Arquivos mensais: junho 2013

Como analisar a concorrência de forma eficaz?

Marketing & Vendas

Analisar a concorrência é uma das nossas atividades mais apaixonantes e imagino que deve ser uma de suas preocupações também. É uma das maneiras mais baratas para inspirar diferentes áreas do seu negócio a pensarem em diferentes formas de organização.  

Saber o que seus concorrentes executam bem ou executam mal é essencial para adaptar suas táticas e suas estratégias, pois é extremamente importante capturar as tendências e saber em primeira mão para onde vão as transições que ocorrem no mercado.

O grande problema aqui é como analisar a competição sem perder o foco e saber  fazer isso de forma eficaz.

Veja que analise de concorrência poderá ser um processo ( se ainda não for)  na sua empresa e, portanto devemos concebê-lo sob a ótica de aumento de produtividade.

Hoje, quando se fala de produtividade sempre vem 'a mente a palavra LEAN.

 

Lean pode traduzido em Português como "Enxuta" (por exemplo, manufatura enxuta) é uma forma de organizar seus negócios para que toda a perda nos processos seja eliminada ou pelo menos fortemente reduzida. Existe uma confusão comum do termo Lean com Seis Sigma, 5S, JIT, entre outros, mas estas são todas metodologias e ferramentas que podem ser usadas ao implementar uma cultura Lean.

 

Em Lean, perda é tudo aquilo em um processo que não agrega valor. Por exemplo, o tempo que um documento está na mesa de alguém aguardando alguma ação, estoque acumulado que não será usado no curto prazo, produto terminado aguardando liberação de saída.

 

Se você fizer uma avaliação de qualquer processo na maioria das empresas, verá que a maior parte do tempo não se está agregando valor na atividade. Frequentemente você verá que os tempos de espera são muito maiores do que os tempos nos quais alguém realmente está executando o próximo passo naquele processo.

 

Existem dois cuidados principais que devem ser tomados ao transformar sua empresa em Lean:

  • A iniciativa deve estar ligada às necessidades de seu negócio. Implementar Lean só porque está na moda não trará benefícios reais. Se você não consegue fazer uma forte associação entre os possíveis ganhos obtidos com Lean e sua estratégia de negócio, provavelmente deveria esperar mais. Em nosso caso é evidente que analisar a concorrência é vital para o saber como anda o nosso negócio.

 

  • O Lean se popularizou inicialmente na área de manufatura, já que o conceito foi desenvolvido pela Toyota, no Sistema Toyota de Produção. No entanto, considero ser uma visão míope em pensar que esta iniciativa pode ficar restrita somente à produção, já que neste caso os ganhos ficarão muito restritos. Lean deve ser aplicado em toda a empresa.  Portanto pensar Lean ou Lean Thinking é a palavra de ordem e hoje existe na maioria dos textos voltados para a administração, mas como é isto na prática?

 

 

Como aplicar no estudo da concorrência?

 

Para se responder estas questões é interessante conhecer as metodologias envolvidas sendo que uma das principais delas é a Lean Six Sigma, que por sua vez incorpora uma framework denominada o DMAIC (sigla para os termos Define, Measure, Analyse, Improve e Control) que é um método que  faz parte do conjunto de práticas dos Seis Sigmas e tem como meta melhorar um processo existente na empresa. Um projeto DMAIC é efetivo também para o aumento da produtividade, redução de custos, melhoria em processos administrativos e outros afins. Assim adotamos estes principais passos para analisar a competição de forma sistemática e objetiva. No texto a seguir iremos propor um Plano de Ação inicial com foco na Definição (Define), Mensuração (Measure) e Análise(Analyse) pois entendemos que as melhorias (Improve) e os Controles(Control) irão depender destas 3 etapas iniciais e principalmente do contexto específico da sua organização.

 

Onde temos:

 

Define "D" (Definir)

 

Analisar a concorrência sem perder o foco

 

Analisar a concorrência é basicamente observar. Monitorar seus movimentos e ações, principalmente para tirar conclusões sobre o observado.

O processo de análise da concorrência deve ser eficaz. Isto requer que se esteja  bem estruturado e sua empresa devidamente automatizada.

Eu digo isso porque é muito comum as empresas começarem com grande entusiasmo para seguir a atividade de seus concorrentes diretos, para   depois de alguns meses abandonarem a tarefa, simplesmente por falta de tempo ou falta de um sistema bem estruturado de monitoramento da concorrência.

 

Cerca de 90% das organizações abandonam o trabalho de monitoramento dos concorrentes  por falta de tempo

 

Considere criar algumas questões-chave  quando se analisa um concorrente. Se não definirmos exatamente o que desejamos monitorar e analisar poderemos correr um risco enorme de capturar grande quantidade de dados e perdermos muito tempo analisando informações irrelevantes, principalmente sob a ótica de agregação de valor ao cliente final.

A solução para isso é   adotar os seguintes passos:

  • Decidir analisar um concorrente e o que analisar
  • Selecionar uma ferramenta adequada
  • Realizar a observação

Embora o processo não seja totalmente simples e  ausente de complexidade você deve começa-lo de alguma maneira utilizando-se dos recursos disponíveis. Senão, a outra solução é optar por contratar um serviço de monitoramento de concorrentes.

A vantagem da terceirização é a velocidade com a qual você pode configurar o seu sistema de rastreamento e poupar muita dor de cabeça nessa ou naquela ferramenta e escolher como e quando realizar o trabalho de observação.

