimento com a aprendizagem de forma constante, ou estão
fadada ao desaparecimento como os dinossauros. Portanto a nova
organização necessita de indivíduos que possuam essas qualidades,
seja através de contratação externa, seja através de transformações
internas.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 As escolas tradicionais da administração apregoavam uma visão
reducionista onde que gerir era simplesmente planejar, organizar,
dirigir e controlar. Hoje, além da visão clássica, os gestores
devem possuir habilidades específicas, quais sejam: evoluir na
competitividade crescente, tentar entender e sobreviver na
complexidade, aprimorar a adaptabilidade das equipes diante da
incerteza, incentivar e colaborar para o aprendizado do individuo e
seu compartilhamento para com a organização.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 Com exceção de órgãos ligados direta ou indiretamente a governos e
empresas que formam oligopólios, características marcantes em
países de economia consideradas emergentes, parece não haver setor
imune a mudanças. Fusões e aquisições, desregulamentação,
tecnologia de informação em evolução crescente e competição global
vêm alterando a forma e a dinâmica das empresas. Novas tecnologias,
novas formas de estruturas industriais e novos processos, além da
volatilidade dos mercados de ações vêm alterando a forma de
fazermos negócios. Variações nos padrões demográficos, crescente
sofisticação da oferta e aumento da cultura de qualidade por parte
do consumidor, além de novas necessidades de consumo levam para
modificações nos mais diferentes mercados.<br />
<br />
 Estas mudanças implicam na criação de novos negócios, para atender
novas de demandas, ou para atender demandas antigas de outra forma.
Recentemente nos deparamos com artigos que chamam a atenção para
com novos cargos, tais como Gerente de Trade Marketing,
Especialista na área de Mobile Marketing, Analista de SEO,
Advogados especializados em de óleo e gás com foco no pré-sal e por
ai vai. Caso deseje saber o faz cada um deles e conhecer outros
também novos, acesse o seguinte link:<br />
 http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/3/25/novas-profiss%C3%B5es-exigem-novos-perfis-de-talentos-veja-quais-s%C3%A3o.aspx</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 Diante destes desafios todos, qual é o verdadeiro papel do
Líder?<br />
 Será que o papel do Líder continua o mesmo, ou seja, deve
dimensionar as responsabilidades para poder definir cargos, perfis
e atribuição de cada um para observar os indicadores e cobrar&nbsp;
os resultados?<br />
<br />
 Muito tem se escrito, falado e questionado sob esta sigla,&nbsp;
mas um aspecto é fundamental - o Líder deve trazer resultados para
a organização. A questão é, que tipo de liderança deve ser exercida
para que se obtenha sucesso em sua missão?<br />
<br />
 Em tempos cada vez mais voláteis se exige cada vez mais do Líder,
seja em termos de resultados, seja em termos de percepção da
realidade e suas implicações na organização. Assim, o Líder deve
ter ou desenvolver uma visão do todo e seus componentes bem acima
da média da maioria das pessoas. Do ponto de vista sistêmico, esta
visão do todo se chama de visão ontológica(*1), o que implica ver a
realidade e o todo em relação ao ser em seus aspectos
cognitivos&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (comunicação, percepção) ,
corpo(orgânicos) e emoção(psicológicos).<br />
<br />
 Este novo desafio para os Líderes parece ser intransponível para
muitos já que temos todos nós uma escola predominantemente
cartesiana e excessivamente racional de percepção da realidade e do
processo na tomada de decisões.<br />
<br />
 O Líder deve ser o primeiro, ou criar condições, para a percepção
de quando é hora de mudar e ter a visão de para onde se deve ir,
tal qual o fizeram Moisés e Noé, somente para citar exemplos que
todos conhecem. Vejam que é uma tarefa para poucos, portanto é
fantasioso esperar que todas organizações tenham líderes
extraordinários. O que se observa é que a liderança é temporal e
situacional e na tentativa de definir o conceito de liderança,
deparamo-nos com tantos estilos distintos de liderança, como de
líderes. Mahatma Gandhi&nbsp; era muito diferente de Jack Welch e