Você ainda pode fazer suas estas tarefas, seguindo estas três etapas:

 

Etapa # 1: decidir o que analisar  da concorrência e quem deve ser analisado

 

Embora a Internet  torne tudo mais fácil, para analisar a concorrência de forma eficaz você deve primeiro decidir o que você vai observar, seguir ou monitorar,  através de critérios mensuráveis. Observe que na prática isso varia muito, dependendo de seus objetivos e do departamento onde você está, e tenha em conta que não é o mesmo que acompanhar a evolução dos indicadores financeiros de uma empresa. É importante observar a evolução do marketing ou KPI de vendas.

Para evitar que você tenha  que pensar muito sobre isso para analisar a concorrência veja a seguir uma compilação de indicadores-chave da competição que você pode seguir.

Neste resumo você vai encontrar 29 indicadores de KPI nas   áreas de Finanças, Marketing, Vendas, Inovação e Recursos Humanos.

Claro que aqui eles não são todos os indicadores chave para cada área, mas com certeza o ajudará a começar e vai definir o seu próprio scorecard.

 

Measure "M" (Medir )

 

Etapa # 2: Selecionar a ferramenta para analisar a concorrência

 

Este é o passo que, provavelmente, ira encontrar mais problemas e isso é por causa do número de ferramentas disponíveis e variedade de recursos.

Não é o mesmo que monitorar suas campanhas do AdWords, monitorar concorrentes  tentando seguir o seu conteúdo na web ou determinar o número de ligações recebidas de um concorrente. Veja que  estamos apenas falando  em princípios básicos de marketing digital!

 

Você tem a seguir 3 links com referências para sites onde poderá encontrar mais dicas:

 

 

 

Analyse "A" (Analisar)

 

Etapa # 3: Analisar  sistematicamente a competição  existente no mercado para testar continuamente o seu negócio

 

Depois de ter decidido o que você estará observando, e com quais ferramentas irá desenvolver seus acompanhamentos, é que você poderá realizar o trabalho de monitoramento. Note que este trabalho é estar ciente das alterações detectadas pela sua ferramenta para acompanhar e analisar o impacto das ações de seus concorrentes, com dois objetivos:

 

  • Descobrir as estratégias de seus principais concorrentes
  • Descobrir o que funciona para eles e o que não funciona, para assim tomar decisões mais precisas

 

Seguir os passos de seus concorrentes simplesmente para satisfazer o seu desejo ou curiosidade ou descobrir um fato que de margem para fofocas é bom, mas não o suficiente. Monitorar as atividades dos outros deve servir para aprender com seus sucessos e erros e testar continuamente sua empresa ou negócio

Analisar a concorrência é entender em que e como um concorrente tem sido bem sucedido  ou não,  absorver o conhecimento gerado por outras pessoas e evitar que você cometa as falhas expostas por eles ou,  por outro lado, aprender com eles sobre suas estratégias vencedoras.

 

Fontes: papelesdeinteligencia.com; citisystems.com.br; ogerente.com

Veja também Curso Tecnicas de Vendas e Negociação de Projetos Empresariais>http://bit.ly/1JRtJ7m

 

 

Sete perguntas a fazer antes de implementar ITIL

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A implementação de uma biblioteca de infraestrutura de TI pode ajudar a obter um melhor controle sobre serviços e recursos. Mas ITIL é apenas um quadro. Você pode não precisar dele em tudo.

 

Muitas equipes de TI se voltam para bibliotecas de infraestrutura de TI (ITIL) para melhor gerir a forma como os serviços e as tecnologias são entregues aos usuários. Mas ITIL não é uma solução one size fits all (para todos os casos).  Em alguns casos, talvez seja necessário personalizar ITIL para as necessidades da sua organização. Em outros, você descobrirá que não precisará de ITIL para tudo. Como decidir?

"Primeiro de tudo, não comece dizendo que está implementando ITIL. Em algumas organizações que tentaram e falharam, isso pode soar como um problema. Você precisa enfatizar que está tentando se concentrar em obter melhores resultados a partir da melhoria da gestão de serviços. ITIL é um framework, e você tem que se adaptar e modificá-lo para as necessidades da sua própria equipe de TI ", diz Gary Case, consultor principal de treinamentos ITIL/ITSM, da empresa de consultoria Pink Elephant.

Em uma sessão na conferência de ITIL/ITSM realizada no mês passado, em Las Vegas, Case estabelece sete perguntas a fazer antes de começar.

1. Qual é o problema que estamos tentando resolver?
A primeira coisa a perguntar é: "Qual é o problema que estamos tentando resolver?" Se a resposta não é clara, então ITIL não vai ser a solução, diz Case. Você está tentando melhorar o relacionamento com os clientes? Implementar uma melhor gestão de mudanças ou de respostas a incidentes e procedimentos de gestão? Talvez o problema é que o seu departamento de TI ainda não saiba ao certo o que estão ofertando para os clientes em primeiro lugar, diz Case.

"Quando presto consultoria, esta é sempre a primeira pergunta que faço. E se ninguém é capaz de respondê-la, então eu não vou ser de muita ajuda. Todo mundo em uma organização, desde os principais executivos até ao menor nível profissional de TI, tem de chegar a acordo sobre qual é o problema a ser resolvido. Às vezes ITIL é a resposta;. Às vezes não é. Já vi muitos executivos tentarem implementar ITIL sem saber que ele deve ser construído para  resolver os problemas e ser modificado para tirar proveito de outros frameworks como Agile", diz Case.

Primeiro certifique-se que todos os departamentos entendem a estratégia de negócio e os casos de uso envolvidos na tomada de decisões de TI para que possam se concentrar de forma mais eficaz  em melhorar os resultados e alinhar a TI com os objetivos do negócio, com ou sem ITIL.

"Acredito que todas as pessoas que trabalham em um departamento de TI devem ter acesso aos objetivos e estratégias de negócio", diz Case.

2. Qual é a razão para optar por ITIL?
Qual é a sua razão para a implementação de ITIL? Quais são as áreas específicas em que há necessidade de mudança? Muitas organizações se voltam para ITIL porque seus departamentos de TI têm estado focado estritamente na aquisição e integração de tecnologias, sem compreender o valor maior destas soluções.

"Isto envolve identificar por que você realmente precisa mudar - talvez você tenha ficado isolado no departamento de TI, focado em tecnologia. Agora você precisa se concentrar no fluxo de valor. Você tem que pensar em suas redes, suas aplicações, seus servidores, suas pessoas, seus processos -tudo, enfim - como um fluxo de valor end-to-end ", diz Case. Qualquer coisa que interrompa esse fluxo de valor pode ser considerado uma justificativa para uma mudança para ITIL e a gestão de serviços de TI (ITSM).

3. Qual é a rota para a melhoria continua dos serviço?
Melhoria Continua de Serviço (CSI) envolve a compreensão de onde uma organização deseja estar em relação a governança, do ponto de vista de atendimento ao cliente e do ponto de vista operacional, diz Case. Para determinar a melhor maneira de chegar lá, você primeiro tem que entender três coisas: as competências existentes, as capacidades existentes e quais processos apoiar, diz ele.

"Este é o primeiro passo para começar a falar sobre habilidades e competências que você já tem e aquelas que você ainda precisa adquiri para atender aos  objetivos e à estratégia de negócio ", diz Case. E ser capaz de dizer: 'será que vamos chegar lá?

4. Qual é o escopo e a escala deste projeto ITIL?
Em vez de tentar implementar toda a mudança de uma vez, é melhor passar algum tempo elaborando uma cuidadosa estratégia de implementação, diz Case. Implementar ITIL aos poucos, começando por onde pode ter maior impacto, tornará mais fácil expandi-lo organicamente.

"Não tente ferver o oceano. Estamos lidando com pessoas, processos e tecnologia, então você tem que ver onde pode obter maior impacto e começar por aí. Você precisa ter uma compreensão profunda e ampla da sua organização e da taxa típica de mudança dentro dela - o que envolve muita coordenação e educação. Não estamos falando tanto sobre mudança de cultura e mudança de comportamento, mas de tecnologia. Por isso, se você pode, comece pequeno - talvez com uma pessoa de cada vez - e, em seguida, envolva equipes, departamentos e, finalmente, toda a organização ", diz Case.

5. Será que funcionará como previsto?
Se você já introduziu uma nova ferramenta de monitoramento ou gerenciamento de serviços de tecnologia, você provavelmente já sabe que precisa testá-la para certificar-se de que está funcionando conforme necessário. Mas não para por aí, diz Case. Você precisa realizar os mesmos testes e medições de procedimentos cada vez que introduzir um novo processo, também.

"Você tem que olhar para tudo coletivamente para ter certeza de vai obter os resultados que precisa. Também tem que determinar se esses resultados correspondem aos seus objetivos. É esta nova ferramenta ou processo que vai ajudá-lo a conseguir o que você está realmente tentando realizar?

Trata-se de determinar o que você está procurando em termos de indicadores-chave de desempenho (KPIs) e fatores críticos de sucesso (CSF), que devem estar definidos desde a fase de design, e depois começar pequeno, com métricas - você não precisa medir tudo; apenas os KPIs e CSFs diretamente alinhados com seus objetivos", diz Case.

6. Será que precisaremos mesmo de ITIL?
Uma vez respondidas as cinco perguntas anteriores, você pode querer dar um passo para trás e perguntar: "ITIL é a resposta que está procurando?" Você pode se surpreender ao descobrir que poderia haver outras maneiras de abordar pontos de dor da área de TI, diz Case.

"Se você tem pontos de dor, você definitivamente quer resolvê-los de forma eficaz, mas existem soluções diferentes para problemas diferentes. Você está tendo problemas para abordar as necessidades dos clientes? Você pode precisar olhar para gestão de relacionamento comercial (BRM). São avarias na entrega dos serviços ou na  disponibilidade? Você deve olhar para os seus acordos de nível de serviço (SLAs) e descobrir onde as coisas estão quebrando, mas também lembre-se de olhar para onde você está indo. Olhe para melhorias em todas as áreas do ciclo de vida dos serviços. Procure por problemáticas e oportunidades de melhoria", diz ele.

7. O que aconteceu?
Finalmente, analise e avalie constantemente, a intervalos regulares, diz Case. Esta é a melhor maneira de controlar a forma como estas iniciativas estão  progredindo e como eles estão afetando o seu departamento de TI.

"Gosto de fazer uma auditoria de 30 dias para ajudar as organizações a olharem para a melhoria e apontar lugares onde eles precisam trabalhar mais, investir em orientação e treinamento. A partir de 90 dias faço outra auditoria para avaliar o progresso do trabalho", diz Case.

Acima de tudo, é preciso reconhecer que ITIL é uma jornada que envolve centenas de pequenas mudanças, em vez de uma única bala de prata. As pessoas enxergam ITIL como uma espécie de Nirvana, mas é apenas um framework muito lógico.

E considere os seguintes pontos:

1. Não se intimide. Lembre-se de que a ITIL pode funcionar para pequenas empresas. Mesmo que os processos da ITIL tenham sido escritos visando as grandes empresas, as lições se aplicam a organizações menores. A ITIL pode funcionar para você também.