Richard Branson não é comparável a Martin Luther King Jr, por
exemplo.<br />
<br />
 Os líderes podem ter diferentes personalidades, diferentes níveis
de formação e diferentes motivos para liderar. Foi dependendo do
contexto que surgiram e das atitudes que adotaram que se percebeu
serem verdadeiros líderes. É muito mais simples perceber-se o Líder
do que formar Líderes e este é o esforço e uma das metas da Gestão
como ciência aplicada.<br />
<br />
 Se você desejar saber um pouco mais sobre tipos diferentes de
personalidade e que tipos de lideranças que exercem ou exerceram,
acesse o nosso blog no artigo - Como obter sucesso em Apresentações
de Vendas - Terceira parte, link:<br />
 http://www.grupotreinar.com.br/blog/2012/8/12/como-obter-sucesso-em-apresenta%C3%A7%C3%B5es-de-vendas-%E2%80%93-terceira-parte.aspx<br />
<br />
<br />
<br />
 Com a evolução da psicologia organizacional e o crescente estudo
da Gestão do ponto de vista acadêmico dá para se categorizar e
descrever os principais estilos de liderança e isto pode ajudar-nos
a melhor compreender e a adaptar os nossos próprios estilos de
gestão, todavia devemos sempre nos preocupar com a nossa formação e
capacidade de adaptação, pois não existe uma receita pronta para
ser usada em qualquer situação. Tudo passa pela percepção da
realidade como um todo e da realidade de cada um, da comunicação
entre a equipe e com a equipe, do trabalhar a emoção de forma real
e sincera e observar resultados com humildade de quem sempre está
disposto a aprender.<br />
<br />
 Assim, primeiro temos que ver o Líder em si, a pessoa que dá
suporte ao papel, seus conflitos e desafios e depois analisar o
contexto onde a liderança é exercida. Se o Líder esta doente, a
probabilidade de a organização também padecer também aumenta
muito.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 A operadora de saúde Omint(*2) produziu uma pesquisa para avaliar
as condições de saúde dos executivos brasileiros. Com uma amostra
formada por 15 mil profissionais entre média gerência e o alto
escalão de grandes companhias com atuação no país, a operadora de
saúde não apenas mapeou as principais enfermidades que afetam os
executivos brasileiros, mas também os principais hábitos de vida
não saudáveis, que são os maiores responsáveis pelo aumento do
risco cardíaco e desenvolvimento de doenças graves.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 Os números mostram que 95,5% dos executivos brasileiros não mantém
uma alimentação equilibrada no dia a dia, 44% são sedentários e
31,7% têm índice elevado de estresse. "Esses indicadores tem
permanecido estáticos nos últimos 3 anos, embora boa parte deles
revelem intenção de mudança de hábitos alimentares e inclusão de
atividades físicas na rotina", revela Caio Soares, diretor médico
da Omint e coordenador do estudo.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 &nbsp;A pesquisa traz ainda um agravante. Entre as patologias
mapeadas pelo estudo, a ansiedade é a que apresentou maior
crescimento entre os executivos avaliados pela operadora nos
últimos 3 anos. Se em 2010 14% dos executivos avaliados
apresentavam sintomas da doença, em 2011 esse percentual chega a
18,20%, crescimento de 24%.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 "A ansiedade está associada ao estresse, que é um dos grandes
vilões da saúde. Além de, por si só, agravar ou acelerar o
desenvolvimento de doenças, também afasta da serenidade necessária
para iniciar o processo de mudanças de hábitos. Não é fácil!",
explica Soares.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 Também de acordo com o levantamento, o excesso de peso, reflexo
direto da má alimentação e do sedentarismo, também é considerado um
grave problema no mundo corporativo. Porém, os indicadores vêm se
mantendo estáveis nos últimos 3 anos. De acordo com a pesquisa,
38,6% dos executivos estão com Índice de Massa Corpórea (IMC) acima
de 25. Dentro desse universo, 18,99% são homens e 11,53% mulheres.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) pode ser
considerada obesa uma pessoa que tem IMC acima de 30.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 A pesquisa da Omint relevou também quais são as doenças mais
frequentes entre os executivos brasileiros. A poluição e a
manutenção inadequada do ar condicionado no ambiente corporativo
colocou a rinite alérgica no topo do ranking. A doença atinge 29%
dos executivos analisados. O segundo lugar é ocupado pela alergia
de pele, atingindo 22,4% do total.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 Vejam que se é hora de mudar, primeiro quem tem que mudar é o
Líder ou executivo que atua nas organizações brasileiras, como
reflete a pesquisa acima. Portanto a hora de mudar é agora, mas
mudar como? Em que e onde mudar?<br />
 Novamente temos que observar a evolução do estudo da gestão e ver
quais eram os estilos de lideranças e como deve se desenvolver o
líder nestes tempos. Para efeito didático elenco a seguir alguns
estereótipos de liderança:</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<ul>
<li>A Liderança autocrática é uma forma extrema de liderança
transacional, onde o líder exerce um nível elevado de poder sobre
os membros da equipe. As pessoas que compõem a equipe não têm
muitas oportunidades para apresentar sugestões, mesmo que estas
sejam do interesse do grupo ou da organização. Observa-se que é
aplicável e situações emergenciais como em gerenciamento de crises
ou situações de pânico, ondem as ordens devem ser cumpridas 'a
risca e imediatamente. Em empresas baseadas no conhecimento é
natural que a&nbsp; maioria das pessoas não vão gostar de serem
tratadas desta forma. Assim, este tipo de liderança tende a mostrar
elevados níveis de absentismo e de insatisfação e não precisa dizer
que os resultados podem ser desastrosos para todos. Por outro lado,
no caso de alguns trabalhos de rotina ou sem exigência de
qualificações, este estilo pode ser eficaz, principalmente quando
se tem uma equipe extremamente operacional.</li>
</ul>

<p>&nbsp;</p>

<ul>
<li>Liderança carismática é um estilo de liderança que pode parecer
semelhante a um estilo de liderança transformacional, já que o
líder cria grandes doses de entusiasmo no grupo e é muito eficaz na
questão de motivar os outros. No entanto, um líder carismático pode
ter tendência de ser muito egocêntrico e crê mais em si próprio do
que na equipe. Isto põe em risco um projeto, ou até mesmo uma
organização inteira se o líder se ausentar: aos olhos dos
seguidores, o sucesso está associado à presença do líder
carismático. Se por um lado a liderança carismática acarreta uma
grande responsabilidade e requer um compromisso a longo prazo por
parte do líder, a organização precisa de outro tipo de liderança
cujo foco é complementar ao líder carismático - a inteligência do
grupo deve ser incentivada e fomentada pois cada um deve saber o
que fazer e que atitude tomar em determinada situação sem ficar
dependendo diretamente da decisão do líder carismático.</li>
</ul>

<p>&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<ul>
<li>Liderança participativa tende a se evidenciar quando os membros
são incentivados a contribuir no processo de decisão, mas cabe ao
Líder tomar a decisão final. Isto não só aumenta a satisfação, ao
envolver os os membros da equipe naquilo que estão diretamente
ligados, mas também na empresa contribui para desenvolver as
capacidades de todos. Os membros da equipe tem a sensação que
controlam o próprio destino e sentem-se motivados para trabalhar
com por algo mais do que compensações financeiras imediatas, mas
por um futuro melhor e mais estável. Uma variação do estilo
participativo ocorre quando há uma liderança focada para as pessoas
ou Liderança orientada para as relações inter-pessoais. Este estilo
de liderança é o oposto da liderança voltada para as tarefas ou
liderança transacional. Neste caso Líder está completamente
concentrado na organização, apoio e desenvolvimento das pessoas que
lidera. Como é também um estilo participativo, tende a enaltecer
a&nbsp;&nbsp;&nbsp; colaboração e criar ambientes que facilitam
atitudes criativas. No entanto, se levado a extremos pode resultar
no fracasso, pois os objetivos gerais da organização poderão ser
negligenciados em função dos objetivos dos indivíduos ou do grupo.
Outra variação da liderança participativa é a Liderança
Laissez-faire, cuja expressão em francês significa "deixar andar" e
é usada para descrever um líder que deixa os membros da equipe a
dar andamento com o que fazem sem praticamente alguma intervenção.