2. Defina o dono do processo. Você precisa de um líder no comando.

3. Escolha as peças e priorize. Selecione os princípios da ITIL adequados para sua organização. Escolha os pontos que você acha que vão funcionar melhor.

4. Siga o caminho e registre o progresso. A responsabilização da ITIL demanda alguém encarregado de assegurar que a organização esteja seguindo as diretrizes da ITIL.

 

Veja também nossos conteúdos em Gestão de TI

Autor/Fonte:

Sharon Florentine, CIO/EUA

 

 

 

 

Gestão Estratégica de Custos

Finanças e Controladoria

 

Todos os fatores relevantes atuais mostram que estamos em um ambiente cada vez mais competitivo, onde o melhor entendimento dos processos e das dinâmicas de custos é um importante diferencial.

 

O processo de industrialização iniciou-se na Europa em meados do século XVIII e vem evoluindo sempre. Não só o processo de produção interfere nos custos de industrialização, mas também a oferta e da procura dos mesmos e as novas tecnologias.

 

No início, tudo que se produzia era comercializado e os preços dos produtos eram calculados a partir dos custos de fabricação. É o sistema de custeio por absorção.

 

As tecnologias de produção foram evoluindo e os custos para produzir foram diminuindo, o que coloca mais atores neste universo, com conseqüente aumento de produção e atrelado a este aumento, o aumento da concorrência.

 

O próprio custeio por absorção evoluiu. A Departamentalização e Custeio Baseado em Atividades aprimoram o cálculo do custo dos produtos.

 

O Custeio Baseado em Atividades foi mais além, e possibilitou o custeio das áreas administrativas e se mostrou uma eficiente ferramenta para se custear as prestações de serviços.   

 

A procura por melhores resultados pelas empresas, leva ao Custeio Direto ou Variável, através das análises de relação entre os preços, os custos e despesas e os volumes de vendas.

 

 A necessidade de lançamento de novos produtos e o limite de preços impostos pelo mercado, nos leva ao conceito de Custeio Alvo (Target Cost), ou seja, a busca em diminuir ao máximo o risco de fracasso no lançamento de novos produtos.

 

Veja também Curso de Gestão Estratégica de Custos

 

 

12 serviços do Google que você talvez não conheça

Google12

 

Recentemente o Google encerrou uma ferramenta de comparação de preços de seguros de carro e hipotecas, que funcionava nos Estados Unidos e no Reino Unido. O serviço, assim como muitos outros, era desconhecido de grande parte dos usuários do site de buscas. 

A seguir destacamos outros 12 serviços úteis da empresa que talvez você não conheça: 


1. Google Keep
Google Keep funciona como um bloco de notas e uma lista de afazeres, oferecendo ao usuários pequenos lembretes. O aplicativo funciona em desktops e dispositivos móveis e permite integrar as anotações ao calendário do Google.

2. Explore o espaço
O site Google.com/sky permite explorar o espaço através de imagens de satélite da NASA e do telescópio Hubble. 

3. Google nGrams
Google nGrams permite pesquisar palavras específicas em 5,2 milhões de livros publicados entre 1500 e 2008, para analisar como sua utilização mudou ao longo do tempo. Saiba mais aqui.

4. Pronuncie números gigantes em inglês 
Digite um número grande e em seguida '=english'. O Google mostrará como se lê o valor.

5. Fontes
Google.com/fonts oferece gratuitamente uma série de fontes diferentes.

6. Pesquisas acadêmicas
O Google Acadêmico (scholar.google.com.br) oferece informações acadêmicas e profissionais sobre qualquer tema. Uma boa dica na hora de procurar fontes para um trabalho. 

7. Arte
Google Cultural Institute oferece fotos em alta resolução de grandes obras de arte de museus de todo o mundo. Veja de perto seus quadros favoritos.

9. Think with Google
O Think with Google é uma ferramenta voltada para empresários e comerciantes que oferece dicas de negócios para os usuários. Saiba mais aqui.

10. Tendências
Google Trends mostra os itens mais pesquisados de um período. É possível buscar por país, categoria ou escolher tópicos específicos.

11. Panoramio
Google Panoramio mistura o Google Maps com fotos pessoais, permitindo que os usuários identifiquem no mapa mais detalhes sobre os locais onde elas foram feitas.

12. Construir com o Chrome
Construir com o Chrome é uma parceria do Google com a Lego que permite criar uma série de estruturas virtuais semelhantes às criadas com os blocos que se encaixam.

 

Fonte:http://uk.businessinsider.com/google-products-you-didnt-know-existed-2016-2?r=US&IR=T

 

 

Design Thinking ajuda a ganhar agilidade

 

 DesingThinkingPDCA

 

É uma boa opção para otimizar processos e ampliar os resultados

Em uma definição objetiva, Design Thinking é um conjunto de métodos e processos focados em pessoas direcionados para a solução colaborativa de problemas. Trata-se de uma abordagem cada vez mais recorrente no mercado, principalmente nas empresas mais inovadoras. Mas, na prática, como adotar a metodologia e conduzir as empresas para a era da inovação?

 

O primeiro passo é ter equipes multidisciplinares, formadas por pessoas de diferentes áreas de negócios, que conheçam bem os processos internos da empresa. Estabelecer comitês de inovação pode ser um ótimo início, que deve ser considerado do estímulo à ampla participação dos colaboradores, pois mentes criativas não devem se restringir a departamentos de pesquisa e desenvolvimento. Estimular a geração de ideias utilizando a participação nos resultados é uma forma de fazer o colaborador ser parte dos diferenciais de sua empresa.