Pode ser eficaz se o líder de alguma forma puder controlar o que é
produzido e der conhecimento disso à organização como um todo e
para o grupo, de forma regular. Normalmente, a liderança
laissez-faire funciona em equipas onde os indivíduos têm muita
experiência e espírito de iniciativa. Nestes casos os riscos
maiores estão&nbsp; quando ocorrer situações em que os gestores não
exercem controle suficiente.</li>
</ul>

<p>&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<ul>
<li>Liderança transacional ocorre quando os membros de uma equipe
concordam em obedecer completamente ao líder: frequentemente a
transação constitui o pagamento aos membros da equipe em troca de
esforço e obediência. Sendo um tipo de liderança eminentemente
temporal e situacional, o líder tem o direito de "punir" os membros
da equipa se o trabalho realizado não corresponder aos padrões
pré-determinados. Nestas condições existe pouco espaço para
melhorar a satisfação com o trabalho e os membros da equipe ficam
sem grandes oportunidades para dialogo. Normalmente o Líder aumenta
sua influência e controle sobre os membros da equipe através de
recompensas como incentivos financeiros em forma de bônus por
aumento de volumes produzidos e reduções de custos, incentivando os
membros do grupo a obterem padrões ainda mais elevados ou uma maior
produtividade. Um líder transacional pode ainda exercer a "gestão
por exceção", onde, em vez de recompensar o trabalho melhor, pode
tomar ações corretivas se os padrões exigidos não tiverem sido
cumpridos. Observa-se que este tipo de liderança&nbsp; é apenas uma
forma de gestão temporal e não um estilo puro propriamente dito na
medida em que é dado mais ênfase a tarefas de curto prazo. Tem
grandes limitações quando se trata em termos de trabalho baseado no
conhecimento ou no processo criativo, mas continua a ser um estilo
frequente e necessário para muitas organizações.</li>
</ul>

<p>&nbsp;</p>

<ul>
<li>Liderança transformacional é observada quando há um gestor que
tem a capacidade e visão de um futuro idealizado e poder de
comunicar isto de forma inspiracional e partilhada com o seu grupo.
É inesquecível a abertura do discurso de Martin Luther King Jr(*3):
"I have a dream" ("Eu tenho um sonho") como também todos sabemos no
que resultou para a história dos direitos civis nos EUA e no
Mundo.</li>
</ul>

<p style="text-align: justify;">A liderança transformacional é algo
que está na essência de alguns líderes, que optam pelo
comportamento de respeito e elevação moral, isso proporciona em
seus "seguidores" confiança e grande identificação com seu
superior. Este líder estimula sua equipe a atitudes inovadoras,
criativas e os tratam com individualismo, estando sempre atento as
suas necessidades, apoiando-os, encorajando e principalmente
valorizando seu potencial, dando lhes sempre devolutivas e
atribuindo responsabilidades. Inspiram o grupo com uma visão
partilhada do futuro. Os líderes transformacionais são muito
visíveis e passam muito tempo a comunicar. Não lideram
necessariamente a partir da linha da frente, uma vez que tendem a
delegar responsabilidade entre as pessoas e os grupos. Apesar de
elevarem o entusiasmo a ponto de serem&nbsp; serem contagiosos,
podem e precisam de apoio de pessoas mais focadas nos detalhes
necessários para cada realização, nas tarefas a serem cumpridas em
cada projeto.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 Em muitas organizações, há uma necessidade quer de liderança
transformacional, quer de liderança transacional. Os líderes (ou
gestores) transacionais certificam-se de que o trabalho de rotina é
feito de forma fiável, enquanto que os líderes de transformação
procuram iniciativas que acrescentam valor. Este estilo de
liderança é, sem dúvida, o mais adequado a organizações dinâmicas e
competitivas como os tempos de hoje estão a exigir.<br />
<br />
 Desta forma podemos perceber como os grandes líderes conseguiram
chegar a posições de grande importância na nossa sociedade, pois
todos sonham em compartilhar alguma forma de vivência profissional
com pessoas que guardam em si valores dignos, humanos e de
solidariedade para com seu próximo. O líder dentro da organização
seja ela qual for, tem papel fundamental tanto no sucesso quanto no
fracasso do grupo. Portanto devem refletir sobre como são líderes e
caso não estamos neste papel, como são nossos líderes e tirarmos
lições de aprendizado tanto com seus erros como também com os
acertos. Como vimos, existe vários tipos de liderança, mas não uma
receita pronta e eficaz, não importa qual tipo de liderança é a
sua, mas do ponto de vista moral e ético o que realmente importa é
se a união dos poderes lhe concedidos estão sendo usados para
influenciar de modo positivo seus seguidores. Pois lembramos que o
exercício da liderança nada mais é do que unir traços de
personalidade, caráter e atitudes em prol de um objetivo como meta
ser atingida.<br />
<br />
 Guiar pessoas exige se colocar no lugar do outro, agir com o
coração, trabalhar muito para realizar sonhos e deixar sempre sua
porta aberta, não só para escutar mecanicamente seu colaborador,
mas sim para ouvi-lo com atenção, no sentido mais amplo da
conotação desta palavra.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 Assim, como vimos através do resultado da pesquisa, se o Líder
está doente é um caso desequilíbrio entre os aspectos emocionais e
comportamentais. Provavelmente há um ou mais conflitos entre a
pessoa e seus aspectos interiores e o papel que deve exercer no seu
dia-a-dia. Talvez por isso, abordagens como&nbsp; coaching, tão em
voga, podem melhorar a organização como um todo a partir do
questionamento direto na pessoa que está por traz do Executivo.
Este exemplo, tendo a pesquisa como base, leva para o assunto da
relação entre o corpo e a emoção, partindo-se da premissa em que
existe uma doença quando as emoções negativas estão levando para
uma somatização. Em forma de livre associação temos a rinite e a
alergia - respiração - vida - troca. A rinite é uma disfunção na
respiração, que por sua vez é a base fundamental da vida na medida
em que há uma troca constante entre o ar exalado e o oxigênio
obtido, bem como a pele é o ponto de contato do corpo com o
ambiente. Logo devemos analisar como estão as "trocas" na vida do
executivo. Na capacidade da relação inter-pessoal da pessoa e suas
"negociações" com o exterior (os outros) e consigo(abdicação de
prazer ou valores pessoais em detrimento de compromissos e
comprometimento com alguma atitude exigida pelo seu papel de Líder,
por exemplo).<br />
<br />
 Tendo em mente o objetivo maior da transformação, por isso o tema
- <em>Quando é hora de mudar</em> - desenvolvemos esta capacitação
denominada <strong>Curso Desenvolvendo a Liderança
Transformacional</strong> afinal, resultados diferentes demandam
ações diferentes que, por sua vez, demandam pessoas que pensem de
maneira diferente. Esse é o objetivo do curso, buscar, compartilhar
e multiplicar um novo modelo de liderança, capaz de transformar
pessoas, equipes, empresas e até mesmo a sociedade, tendo por
princípio uma comunicação eficiente e eficaz e visando obter o que
há de melhor em cada indivíduo, alcançando os resultados almejados
sem esforços desumanos. O workshop, também, estimulará que cada
participante redescubra seus próprios talentos e possa aplicá-los
em sua missão pessoal e corporativa.</p>

<p style="text-align: justify;"><br />
 A seguir apresentamos um pequeno resumo do que&nbsp; foi
originalmente apresentado como uma palestra no Jack Welch
Management Institute, intitulada "Os Seis Pecados Capitais da
Liderança" por Jack Welch e Suzy (*4) .<br />
<br />
<br />
<br />
 Ser um líder é, talvez, o desafio mais difícil que qualquer um de
nós nunca vai enfrentar. Não importa quanto tempo nós vamos
trabalhar para isso praticando os comportamentos certos. É uma
tarefa sem fim. Sabendo - e podendo evitar - as atitudes erradas
também é. Assim, oferecemos as seguintes seis armadilhas mais
comuns de liderança:<br />
<br />
 <strong>1. Não dando a devida auto-confiança.</strong><br />
 A auto-confiança é a alma do sucesso. Quando as pessoas têm isso,
eles estão em negrito. Eles tentam coisas novas, idéias fluem,
exalam energia positiva e cooperaram com os colegas, em vez
fraudulentamente tentar derrubá-los. Quando eles não têm
auto-confiança, que é exatamente o oposto. As pessoas se acovardam.
E estenderam a negatividade com cada palavra e gesto.<br />
 Mas, muitas vezes líderes ignoraram (ou negligênciam), este fato
básico da condição humana. Talvez eles simplesmente não entendem
que é parte de seu trabalho incutir auto-confiança em seu time.