Entre os principais benefícios do Design Thinking vale destacar os seguintes:velocidade para implementar novas ideias,assertividade na criação de novos produtos e serviços,suporte para manter diferenciais competitivos,prototipação, que mitiga riscos e direciona melhor esforços e investimentos,estruturação de equipes multidisciplinares colaborativas que agregam experiências complementares. As empresas que operam com Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), por exemplo, podem utilizar recursos colaborativos para conceber projetos, incluindo a participação ativa da área de negócios na solução, e não somente no entendimento dos requisitos.

 

Em termos mundiais, o Design Thinking tem sido muito utilizado porstartups. Porém, o aumento da competitividade em escala mundial está forçando também empresas de grande porte a absorverem esta metodologia para ampliar a interação com seus públicos, inclusive com os seus próprios colaboradores.

No Brasil, essa metodologia é encontrada nas empresas mais inovadoras, e também no setor financeiro, com bons resultados para a concepção de novos produtos e serviços. Além disso, algumas seguradoras também têm feito bom uso da abordagem. Com a atual conjuntura econômica, é vital criar diferenciais competitivos e investir em inovação, elementos que colocam as empresas à frente dos concorrentes.

O maior desafio organizacional está na forma tradicional de realizar novos projetos, pois o desenvolvimento de muitas empresas ainda está baseado em escutar o que é necessário ser feito e, só assim, definir uma solução. O Design Thinking, ao contrário, estimula interações e cria projetos de rápida implementação. No desenvolvimento de um software, por exemplo, é possível contar com metodologias ágeis para evoluir protótipos de alta fidelidade.

Na era digital, todas as empresas precisam de agilidade para atender seus clientes, ideias precisam ser colocadas em prática rapidamente. Já que os modelos de negócios estão mudando para formatos colaborativos e digitais, o planejamento das empresas tem que seguir esse formato. Com isso, sem dúvida, o Design Thinking é a melhor opção para otimizar processos e ampliar os resultados.

 

Autor: Roberto Aran  ( Head de Produtos e Inovação da Resource IT )

Fonte: cio.com.br

A Soberania Dormindo

SoberanoDormindo

Richard Tuck traça a história da distinção entre a soberania e  a governabilidade e sua relevância para o desenvolvimento do pensamento democrático. Tuck mostra que esta era uma questão central nos debates políticos dos séculos XVII e XVIII, e fornece uma nova interpretação do pensamento político de Bodin, Hobbes e Rousseau. Integrando teoria jurídica e a história do pensamento político, ele também oferece uma das primeiras histórias modernas do referendo constitucional, e mostra a importância dos Estados Unidos na história do referendo. O livro deriva das leituras de John Robert Seeley e das palestras Richard Tuck na Universidade de Cambridge em 2012, e irá ajudar estudantes e estudiosos da história das ideias, teoria política e filosofia política.

Richard Tuck é um Fellow da Academia Britânica, um Honorary Foreign Membro da Academia Americana de Artes e Ciências e um membro honorário da faculdade de Jesus, Cambridge, onde ele era um companheiro durante vinte e seis anos antes de ir para Harvard. Ele foi convidado para dar muitas séries de palestras, incluindo as Conferências Carlyle em Oxford, as palestras Bento na Universidade de Boston, e as Palestras Seeley em Cambridge. Em Harvard, ele tem servido como presidente do Programa de Estudos Sociais desde 2006.

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fonte: bibliophilecafe ( Instagram )  

Oportunidade para conteudistas e professores na área pública

Arco de Ponte

 

Oportunidade para conteudistas e professores na área pública.

Necessitamos de especialistas para os seguintes Cursos:

 

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

 

OBJETIVO GERAL

 

Disponibilizar para o funcionário ferramentas para interpretar e administrar os recursos financeiros associados às atividades da INSTITUIÇÃO de maneira eficiente para alcançar os objetivos e influir sobre a tomada de decisões que ajudem na melhoria da Instituição.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 

  Desenvolver uma visão global em termos financeiros

  Oferecer conhecimentos e ferramentas que permitam otimizar a gestão financeira da      INSTITUIÇÃO.

  Compreender como impacta nos resultados a gestão financeira.

  Otimizar os recursos e desenvolver habilidades relacionadas com a tomada de decisões.

 

 

 

CONTABILIDADE 

 

OBJETIVO GERAL

 

Adquirir os conhecimentos suficientes para entender a contabilidade de uma empresa de acordo com o plano geral de contabilidade, isto é, ser capaz de analisar um balanço e uma conta de resultados a partir do registro de operações diárias próprias das atividades empresariais.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

   Explicar o processo contábil, sua estrutura e a norma que rege a contabilidade.

   Identificar ativos e passivos dependendo da sua característica e natureza.

   Definir as operações comerciais e sua incidência na organização.

   Identificar contas contábeis e a importância dos saldos.

   Identificar e diferenciar os fatos que dão origem aos  lançamentos contábeis e livros.

   Distinguir os diversos livros que coletam a informação contábil e suas características gerais.

   Utilizar os balanços e as demonstrações de resultados a partir das demonstrações financeiras.

   Elaborar as demonstrações financeiras: balanço geral e demonstração de resultados.

 


 

ESTATÍSTICA

 

OBJETIVO GERAL

 

Dotar os funcionários das capacidades e habilidades necessárias para aplicar técnicas de análise estatística na resolução de problemas de diversas naturezas visando realizar tarefas específicas que acompanham os processos de análise de dados, com o objetivo de elaborar conclusões que facilitem a tomada de decisões em situações complexas.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

   Incrementar a capacidade crítica a respeito das possibilidades que a estatística tem para  abordar e   resolver problemas que se apresentam no desenvolvimento dos trabalhos.