Você não pode liberar o poder criativo das pessoas que duvidam de
si mesmos.<br />
 Felizmente, algumas pessoas parecem ter nascido com a
auto-confiança. Outros adquirem durante a vida e a experiência de
trabalho e chegam na empresa totalmente carregados.
Independentemente disso, os líderes nunca&nbsp; podem parar de
injetar auto-confiança em suas equipes. As maneiras de fazer isso
são inumeráveis. Garantir que os objetivos estão desafiando - mas
são alcançáveis. Dar feedback positivo e efusivo. Ressaltam sempre
seus subordinados diretos no que eles fazem direito.<br />
<br />
 Nós não estamos dizendo que os líderes devem cegamente exaltar. As
pessoas sabem quando estão sendo manipuladas. Mas os bons líderes
trabalham incansavelmente para encontrar maneiras de incutir
auto-confiança naqueles que os rodeiam.&nbsp;<br />
<br />
 <strong>2. Contenha a Voz.</strong><br />
 Talvez a forma mais frustrante que os líderes baixam sua
performance é por excesso de falar. Isto é, eles agem como
sabedores de tudo. Podem dizer-lhe como o mundo funciona, o que
está pensando a cúpula corporativa, como o tiro vai sair pela
culatra se você tentar isso ou aquilo, e por que você não pode
mudar o produto ou o serviço nem um pouco. Às vezes, esses
fanfarrões obtiveram a sua arrogância de algumas experiências
positivas, mas geralmente eles são apenas vítimas de suas próprias
personalidades destrutivas.<br />
<br />
 Em última análise, a empresa acaba sendo uma vítima também, porque
os sabe-tudo não são apenas insuportáveis, eles são perigosos. Eles
não escutam, e&nbsp; a surdez torna muito difícil para novas
ideias&nbsp; se desenvolverem, sejam ampliadas ou melhoradas.
Nenhuma pessoa, não importa o quão inteligente seja, pode levar um
negócio ao seu ápice sozinha. Para isso, você precisa que cada voz
seja ouvida, não somente a voz do chefe.<br />
<br />
 <strong>3. Seja verdadeiro</strong><br />
 Você pode identificar um falso? É claro que você pode - e assim
pode também fazer a sua equipe. De fato, se há uma capacidade
generalizada humana, é a de farejar alguém que está colocando em
ares, fingindo ser o que não é, ou apenas mantendo seu verdadeiro
eu escondido, sorrateiro. No entanto, muitos líderes passam tempo
demais criando personas que colocam um muro entre eles e seus
empregados.&nbsp;<br />
<br />
 Porque autenticidade é tornar possível que&nbsp; as pessoas tenham
afeto por ti. Visivelmente às voltas com problemas difíceis, suando
nos detalhes, rindo, e cuidando para que tudo dê certo - essas são
as atividades que fazem com que as pessoas reagam e se sentim
envolvidos com o que você está dizendo.<br />
<br />
 Agora, obviamente, a autenticidade não é atraente se for conjugada
com imaturidade ou uma overdose de informalidade. E as organizações
geralmente não gostam de pessoas que são muito emocionalmente
ilimitadas - ou seja, tão real que todos os seus sentimentos são
expostos.&nbsp;<br />
<br />
 Mas não deixe as convenções subtraiam toda a autenticidade de
você, especialmente quando você subir a escada. Com o tempo, a
humanidade sempre vence. Sua equipe e seus chefes virão a saber que
você está pondo a&nbsp; sua alma no que faz, que tipo de pessoas
você atrai e que tipo de desempenho que você quer de todos. Seu
realismo vai fazer você acessível, você vai ligar 'as pessoas e
você vai inspirar e ser inspirado por muita gente. Você vai
energizar e ser energizado.<br />
<br />
 <strong>4. As vezes ha falta a coragem de se diferenciar e dar
tratamentos iguais para coisas diferentes ou tratamentos diferentes
para coisas iguais.</strong><br />
 Você pode estar na organização somente há algumas semanas para
notar que nem todas as oportunidades de investimento são criadas e
se desenvolvem da mesma maneira. Mas alguns líderes falham por não
dar valor a esta atividade, assim, polvilhe sua atenção como o
queijo em uma pizza, um pouco por toda parte.<br />
<br />
 Se isto não for feito, temos como resultados que as oportunidades
de crescimento promissoras muitas vezes não recebem as infusões
necessárias de dinheiro e as pessoas não recebem a atenção adequada
que necessitam.&nbsp; Muitos líderes preferem tratar todos da mesma
maneira somente para serem politicamente corretos, nivelando por
baixo e não dando incentivos verdadeiros para aqueles que são mais
promissores para a organização.<br />
<br />
 <strong>5. Fixação em resultados à custa de
Valores.</strong><br />
 Todo mundo sabe que os líderes entregam. Oratória e inspiração sem
resultados correspondentes ..... bem, um monte de nada. Mas os
líderes estão cometendo um abandono real de deveres e valores, se
tudo o que importa são os números. Eles também têm de se preocupar
como esses números vieram a ser realidade. A troco de que! (vide os
escândalos recentes). Foram os comportamentos corretos praticados?