   Ampliar conhecimentos através de metodologias de aplicação baseadas nas ferramentas de pesquisa.

   Formular conclusões e gerar relatórios a partir da análise de dados relevantes.

 

 

RECURSOS HUMANOS

 

GESTÃO DE PESSOAS

 

OBJETIVO GERAL 

 

Formar funcionários com espírito lógico, analítico, crítico, sintético, inovador, empreendedor, de sentido comum e prático, visionário e com capacidade de tomar decisões, com uma vocação de liderança que permitam obter um firme compromisso com o desenvolvimento da instituição pela via da gestão idônea de pessoas profissionais.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

    Introduzir o nível gerencial na capacidade de gerar vantagens competitivas através da administração eficaz do  Talento Humano em instituições públicas.

   Tomar decisões que permitam a realização dos objetivos da área a seu cargo dentro da INSTITUIÇÃO.

   Fornecer uma sólida formação teórica aplicada a soluções práticas e analíticas.

   Formar funcionários agentes de mudança, com as competências requeridas para  organizar e projetar a área de Talento Humano.

 

LIDERANÇA

 

OBJETIVO GERAL

 

Identificar o estilo de liderança de equipe de trabalho e as  conseqüências que tem sobre a qualidade, os resultados e o ambiente de sua área.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 

    Revisar o próprio estilo de trabalho, à luz de um modelo de liderança efetivo.

    Conhecer, refletir e descobrir novos hábitos de trabalho que podem ser úteis para iniciar um processo de desenvolvimento de uma equipe de trabalho de alto desempenho.

    Identificar o estilo de interação humana no trabalho, bem como as consequências que tem sobre a conduta de seus colaboradores.

    Desafiar o processo atual para inspirar e habilitar  outros para atuar com liderança.

 

RELAÇÕES INTERPESSOAIS

 

OBJETIVO GERAL

 

Conhecer os tipos de habilidades sociais que existem e distinguir quais destas cada funcionário possui, além de entender como deve ser o tratamento  dos demais mediante as relações interpessoais, suas características, erros mais comuns e diversos temas relacionados com elas.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 

   Definir as relações interpessoais.

   Quais são os processos fundamentais das relações interpessoais.

   Identificar os processos que impactam as relações interpessoais.

   Distinguir as características das relações saudáveis das não saudáveis.

   Distinguir os comportamentos efetivos dos não efetivos nas relações interpessoais.

   Descrever os conflitos nas organizações, causas, consequências e como gerenciá-los.

 

 

 

DIREITO ADMINISTRATIVO

 

OBJETIVO GERAL

 

Atualizar os conhecimentos e o desenvolvimento de destrezas no campo de Direito Administrativo de uma perspectiva integral, e com especial ênfase nos aspectos práticos da disciplina para alcançar o desenvolvimento de conhecimentos teóricos, seu correspondente aprofundamento, análise crítica e o avanço sobre suas projeções  práticas.

 

 

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 

    Desenvolver as habilidades e técnicas de trabalho dos funcionários como agentes públicos.

    Situar conceitualmente o direito administrativo como disciplina jurídica, explicando sua formação e evolução histórica, suas fontes e suas relações.

    Compreender o objeto do direito administrativo, como disciplina reguladora do exercício da função administrativa em suas facetas estática e dinâmica.

    Estudar a estrutura e organização da administração pública Estadual

 

 

 

DIREITO CONSTITUCIONAL

 

OBJETIVO GERAL

 

Ampliar o conhecimento dos conceitos do Direito Constitucional enquanto ramo do Direito Público que expõe, interpreta e sistematiza os princípios e normas fundamentais do Estado e a Constituição política do Estado, além do  estudo sistemático das normas que integram a Constituição.

 

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

    Conhecer a teoria dos direitos fundamentais.

    Compreender o conteúdo dos capítulos da constitucionalidade.

    Comparar o estado legal e o estado constitucional.

    Definir a Constituição como norma.

    Compreender os poderes do Estado.

    Estabelecer as funções dos poderes do Estado de acordo com a Constituição.

    Explicar os mecanismos de defesa da Constituição e dos direitos humanos.

    Compreender a reforma constitucional e suas incidências.

    Expressar a importância da interpretação constitucional.

 

 

LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA

 

CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL


OBJETIVO GERAL

 

Dotar o funcionário  das ferramentas conceituais apropriadas para enfrentar o funcionamento cotidiano de uma Secretaria da Fazenda.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

   Interpretar os princípios do Sistema Tributário Nacional.

   Entender os suportes legislativos que sustentam as funções da administração tributária.

   Entender as obrigações dos contribuintes frente à instituição.

 

 

ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA

 

OBJETIVO GERAL

 

Analisar o marco referencial teórico e prático da tributação , através de leituras, pesquisas e estudos de casos com a finalidade de que os servidores adquiram as competências conceituais e de interpretação das disposições legais que regem os tributos estaduais, as relações jurídicas tributárias derivadas deles, com a observação dos princípios éticos e valores propostos pela SECRETARIA DA FAZENDA.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

   Analisar a obrigação tributária e seus elementos constitutivos.

   Proporcionar conhecimentos em temas relevantes que compreendem o exercício das funções essenciais e de apoio que deve cumprir uma administração tributária.

   Divulgar os elementos gerais que compõem os impostos, sua aplicação e sua  importância na economia estadual.

 

 

OUTROS

 

TÉCNICAS DE ELABORAÇÃO DE TERMOS DE REFERÊNCIA

 

OBJETIVO GERAL

 

Orientar os funcionários da SECRETARIA DA FAZENDA na preparação dos termos de referência específicos para a aquisição de bens e serviços para o funcionamento da instituição.

 

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 

  Apresentar uma estrutura básica que facilite a elaboração de temos de referência para a aquisição.

  Oferecer um instrumento de verificação para validar a coerência dos termos de referência elaborados.

 

PROCESSOS DE FISCALIZAÇÃO

 

OBJETIVO GERAL

Tornar eficientes as intervenções fiscalizadoras da SECRETARIA DA FAZENDA em todo o Estado para identificar falhas presentes na arrecadação e pagamento de impostos.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

     Interpretar as partes do processo de fiscalização tributária.

     Planejar corretamente os processos de fiscalização para reduzir os tempos de execução.

    Executar corretamente os procesos de fiscalização para evitar a realização de outras fiscalizações devido a erros.

    Promover processos eficientes e eficazes para evitar a evasão tributária por parte dos contribuintes.

 

Para maiores informações,  enviar email para:

atendimento@grupotreinar.com.br

 


 

Seleção de Projetos Estratégicos

 

 Seleção Projetos Estratégicos

Analisar cenários para tomar decisões com melhor qualidade é a atividade mais importante e valorizada em um gestor.

 

No momento turbulento que estamos vivenciando vencerá quem tomar decisões adotando processos decisórios mais conscientes e que não adotem unicamente oinsitedos gestores. Os vieses que envolvem uma decisão individual ou participativa são naturais, mas se não forem observados com atenção podem ser prejudiciais para o resultado final.

 

O tema sobre vieses da decisão é amplamente abordado pela literatura técnica sobre gestão empresarial. O meu objetivo é compartilhar com o leitor a visão dos participantes de workshops e consultorias que conduzo sobre estruturação de processos decisórios complexos como priorização de projetos estratégicos e alocação de recursos humanos e financeiros, típicos da área de TI.

 

Todos declararam que vivenciam processos decisórios angustiantes e com dificuldades na gestão das pessoas e na estruturação das informações. Realmente processos que envolvem múltiplos critérios e varias alternativas são complexos.

 

Para estruturar a priorização de projetos, algumas empresas adotam uma lista de critérios para avaliarem o impacto dos projetos frente a estes critérios. Até aí tudo perfeito.

 

O primeiro problema vivenciado é que o resultado dos projetos priorizados apresenta grupos de projetos com a mesma prioridade e fica difícil descriminar os mais importantes. Isto ocorre devido a escala de avaliação que é habitualmente aplicada, ou seja, pontuações do tipo 1,3 e 5  ou alto, médio e baixo.

 

Estas escalas agrupam os projetos e não os descriminam como é desejado na priorização. Não vou abordar aqui a teoria das escalas, mas fica o alerta - esta escala não se aplica matematicamente neste caso. Há metodologias robustas para apoio a decisão multicritério.

 

 

 

Outro problema tem sido explicar em uma lista de projetos priorizados como um projeto tão importante para a empresa tenha sido classificado com baixa prioridade. Normalmente este fato ocorre devido a estrutura de critérios adotada. Sendo mais claro, os critérios aplicados geralmente estão baseados na estratégia da empresa ou estratégia de TI. Assim sendo, os projetos com enfoque mais operacional, mas importantes para a empresa, acabam tendo baixa prioridade.

 

A solução para este problema é a categorização dos projetos. Nós somos orientados para avaliar universos homogêneos. Para deixar mais claro vou para o orçamento doméstico. Supondo que você seja casado com filhos, quanto mais importante é consertar um vazamento do que realizar uma viagem no final de semana? O dinheiro é um só, mas ele tem tonalidades diferentes dependendo aonde ele for alocado.

 

O mesmo ocorre com uma carteira de projetos. Quais são as tonalidades dos recursos que estaremos alocando nos projetos?

 

Para termos esta visão, devemos agrupar os projetos por categorias e criar critérios de priorização distintos para cada categoria. Há várias formas de se categorizar projetos, uma delas é a Cranfield Grid. Ela foi proposta pela Universidade de Cranfield tem foco no negócio e está baseada no  McFarlan & McKenney Grid, conhecida na área de TI.

 

No Cranfiel Grid as categorias de projetos são: Idéias estratégicas, Vantagens estratégicas, Competência essencial e Rotinas de apoio. Deixando mais claro: Idéias estratégicas - projetos piloto ou idéias que podem ser importantes para o sucesso do negócio no futuro; Vantagens estratégicas - projetos estratégicos - críticos para o  futuro do negócio; Competência essencial - projetos com enfoque na melhoria da produtividade e que são críticos para o presente; Rotinas de apoio - projetos com enfoque direto no dia a dia da operação.

 

Para criar a categorização dos projetos é necessário descrever as características de cada categoria. Depois cada projeto é classificado em sua categoria, podem ocorrer projetos que se adequem em mais de uma categoria, deve-se optar por uma delas.

 

Cada categoria deverá ter seu conjunto de critérios e os projetos serão priorizados dentro de sua categoria. Assim, fica mais transparente a composição da carteira de projetos e mais simples a alocação de recursos.

Veja ->Curso   Seleção de Projetos Estratégicos

 

 

 

Como projetos criativos podem melhorar o nosso desempenho em tudo

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Tendo em vista que a cada início de ano todos pensamos em uma forma de nos posicionar melhor, alinhados com o futuro, é natural irmos atrás de estudos e pesquisas focados nas principais tendências.