Foi a cultura de integridade da empresa honrada? Foram as pessoas
bem cuidadas? A lei foi obedecida, tanto na letra como no
espírito?<br />
<br />
 Os valores são uma coisa engraçada nos negócios. As empresas
gostam de falar sobre elas. Eles gostam de pendurá-los em placas no
saguão e se vangloriar disso no momento das contratações e atrair
potenciais clientes. Mas eles são sem sentido se os líderes não
vivem e respiram estas coisas em seu dia-a-dia. Às vezes isso pode
exigir coragem. Isso pode significar deixar ir um top performer que
é um bruto para seus colegas, ou não promover uma estrela que não
compartilha suas melhores ideias com a equipe. Isso é
difícil.<br />
<br />
 E, se você é um líder, isso é um pecado que você pode cometer ao
olhar estes aspectos de soslaio e a distância. Quando você mostrar
a todos seus resultados, certifique-se se você realmente também
pode dizer para uma sala lotada: Nós fizemos isso da maneira certa,
de acordo com os nossos valores.<br />
<br />
 <strong>6. Ignorando a parte divertida</strong><br />
 Por que não há comemoração e o que faz com que os gestores
aparentem ser tão nervosos? Talvez uma festa pareça não ser
profissional, ou leve as pessoas não olharem e terem a os poderes
constituídos, ou que, se as coisas ficarem muito felizes no
escritório&nbsp; irão parar de trabalhar e relaxar em
demasia.<br />
<br />
 Seja qual for a razão, também, muitos líderes não comemoram o
suficiente. Para ser bem claro aqui, não definimos comemoração como
a realização de um desses pequenos eventos&nbsp; orquestrados que
todo mundo odeia, em que toda a equipe está marchando para um
restaurante local, indo para uma noite de alegria forçada quando
eles preferem estar em casa. Nós estamos falando sobre o envio de
uma equipe para um evento que eles desejam ir junto com suas
famílias, ou dando para cada membro da equipe bilhetes de um show
ou um filme, ou entregando a cada membro um novo iPod.<br />
<br />
 Estar celebrando faz com que as pessoas se sintam como vencedores
e assim o Líder cria uma atmosfera de reconhecimento e de energia
positiva. Imagine uma equipe vencer uma meta quase impossível sem
champanhe de comemoração em toda parte?&nbsp;<br />
<br />
 O trabalho é muito uma parte importante da vida e não reconhecer
os momentos de realização é de certo modo não dar sentido para a
própria vida.&nbsp;<br />
 Isso é parte do trabalho de um líder também - a parte
divertida.</p>

<p><br />
 <strong>(*1)</strong>http://pt.wikipedia.org/wiki/Ontologia<br />
 <strong>(*2)</strong>http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas121/3010201210.htm<br />
 <strong>(*3)</strong>http://pt.wikipedia.org/wiki/Martin_Luther_King_Jr<br />
 <strong>(*4)</strong>http://www.linkedin.com/today/post/article/20130327154206-86541065-the-six-deadly-sins-of-leadership?goback=%2Enmp_*1_*1_*1_*1_*1_*1_*1_*1_*1&amp;trk=NUS_UNIU_PEOPLE_FOLLOW-megaphone-fllw</p>

<p
style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Verdana','sans-serif'; font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold;">
&nbsp;</p>

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