 

Desta forma me deparei com uma notícia citando uma previsão da consultoria Gartner indicando que 38% das empresas no mundo vão parar de fornecer celulares e notebooks a seus funcionários neste ano. O motivo?  Já foi o tempo em que os equipamentos fornecidos pelo empregador eram superiores aos que se tinha em casa. As pessoas, agora, querem usar seus próprios equipamentos no trabalho, até porque já estão muito familiarizados com eles e principalmente já estão configurados de acordo com as preferências pessoais de cada um. Segundo o Gartner, até o ano que vem metade das companhias vai a requerer que os funcionários façam isso, o que era visto com desconfiança até pouco tempo atrás. A tecnologia nunca foi tão pessoal como agora.

 

Por outro  lado  você já deve ter ouvido falar da regra dos 20% do Google. De acordo com ela, funcionários da empresa podem gastar 20% de seu tempo cuidando de projetos pessoais de qualquer área. O resultado? Trabalhadores mais engajados, mais produtivos, criativos, e mais eficientes.

Caso você trabalhe com Tecnologia da Informação ( veja principais tendências a seguir ) ou goste de algo relacionado, que tal pensar em um projeto pessoal e inovador transformando seu Projeto Pessoal  em algo lucrativo?

Segundo um outro estudo conduzido pela Spring Work e publicado em seu premiado  site de investigação científica sobre como funciona a mente,  o efeito psicológico positivo de projetos  criativos torna maior e melhor o desempenho no trabalho, além de seus adeptos terem mais chances de serem colaborativos e prestativos.  Mostrou também que em casa são pessoas mais relaxadas e controladas. Segundo especialistas, contribui muito ainda se o foco escolhido tiver alinhado com suas afinidades e ofereça desafios pessoais e não servindo apenas como um escape ou uma distração. Daí ser extremamente importante também conhecer mais sobre si mesmo - autodiagnostico - e as principais tendências de mercado.

Hiut Denim Co, em um post no site  Medium  explica seu processo de pensamento por trás de projetos paralelos, que foram extremamente impactantes sobre as carreiras dos co-fundadores do Hiut. Eles acreditam que projetos paralelos devam seguir três regras:

  • Seu projeto não pode ser seu ganha pão. Se você falhar, não vai ficar sem comer.
  • Seu projeto não tem prazos. E como não há pressão com o tempo, você não precisa usar a mesma fórmula de sempre. Você tenta coisas novas, testa e assume riscos.
  • É um trabalho de amor. Você fornece o trabalho e o amor. Então quando você estiver trabalhando no seu projeto, é porque você quer. É isso que vai te fazer continuar voltando ao projeto e persistindo nele.  

Resumindo: procure uma atividade que não arrisque seu ganha-pão, procure não se sentir pressionado e  sim trabalhe nela porque gosta. Você pode  agregar  um projeto pessoal - algo que seja uma ideia específica na qual você vai trabalhar para colocar em prática e tentar trabalhar nela como um hobby criativo, juntando o útil ao agradável. É importante que a atividade seja um desafio pessoal e que você possa estabelecer metas que devem serem alcançadas (mantendo sempre, é claro, o olho nas regras citadas acima ).

Para ajudar na busca do foco estratégico relaciono a seguir a lista das dez tendências tecnológicas do site Valor para este ano: internet das coisas, cidades inteligentes,  inteligência artificial, realidade virtual, drones,  computadores híbridos, dinheiro digital, Blockchain, múltiplas telas e leis da web.

Uma das tendências citadas acima é a internet das coisas - a conexão de equipamentos a partir de sensores - mostra a influência crescente das pessoas no ambiente de inovação.

A previsão do Gartner é de 6,4 bilhões de aparelhos estejam interconectados até o final do ano. Ao se concentrar no indivíduo, a tecnologia fica mais amigável. Por exemplo, para as crianças parece inconcebível que uma tela não seja sensível ao toque, pois elas aprendem de maneira intuitiva a usar aplicativos e navegar na internet.  

Para saber mais sobre estas tendências e o setor de TI no Brasil acesse o seguinte artigo publicado no IT Forum 365.

E agora: Quais são seus hobbies criativos e projetos paralelos?

Encontre algo que é de baixo risco, de baixa pressão e um trabalho que  realmente goste de fazer e você encontrou seu projeto pessoal para este ano.

 

Fontes:

The Next Web

Spring

PsyBlog

Valor

MBI

Veja também:

Curso Técnicas de Vendas e Negociação de Projetos Empresariais

 

 

 

 

 

 

Como agendar o seu dia para máxima produtividade quando você possui um pequeno negócio

PolvoEmpreendedor

 

O tempo é um bem precioso, especialmente quando você é um pequeno empresário e parece que sempre há um milhão de coisas para fazer.

"A maioria dos proprietários de pequenas empresas não investem tempo em seus dias de trabalho para coisas que não estejam direcionadas para fazer os seu negócio correr, correr, correr ",  diz Laura VanderKam, especialista em gestão do tempo e autora do livro " Eu Sei Como Ela Consegue: Como as mulheres de sucesso dedicam  a maior parte de seu tempo ", diz para Business Insider.

Enquanto as atividades operacionais para  fazer as coisas que permitem seu negócio funcionar, obviamente, ocupam a maior parte do dia, diz VanderKam também é vital para dar tempo para outros itens de alto valor, como redes de contato (networking) , ampliação/construção de competências, interação com funcionários e lazer.

Enquanto essa rotina não pode ser aplicada  diretamente  para todos,  VanderKam elaborou  uma agenda de exemplo que está  a seguir, que é um bom ponto de partida para a montagem tudo em quando você necessita para gerir uma pequena empresa.

 

Fonte: http://www.businessinsider.com/how-to-schedule-your-day-for-maximum-productivity-2015-11

Autora: Laura VanderKam

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